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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 188

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188: O Que Eu Faço Com Ela? 188: O Que Eu Faço Com Ela? A teoria de Yuri estava correta. Adeline certamente tinha morrido, e quanto a César? Aquele homem perderia a cabeça, não havia dúvida sobre isso.

Que se dane o laço de parceiros! As pessoas não percebem o quanto Adeline significava para ele, e apenas ele e Nikolai poderiam dizer.

Eles estiveram com ele durante os dois meses em que Adeline esteve ausente, e viram e sabiam que o laço de parceiros não se comparava ao que ele sentia por Adeline.

Um gemido profundo escapou da garganta de Yuri, e ele jogou a cabeça para trás para descansar contra a parede áspera.

Ele fechou os olhos para tomar um momento e expirar, mas o telefone no seu bolso de repente começou a tocar. Uma expressão de contrariedade se formou em seu rosto enquanto tirava o telefone, apenas para ver que era Nikolai ligando.

Rapidamente, ele atendeu, “Nikolai.”

“Yuri.”

“Onde você está? Você não veio até mim.” Yuri estava um pouco preocupado. Ele sabia que Nikolai tinha levado Diana. Quem sabe o que ele já fez com ela até agora?

Houve um momento de silêncio antes de Nikolai falar novamente. “Eu irei até você, apenas me espere.”

“Por que você não pode vir agora?” Yuri questionou.

“Tenho alguém para lidar.”

“Diana?” Yuri pôde adivinhar imediatamente. “Nikolai, o que você fez com ela? Não me diga que—”
“Relaxa, eu ainda não encostei nela. Mas pode acreditar que eu vou.” O tom de Nikolai era sério demais.

“Então, por que você me ligou?” Yuri perguntou. “Você decidiu o que fazer. Por que me ligar?”

“Eu ainda não decidi. É por isso que estou ligando para você.” Um suspiro suave. “O que eu faço com ela?”

Yuri ficou em silêncio, tirando um momento para pensar. “Você não a machucou, machucou?” Ele sondou.

“Não. Estou mantendo-a como refém aqui.”

“Bom.” Yuri assentiu com isso. “Mantenha-a aí. Adeline está fora de perigo, então César deve estar bem até amanhã. Ele lidará com ela da maneira que achar melhor. Não é para você decidir, entendeu?”

“Certo. Estarei aí em uma hora. Espere por mim.”

“Tudo bem.” Yuri assentiu e desligou a chamada. Ele guardou no bolso da camisa, um suspiro suave escapando de seu nariz.

Com esperança, Adeline acordaria no dia seguinte.

Ela tinha sido tratada e estava completamente fora de qualquer perigo crítico. Sua ferida também tinha sido cuidada.

Agora, tudo o que ele tinha que fazer era ficar e vigiá-la até Nikolai chegar para buscá-lo. Ele precisava voltar para a propriedade, verificar como César estava e ver exatamente como estava sua condição até agora.

——-
Dimitri, que tinha terminado seus negócios, estava sentado no carro do lado de fora do prédio da empresa.

O que estava acontecendo? Ele estava esperando há tanto tempo por uma chamada da Diana, mas nada havia vindo dela. Nenhuma ligação, nenhuma mensagem de texto ou mesmo uma chamada de voz. Mesmo quando ele mandava mensagem, ela não respondia, e quando ele ligava, ela não atendia.

Era quase como se ela tivesse sumido no ar.

Por quê? Já era de manhã, e estava realmente tarde na noite. Ela não poderia estar pensando em desistir do acordo deles, certo?

Uma expressão de preocupação se formou em seu rosto ao pensar nisso, sua mão apertando o telefone.

“Aquela maldita vadia. Eu sabia que havia algo muito estranho sobre ela,” ele murmurou para si mesmo, levantando os olhos para olhar para Mikhail pelo espelho retrovisor.

“Dirija.”

Mikhail assentiu com a ordem e ligou o motor. Eles saíram para o centro da estrada e aceleraram em direção ao local onde Diana mantinha Adeline como refém.

Dimitri foi rápido para sair do carro assim que chegaram. Ele começou a invadir o prédio, e Mikhail o seguiu.

Este prédio não estava exatamente no espaço das pessoas, pois estava sossegado em sua própria área. Não havia outros prédios próximos ou qualquer coisa, portanto, se algo estivesse acontecendo lá dentro, ninguém saberia.

Diana tinha acreditado que seria o local perfeito para fazer o que ela queria.

Subindo as escadas, os passos de Dimitri eram pesados. Ele parou diante da porta dupla, e Mikhail foi rápido em abri-la para ele. Assim que entrou, seu corpo congelou, incluindo Mikhail que tinha entrado atrás dele.

O lugar inteiro era como uma cena direta de um filme de terror, onde ele nunca gostaria de se encontrar. O chão de mármore estava manchado com tanto sangue e contra a parede estava um corpo morto sem cabeça.

Dimitri pôde reconhecer o corpo. Pertencia ao homem com quem Diana tinha chegado.

O que… a merda aconteceu aqui?

Ele estava completamente confuso, incapaz de entender qualquer coisa e o mesmo acontecia com Mikhail. Ele estava preso em seu lugar, incapaz de se mover.

Quem tinha feito isso? Que tipo de monstro tinha feito essa bagunça? Quem mataria dessa forma?

Para o tipo de Dimitri que tinha matado muitas pessoas da forma mais cruel que conseguia pensar, era bastante surpreendente vê-lo curvar-se, cobrindo a boca com a mão.

Ele sentiu ânsias de vomitar pela necessidade intensa.

Não era exatamente pela cena grotesca que ele estava naquele estado patético, mas era, no entanto, o medo interno queimando.

Ele se viu imaginando o que teria acontecido se ele estivesse lá. Onde estava Diana? Onde estava Adeline? Elas eram os únicos dois corpos que ele não conseguia encontrar, levando-o a perceber que apenas uma pessoa poderia ter feito isso.

CÉSAR!

Novamente, a necessidade de vomitar o oprimiu, e ele virou, correndo para fora da sala.

Não havia dúvida sobre isso. Diana tinha que estar morta. Não havia maneira de um homem como César deixá-la viver depois de pegá-la em flagrante.

O quanto Adeline significava para ele para ele ir tão longe?

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