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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 211

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211: O Arquivo! 211: O Arquivo! Um par de pés em saltos foi visto tocando o chão antes de uma senhora bastante familiar a eles descer, com um sorriso florescente evidente em seu rosto.

Mas eles sabiam que por trás daquele sorriso encantador estava alguém — uma mulher com quem eles não ousariam. Alguém que era tão impiedosa quanto César. Era muitas vezes difícil acreditar que ela não era diretamente relacionada a César — uma irmã de sangue.

Eles eram ambos muito similares — tanto, que eles a temiam mais do que temiam Romano. Uma querida na superfície, mas uma cria do diabo na sombra.

“Oi!!!!” Vera gritou, acenando para os moradores que ela sabia que a estavam olhando das janelas de seus apartamentos.

Mas quando ela não recebeu resposta de nenhum dos moradores, ela bufou e tirou outro doce do bolso para comer.

“Tsk!” Ela clicou a língua com um olhar divertido no rosto. “Que ódio. Nenhum deles me disse oi, Yuri.”

Yuri, que estava tirando a bolsa do porta-malas, riu. “Você se viu, Vera? Você assusta eles.”

Ela soltou um gás surpreso e recuou a cabeça. “Eu? Assustar eles?”

“B-b-but eu não pareço assustadora! Olhe para mim, Yuri.” Ela andou até ficar na frente do beta. “Eu pareço assustadora? Como eu-”
“Vera, na verdade, você parece muito fofa por fora, apenas não por dentro.” Yuri gargalhou, estendendo a mão para bagunçar o cabelo dela. “Não se preocupe. Você não é ruim, eles apenas não te conhecem, assim como não conhecem César.”

“Vamos.” Ele começou a arrastar as malas dela, enquanto Vera pulava ao lado dele, mãos entrelaçadas atrás das costas.

As sobrancelhas dela se ergueram, e a cabeça se inclinou. “César fez algumas mudanças na alcateia? Parece um pouco diferente.”

“Sim,” Yuri concordou, confirmando. “Novas casas foram adicionadas.”

“Então nós nos multiplicamos, hein?” ela perguntou.

Yuri balançou a cabeça. “Ele está expandindo todo o lugar também para construir mais.”

“Como esperado do meu César! Mal posso esperar para vê-lo.” A excitação passou por ela mas desapareceu no segundo em que ela deu de cara com alguém indesejado.

“Romano!”

“Você!” Romano estava tão surpreso quanto ela ao vê-la. Ele ficou de pé, se impondo sobre ela como César, mãos nos bolsos. “O que você está fazendo aqui?”

“Como assim o que eu estou fazendo aqui? Esta é minha casa!” Vera deu a ele o olhar mais odioso — absolutamente odioso.

Romano sorriu. “Ainda a mesma vadia insolente de sempre, hein? Nada mudou.”

“Você está absolutamente certo sobre isso.” Ela riu e deu passos em direção a ele, nada abalada por sua altura intimidadora. “Se minha boca parasse de ser uma vadia, eu não seria capaz de lidar com você, Buzzo.”

Romano a agarrou pela mandíbula e fixou um olhar feroz em suas pérolas verdes. “Sua maldita-”
“A menos que você queira que esse seu estômago seja aberto, tire suas mãos sujas de mim!” O olhar de Vera escureceu, de repente alimentado por intenção de matar.

Os olhos de Romano se estreitaram em uma linha fina, mas ele não teve outra escolha senão soltá-la. Diana não era nada comparada a essa mulher. Diabinha!

“Muito melhor.” Um riso ressoou em sua garganta.

Romano revirou os olhos para ela. “Aproveite sua estadia, Vera.” Ele continuou a passar por ela mas, no entanto, parou. “E cuidado. Você não sabe de quem é alvo. Não se preocupe, definitivamente não sou eu.”

“Eu posso não gostar de você, mas não tenho intenção de te matar. Não ganharia nada com isso.” Seus olhos azuis encontraram os cinza de Yuri por um momento antes de ele se afastar.

Yuri não pôde deixar de franzir a testa.

“Vera, vamos,” ele disse a ela, e começou a levá-la para seu apartamento na alcateia.

Vera, por outro lado, olhava ao redor com o canto dos olhos. Ela podia sentir um olhar sobre ela, um que conhecia muito bem.

Claro, o olhar de monitoramento pertencia ao Sr. Sergey. Antes de mais ninguém, ele sozinho tinha percebido seu cheiro e sabia que ela havia chegado na alcateia.

O que diabos estava acontecendo? Por que a cadela malvada de repente estava de volta? Foi coisa do César?

Por quê? O que ele estava planejando?

O velho podia sentir algo no ar, mas não conseguia identificar exatamente o que era.

César ia agir, mas de que forma? O que ele tinha em mente para fazer? Romano sabia? Se sim, por que ainda não tinha contado a ele?

O Sr. Sergey estava completamente sem pistas, e só podia ficar em seu grande casarão, espiando a mulher pela janela alta de seu escritório.

Ele teria que investigar para descobrir o que era antes que eles agissem. Ele precisava estar sempre um passo à frente.

————
De pé no terceiro andar de sua propriedade, César olhava para o céu escuro, seu reflexo evidente no grande vidro alto da janela.

Um copo de vinho estava entre seus dedos, sua mão livre enfiada no bolso da calça marrom do terno. Seu colete marrom estava abotoado sobre sua camisa branca, abraçando perfeitamente seu corpo.

Ele acabara de desligar a ligação com Yuri, confirmando que Vera estava completamente acomodada.

Passos familiares puderam ser ouvidos, e um meio sorriso surgiu em seus lábios no momento em que um par de braços o envolveu pela cintura, abraçando-o por trás.

“César.” A voz pertencia a Adeline.

César engoliu o restante do vinho e largou o copo na mesa ao lado. Ele se virou para enfrentá-la e levantou seu rosto com seu dedo indicador sob seu queixo.

“Boneca.”

“César, há algo errado?” Adeline perguntou. Ela podia sentir, e também podia dizer que algo estava incomodando-o.

César soltou um suspiro profundo, seus olhos vasculhando seu rosto. Ele a abraçou, descansando seu rosto contra o ombro dela e inalando seu perfume.

“Princesa, eu tenho algo para te contar, mas você pode não gostar,” ele disse, seus dedos passando gentilmente por seu cabelo.

Adeline piscou em curiosidade. “Você pode me contar?”

“Claro,” César concordou e se endireitou para olhar em seu rosto. “Temos que ir,” ele murmurou com voz baixa.

Adeline bateu os cílios, não certa de ter ouvido corretamente. “Nós… temos que ir?”

“Sim.” César concordou. “É hora.”

“Mas você disse que me daria tempo para eu pensar sobre isso.” Adeline estava genuinamente confusa.

Um problema que o levou a tomar essa decisão surgiu?

César segurou seu rosto com as palmas das mãos e inclinou-se para beijar seus lábios. “Eu sei que disse isso. Mas não há mais tempo. Temos que estar sempre um passo à frente, ou meu pai arruinaria tudo.”

“Você é minha princesa, e não importa se eles querem ou não. Não importa se eles não gostam de você porque você é humana, realmente não me importo. Você será minha esposa, só minha. Ninguém pode dizer não, nem mesmo meu pai,” ele disse a ela com toda a seriedade em seu olhar — um que Adeline nem sequer podia questionar.

Ele dizia isso — cada maldita palavra! Esse era o homem que César era. Alguém que sempre cumpria sua palavra e nunca diria o contrário, não para ninguém — mas apenas para ela.

Um sorriso surgiu em seus lábios, e ela ficou na ponta dos pés, beijando-o suavemente. “Certo,” ela sussurrou. “Eu vou. Vamos fazer isso.”

Os olhos de César a adoravam, seus dedos acariciando carinhosamente seu cabelo. “Você está com medo?” Ele realmente não podia dizer ou compreender suas emoções naquele momento.

“Não.” Adeline balançou a cabeça, rindo. “Do que eu teria medo quando tenho você comigo? Haha, você mataria eles se fizessem algo errado. Ou eu apenas sobreviveria como sempre fiz. Não pode ser pior do que o que já vivi antes, certo?”

Os olhos de César baixaram para seus lábios, e quando ele se aproximou para retribuir o beijo, ele sussurrou, “Eu mataria qualquer um que te tocasse, não importa quem seja.”

Adeline interrompeu o beijo, seus lábios úmidos e seus olhos embaçados de desejo. “É assim que se fala.”

“Não tenho mais ninguém a temer, e não terei, certamente não enquanto estiver com você.” Uma risada escapou dela, e ela o abraçou, sua cabeça repousando contra o peito dele. Ela podia ouvir seu coração batendo firme.

César acariciava seus cabelos, seu olhar fixo no nada. “Continuaremos com os Petrovs assim que eu torná-la minha esposa. Mas primeiro, onde está o arquivo?”

Adeline recuou do abraço para olhar em seu rosto. “O… arquivo?”

“Sim.” César concordou com a cabeça. “Os PTVs alguma coisa.”

Um suspiro assustado escapuliu de Adeline e seus olhos se dilataram em choque. “Oh não!”

“O que há de errado?” César perguntou, parecendo confuso.

“Os arquivos!” Adeline mordeu seu lábio inferior. “Pode ser difícil… conseguí-lo.”

César inclinou a cabeça, agora ainda mais perplexo.

Não estava ela com o arquivo? Por que seria difícil obtê-lo?

“Adeline, o que há de errado?” ele sondou.

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