Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 189
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189: Você vai matá-la? 189: Você vai matá-la? Dimitri sentiu um nó no estômago.
“Rápido, Mikhail. Nosso voo! Estamos voltando para a Rússia amanhã o mais rápido possível,” ele ordenou.
Mikhail franziu a testa. “Mas senhor, lá-”
“Seu idiota. Faça isso, droga!” Dimitri gritou com ele, tirando seu telefone para ligar para seu pai.
O Sr. Petrov atendeu. “Dimitri?”
“Papai, estou voltando para casa amanhã. Por favor, tenha pessoas me esperando no aeroporto para que possam me buscar assim que eu pousar,” Dimitri disse. Ele parecia paranoico, e ele podia sentir que seu pai havia percebido.
Havia alguns segundos de silêncio antes do Sr. Petrov perguntar, “Aconteceu alguma coisa aí?”
“H-hã?” Dimitri sorriu constrangido, em pânico. “Nada, não aconteceu nada. Haha.”
“Dimitri, você percebe que é exatamente assim que você soa quando faz merda?!” Sr. Petrov me questionou do outro lado do telefone.
Dimitri engoliu em seco. “N-nada aconteceu, Papai. Estou falando sério, confie em mim.”
O Sr. Petrov ficou quieto por alguns momentos antes de poder ser ouvido tomando um longo e profundo suspiro. “O que aconteceu com Adeline? Você não deveria-”
“Não deu muito certo,” Dimitri interrompeu, respondendo. “Ela está sob a segurança apertada daquele bastardo, César!”
O Sr. Petrov pôde ouvir a frustração em sua voz. Ele realmente queria continuar o assunto, mas não tinha escolha a não ser ceder. Um sopro suave escapou dele. “Tudo bem. Me liga amanhã, quando estiver perto. Depois lidamos com o fato de você não ter conseguido pegar aquele maldito colar.”
“Me desculpe, Papai,” Dimitri pediu desculpas. “Eu realmente não pretendia fazer-”
O Sr. Petrov desligou, fazendo-o engolir o resto de suas palavras.
Ele mordeu os lábios, virando-se para olhar para Mikhail. “Vamos.”
Mikhail o seguiu, com os pensamentos em outro lugar. César poderia ter sido o responsável pelo horror naquele quarto?
Mas quão frio um homem poderia ser para matar de uma maneira tão bestial? O que diabos havia acontecido naquele quarto a ponto de deixar até alguém como Dimitri tremendo de medo?
Era melhor sair de lá com Dimitri o mais rápido possível. Eles não podiam se dar ao luxo de se meter em encrencas na Itália. Ali não era de forma alguma a zona de conforto deles.
———
[De manhã cedo, no dia seguinte]
César se levantou na cama para uma posição sentada. Ele fitou o vazio antes de esfregar as têmporas com o dedo.
“Adeline,” ele murmurou para si mesmo, procurando ao redor por sua companheira, mas foi então que lhe atingiu repentinamente.
A memória de tudo o que aconteceu no dia anterior o atingiu de uma vez, e ele se apressou para fora da cama, vestindo apenas uma calça branca. Seu tronco estava completamente nu, expondo todas as suas tatuagens.
“Yuri!” ele chamou do alto da escada, com uma expressão pesada no rosto.
Mas quem apareceu foi Romano. “Tzar.”
César inclinou a cabeça, olhando para ele. “Onde estão Yuri e Nikolai?”
“No hospital,” Romano respondeu. “Eles estão com Adeline.” Ele pôde vislumbrar o brilho apreensivo no olhar dele e foi rápido em tranquilizá-lo, “Adeline está bem, César. Ela não corre mais perigo, e vamos vê-la hoje.”
“Mas primeiro, não há algo que você adoraria fazer? Alguém com quem você gostaria de lidar?”
“Diana?” César ergueu uma sobrancelha.
Romano assentiu, sorrindo.
“Certo.” A voz de César estava gelada enquanto suas mãos cerravam dentro do bolso de sua calça. “Me dê um segundo.” Ele virou-se, caminhando de volta para seu quarto em direção ao banheiro.
Seu banho foi rápido, e ele se vestiu com calças pretas, uma camisa branca cuja barra estava enrolada até o cotovelo para expor algumas de suas tatuagens e um par de luvas que cobriam suas mãos veiosas e grossas.
Selecionando sua pistola e carregando-a com balas, ele a enfiou no coldre preso ao seu casaco e vestiu o casaco, pronto para sair. Ele encontrou Romano no andar de baixo, e juntos eles partiram para o Rolls-Royce, estacionado e pronto para eles.
Ele lidaria com Diana primeiro, e quando terminasse com ela, iria ao hospital buscar Adeline. Aquele hospital não era seguro para ela, e ele precisava dela com ele, onde poderia estar com ela e garantir sua segurança. Ela estava fora de perigo, então Yuri poderia assumir agora.
Romano conduziu o carro, e no meio da viagem, ele lançou um olhar para César pelo espelho retrovisor, tendo algo a perguntar.
“O quê?” César questionou-o, sem vontade de poupá-lo de um olhar.
“Você vai matá-la?” Embora Romano já soubesse a óbvia resposta, ele ainda sentiu a necessidade de perguntar.
César finalmente levantou seus olhos para encontrar os orbes azuis do homem. “Por que está perguntando como se não fosse óbvio?”
“Oh?” Romano piscou.
César olhou para ele com desdém. “Você acha que eu a deixaria viver depois do que ela fez?” Um riso frio escapou dele, e ele balançou a cabeça, divertido. “Às vezes, você age como um idiota, Romano.”
“Só para deixar claro para você, ninguém é exceção. Se fosse você no lugar de Diana, eu te mataria também. Agora, me diga o que faz você pensar que eu não mataria Diana. Uma vadia que não significa nada para mim?” Havia tanta zombaria em seu tom, af ele achava o pensamento de Romano divertido.
“Então… eu significo algo para você?” Foi a única coisa que Romano captou em suas palavras.
César lançou-lhe um olhar, mas não deu resposta. Ele não concordou nem negou, e isso fez Romano sorrir contente consigo mesmo.
Talvez César não o odiava de verdade como dizia.
Eles só precisavam de tempo para consertar seu relacionamento, era tudo o que precisavam fazer. Tudo voltaria ao normal uma vez que fizessem isso.
Suspirando aliviado, Romano virou o volante, dirigindo até parar na frente de uma casa moderada.
Foi onde Nikolai manteve Diana.