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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 203

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  3. Capítulo 203 - 203 O Que Ele Fez Com Você 203 O Que Ele Fez Com Você Adeline
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203: O Que Ele Fez Com Você? 203: O Que Ele Fez Com Você? Adeline estava olhando fixamente com os olhos dilatados. Ela não conseguia adivinhar o que estava acontecendo em sua mente, mas ficara surpresa ao vê-la de repente explodir em risos.

Estava confuso, perguntando-se por que ela estava rindo. Não havia feito nada para divertir ela, não é?

Adeline respirou suavemente, voltando seu foco para ele. “Você não pode-” Ela riu, cobrindo a boca. “Você não pode xingar?”

Ele levou um momento, apenas observando-a, antes de levantar uma sobrancelha. “Xingar?” Sua voz era tão profunda quanto a de César, ainda mais profunda. No entanto, faltava a sensualidade e emoção que César tinha. Aquela sedução silenciosa e afeto que contaminavam seu tom, tornando-o enlouquecedor quando ele falava.

Adeline assentiu. “Chame-o de idiota na próxima vez que quiser xingá-lo, em vez de apenas…coisa.”

“Entendi.” Ele assentiu, seus olhos dourados movendo-se de sua cabeça até parar em suas clavículas. “Você,” Ele apontou para ela. “Gosta de mim?”

Adeline piscou, os lábios formando um sorriso. “Gosto.” Ela assentiu, fervilhando internamente. Era fofo — completamente o oposto do que ela esperava.

Meu Deus!

Sua surpresa estava estampada em seu rosto quando ele de repente inclinou a cabeça.

Hã? O que ele queria? Ela estava confusa.

E somente após longos segundos agonizantes ela percebeu o que ele desejava. Meu Deus, ele queria que ela fizesse carinho em sua cabeça, assim como…

“Ah? Isso é o que você quer?” ela exclamou, gargalhando. Sua mão se emaranhou no cabelo de César, e da mesma maneira que alguém acariciaria um cachorro, ela o acariciou, afagando suas orelhas e deixando um beijo na ponta de seu nariz.

“Sinto muito… por ter ido embora,” ela sussurrou, apologeticamente.

Ele não disse uma palavra, mas Adeline pôde ver seus olhos se suavizarem. Isso arrancou um sorriso dela, e ela começou a acariciar seu cabelo.

Piscando, Ele apontou para ela novamente. “Posso conseguir…”

“Conseguir o quê?” Ela estava curiosa, querendo que ele completasse seu pedido. Certamente, ele não estava discutindo com César, certo? Ela podia ver que ele estava mudando de expressão como alguém numa discussão.

“Posso conseguir…” Ele finalmente encontrou o olhar dela. “Um beijo também?”

Adeline ficou surpresa por um momento com o pedido, mas ela veio a ser, assentindo lentamente para ela. “Sim, claro.” Ela soltou uma risada curta, procedendo para dar a ele o que queria.

Porém, antes que seus lábios pudessem se encontrar, uma palma foi colocada sobre sua boca, arruinando tudo. “Adeline!”

Adeline assustou-se, abrindo os olhos com um sobressalto. “César?”

Olhos verdes, cheios de desprazer, irritação e raiva, estavam olhando para ela. “Que diabos você pensa que está fazendo?”

“Hã?” Adeline pareceu perplexa, recuando a cabeça. “O-que você quer dizer?” Ela havia feito algo errado?

César exalou profundamente com a expressão mais furiosa possível em seu rosto. “Você estava seriamente pensando em beijar aquele idiota?”

Ela desviou o olhar e coçou a cabeça. “Sim? Quer dizer, é o seu lobo e meu companheiro, assim como você é. Ele queria, e eu não vi motivo para não-”
César sibilou para ela, desviando o olhar de mim. “Bem na minha frente?” Ele retrucou, visivelmente irritado.

“César…” Adeline olhou para ele. “Você está com ciúmes do seu próprio lobo?”

“Ciúmes?” César bufou, lançando-lhe um olhar irritado. Ele não estava negando, e isso fez Adeline quase explodir em risadas.

Ela se virou completamente para se ajoelhar bem na frente dele. “César, não há nada com que se irritar. É o seu lobo. Além disso, você não deveria ter uma boa relação com ele?”

César bufou e desviou o olhar dela. “Não, não eu. Tudo o que ele faz é tentar trocar e ter controle. Eu nem sabia que essa coisa astuta poderia falar.”

Adeline não pôde evitar rir. Eles eram hilários. E essa era verdadeiramente a primeira vez que ela vislumbrava César dessa forma. Brincando, mesmo que não fosse com uma pessoa real. Era bastante engraçado.

Exalando, ela franzindo a testa, abruptamente pensando em algo. “Tem uma coisa que esqueci de te contar sobre o que aconteceu.”

“Hm?” César inclinou a cabeça, curioso. “O que foi?”

Adeline se aproximou dele. “Naquele dia, não foi apenas Diana.”

César ergueu uma sobrancelha. “Havia mais alguém?”

Adeline assentiu. “Você não vai acreditar quem era.”

A expressão de César ficou séria. “Quem era?” Seus olhos se estreitaram em uma linha fina. Se estivesse na Rússia, ele teria muito em mente, sendo um deles seu pai. Mas lá na Itália, seu pai estava fora de questão.

O velho ainda estava na matilha. Se ele algum dia viesse para Itália, ele saberia em primeira mão.

“Dimitri,” Adeline disse. “Foi Dimitri.”

“O quê?” César ficou perplexo e um pouco surpreso.

Dimitri? Como Dimitri poderia estar lá? O que ele tinha a ver com Diana? Espere, ela não poderia ter ido pelas suas costas para mexer com o idiota de Petrov, só para poder lidar com Adeline?

Ele soltou uma risada curta, divertido, mas não de uma maneira engraçada. Ele estava mais divertido de uma maneira irritada.

“O que ele fez com você?”

“Oh…?” Adeline deu de ombros, virando-se para se sentar com as costas pressionadas contra seu peito. “Não fez, mas disse.”

“E isso é?” César perguntou, seu tom soando gelado.

Adeline começou a batucar seu dedo indicador no lábio inferior. “Ele tinha planos de ter seu caminho comigo quando voltasse. Mas, felizmente, você chegou antes dele. Você não o encontrou lá porque ele me deixou com Diana.”

Toda emoção se drenou do rosto de César.

A ideia e a imaginação dessa coisa mexendo com Adeline, o levaram ao limite, ao ponto de ela poder ouvir seus dentes rangendo de irritação.

Oh, ele estava furioso, Adeline não precisava ser avisada. Ela rapidamente se virou para olhar para ele.

“César, se acalme. Você não tem…”

“Você acha que ele possivelmente ficará vivo até amanhã de manhã?” César questionou, seus olhos alternando entre verde e amarelo, e então voltando para verde.

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