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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 209

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  3. Capítulo 209 - 209 Não Toque 209 Não Toque Dimitri tremia o choque evidente
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209: Não Toque! 209: Não Toque! Dimitri tremia, o choque evidente em seus olhos cinzentos. Nunca antes seu pai havia levantado as mãos para ele. Essa foi a primeira vez, e o atingira como uma bala.

“P-papai-”
“Você está me ouvindo?!!!” Sr. Petrov o encarou com os olhos mais cruéis. Havia tantas coisas diferentes nele desde que acordara de seu coma, e Dimitri não podia deixar de ser abalado por isso.

Era quase como se o velho tivesse de repente uma dupla personalidade.

Sem outra escolha a não ser concordar, Dimitri engoliu em seco, gotas de suor começando a cair de sua testa. “S-sim, papai. Você está certo. Ele não pode me machucar. Eu sou o herdeiro dos Petrov. Só tenho que reagir.”

“Assim que se fala!” Sr. Petrov o soltou, caminhando até sua mesa para sentar na cadeira do escritório. “Pode ir.”

Sem hesitar, Dimitri levantou do sofá e saiu às pressas do escritório. Bateu a porta com força e encostou as costas na porta.

Seu coração batia tão alto que parecia que poderia saltar para fora do peito.

Essa foi a primeira vez que ele sentiu… medo ao redor do pai. Ele se recusava a acreditar que o homem à sua frente era seu pai.

Demasiado agressivo, muito irritado, sem emoções, e absolutamente desprovido do que faz alguém ser um humano vivo. Ele era como um vaso vazio que buscava apenas vingança, até mesmo ao ponto de mudar em relação ao filho, a quem adorava e mimava como se fosse tudo o que lhe restava.

Ele engoliu em seco, respirando fundo.

Estava tudo bem. Seu pai provavelmente ainda estava se recuperando de tudo o que havia acontecido. Ele voltaria a ser como era antes. Ele tinha certeza disso.

Seu pai não permaneceria aquele tipo de homem para sempre. Ele encontraria paz e voltaria a ser quem era. Dimitri se assegurava disso, não querendo pensar negativamente. Ele fechou as mãos em punhos e começou a caminhar com determinação.

Tudo isso era culpa da Adeline. Era culpa daquela vadia! Ela causou e arruinou tudo para eles!

———————
Sentada na janela do quarto do César, Adeline olhava para o céu escuro, um brilho gentil ardia em seus olhos castanhos.

Ela não tinha certeza de onde César havia ido, mas o homem não estava por perto desde a manhã, e de repente ela não conseguia parar de se perguntar se ele voltaria naquele dia. Estar separada por tanto tempo era, sinceramente, cansativo.

Ela sentia saudades dele.

Suspirando, ela se levantou para sair, mas algo bateu na janela, imediatamente chamando sua atenção e forçando-a a se virar.

Era um pássaro pequeno, mas… azul? Azul na cor? Que raça de pássaro era aquele?

Adeline estava confusa, de pé e olhando para o pássaro que tinha a cabeça inclinada, observando-a. Era um azulão, o que a deixava pensando como ele havia chegado ali, especialmente na sua janela.

Ela inclinou a cabeça junto com o pássaro, ambos se olhando sem se mover.

Isso era um daqueles sonhos estranhos que se tinha e não conseguia explicar? Mas ela não estava sonhando.

Esfregando os olhos, ela olhou novamente, apenas para ter certeza do que estava vendo.

Ela caminhou em direção à janela novamente e a abriu adequadamente, suas mãos se abaixando para isso. Surpreendentemente, a pequena criatura pulou para sua palma, repousando calorosamente como se tivesse encontrado um local confortável para dormir.

“Oh, seu pequenino,” os lábios de Adeline se esticaram em um sorriso, e ela fechou a janela, depois caminhou até a cama para se sentar.

Com a ponta do dedo indicador, ela começou a acariciar sua cabeça, e o pássaro se aninhava a ela como se tivesse vindo especificamente para ela.

“Hmm, qual é o seu nome?” ela perguntou, como se pudesse obter uma resposta dele. “Você não tem um. Então eu vou te chamar de Blue.”

Desde pequena, ela sempre gostou de animais—alguns deles, claro. Mas gatos sempre foram seus favoritos. Talvez porque sua mãe costumava ter.

“Agora, eu me pergunto por que você veio me encontrar… Espere aí!” E se isso fosse o pet de alguém? De uma criança pequena? Isso não seria—
Um gás escapou de sua boca.

“Ok, temos que encontrar seu dono,” ela disse, querendo fazer algo sobre isso, no entanto, ao ver que não tinha etiqueta ou qualquer coisa que provasse que era de alguém, ela parou, erguendo uma sobrancelha.

“Hm… sem etiqueta?” Talvez o pássaro não fosse realmente de alguém.

Mas por que uma coisinha tão fofa estaria sozinha? Ela poderia morrer.

Coçando a cabeça com a mão livre, ela prosseguiu para sair da cama, mas a porta se abriu, e ninguém menos que César entrou com uma expressão terrível.

Ele bateu a porta atrás de si e tirou o casaco para jogá-lo no sofá. Seu olhar se voltou para ela, e ele desabotoou o colete, tirando-o.

Adeline o observava com um olhar perplexo, perguntando-se o que havia acontecido. Ele parecia um pouco fora de si, seus olhos caídos como se alguém o tivesse irritado profundamente.

Ela viu ele desabotoar a camisa, tirar os sapatos e caminhar em direção à cama.

“César, aconteceu algo-”
César grunhiu e deitou na cama de lado, o cobertor o cobrindo completamente. Era claro que ele não queria conversar, e Adeline de repente se perguntava se ela tinha feito algo errado.

Porém, antes que ela pudesse indagar mais, o pássaro se levantou em suas palmas, piando tanto que César teve que espiar sua cabeça fora do cobertor para olhar para ela.

“Aww, tem algo errado?” Adeline perguntou, acariciando a pequena criatura.

A expressão de César piorou, e ele imediatamente se sentou na cama. “O que é isso?”

Ele cruzou o olhar com a pequena criatura, e como se visse um monstro, ela imediatamente recuou na palma de Adeline, se pressionando contra seu polegar com medo.

“César, você está assustando!” Adeline o encarou e prosseguiu em confortar a pequena criatura. “Pare de olhar para ela como se fosse matá-la. Você está assustando.”

Mas o olhar de César se escureceu sobre o pequeno pássaro.

“O que é isso? E por que você está dando tanta atenção a isso?” Ele se moveu para pegá-la de sua mão, mas ela foi rápida em afastar sua mão.

“Não toque nisso!” Ela repreendeu-o com um clique da língua de maneira desaprovadora e se levantou na cama de joelhos, vestida com pijamas cor-de-rosa.

Rastejando até a borda da cama para descer, um grito assustado escapou de seu nariz, de repente tendo seu corpo agarrado por César, cujos braços estavam envolvidos em torno de seu estômago, pressionando-a completamente contra sua figura larga e maior.

“Por que essa coisa chama tanto sua atenção, boneca?” o homem perguntou, descansando seu queixo em seu ombro. Ele estava encarando o pequeno pássaro, que, por sua vez, recuava. Era quase como se pudesse dizer que ele não era inteiramente humano.

“César!” Adeline resmungou e tentou se soltar dele. “Pare de intimidá-lo.”

“Mas eu não estou,” César retrucou, enterrando seu rosto no vão do pescoço dela para espalhar beijos. “Eu só não entendo por que você está dando tanta atenção a ele.”

A expressão de Adeline caiu, e seus olhos se entristeceram em desamparo. “César, você dá atenção ao seu gato. É o mesmo que isso.”

“Não mais atenção do que eu dou a você,” César rebateu.

E isso de repente fez Adeline perceber. Ela virou a cabeça para olhá-lo e seus dedos correram por seu cabelo escuro. “Você está com ciúmes deste pequeno pássaro?”

César poupou-lhe um olhar. Ele não estava negando, nem afirmando.

Mas Adeline sabia. “Você deve estar brincando. Como você pode ter ciúmes de um pássaro?”

“Por que você está dando tanta atenção a isso?” César questionou, seu olhar penetrante e descontente.

Ela soltou um suspiro suave. “Porque é um pássaro perdido, desamparado. Eu não vejo motivo para-”
Seus lábios foram esmagados pelos próprios de César enquanto sua mão agarrava seu cabelo por trás, puxando-a mais para dentro do beijo. Não era muito gentil, mas sim possessivo, como se ele estivesse tentando fazer uma reclamação. Era territorial demais, e isso deixou Adeline ofegante.

Homem louco! Ela pensou e respirou fundo, assim que ele encerrou o beijo.

“Meu!” César encarou a pequena criatura antes de se deitar novamente na cama, agora em um humor ainda pior do que antes.

Uma expressão apreensiva apareceu no rosto de Adeline, e ela saiu da cama, colocando o pássaro na mesinha. “Fique aqui, não caia.”

Então ela voltou para o alfa, puxando sua camisa para chamar sua atenção. “César?”

Mas César não respondeu.

Adeline nunca o tinha visto dessa maneira, em um humor tão terrível. Será que algo aconteceu no seu trabalho?

“César, olhe para mim.” Ela subiu em seu corpo, caindo do outro lado para enfrentá-lo completamente. Um suspiro suave escapou de seu nariz e ela se moveu para se pressionar contra ele.

Seus olhos se ergueram para encontrar seu olhar perplexo.

“Adeline, o que você está fazendo?” César perguntou.

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