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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 186

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  3. Capítulo 186 - 186 CÉSAR 186 CÉSAR A cabeça de Adeline bateu no chão com
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186: CÉSAR! 186: CÉSAR! A cabeça de Adeline bateu no chão com força suficiente para deixá-la desorientada por alguns segundos.

“Não, por favor, por favor, me solte. Não faça isso. Por favor, eu imploro.” Ela não tinha outra escolha a não ser começar a implorar ao beta.

Ela preferiria morrer a ter esse beta a marcando. Ela se mataria se ele conseguisse.

Mas o beta não estava ouvindo. Ele não se importava. Tudo o que ele queria era marcá-la, e nada o impedia.

“Por favor, pare,” Adeline implorou, atordoada.

O beta soltou seu tornozelo e se ajoelhou no chão, com as pernas prendendo-a no lugar. Ele colocou uma mão ao lado da cabeça dela e segurou seu queixo, forçando sua cabeça para a esquerda, para expor melhor sua glândula de acasalamento.

“Mesmo toda ensanguentada e uma bagunça, ainda assim vou te marcar. Não preciso que você esteja fresca e bonita.” Um sorriso predatório estava estampado em seu rosto.

Mas Adeline não ia deixar ele fazer o que queria com ela. Ela bateu no queixo dele com o cotovelo, usando o joelho para chutar seu virilha. Então, aproveitando essa oportunidade de ouro, ela lutou para se soltar, começando a engatinhar o mais rápido que podia.

O tempo todo, Diana estava assistindo com o sorriso mais satisfatório. Isso era como um filme de cinema VIP que apenas os ricos conseguiam ver. Era bom demais. Justamente o que ela queria.

“Seu maldito humano. Droga! Meus testículos!” O beta gemeu de dor, seu rosto se contorcendo na carranca mais feia.

Ele cerrava as mãos em um punho apertado, levantando-se e correndo atrás dela. Sua mão a pegou pelos cabelos, e ele a puxou para trás, empurrando-a para o chão de barriga.

“NÃO! Me solte. Me solte! Por favor!” Adeline implorou desesperadamente, seu coração afundando no estômago. Ela se sentia tão nauseada com a vontade de vomitar, mas mesmo naquele momento, ela sabia que não tinha tal luxo.

O beta, claro, não estava ouvindo. Ele prendeu o rosto dela no chão, seu corpo pressionado sobre o dela, sem dar chance de escapar. “Aí, bem melhor. Agora, se você parar de lutar, tudo ficará bem. Você vai me aceitar uma vez que eu te marcar, então não se preocupe, hmm?”

Adeline sacudiu a cabeça furiosamente, o corpo tremendo. “Não, não, não, não.” Ela estava chorando, seus olhos cheios de tanto medo. Ela estava assustada como nunca esteve antes.

Não havia escapatória. Ela estava presa, e esse beta definitivamente a marcaria.

Mas, quem sabe, César entraria por aquela porta, vindo em seu auxílio como sempre fazia. Ele viria por ela, certo?

Ah, quem ela estava enganando? Ele nem sabia onde ela estava. Como diabos ele viria até ela?

Adeline desabou completamente, soluçando alto. “Por favor, não faça isso comigo. Eu imploro. Por favor, não faça-”
“Fique quieta! Não consigo alcançar sua maldita glândula de acasalamento, Jesus!” O beta a encarou.

Adeline se forçou a rolar de costas sob ele e pressionou as mãos no peito dele, empurrando-o para fora. “Saia de cima de mim! Saia de cima de mim!” Ela rosnou para ele como um animal selvagem.

O beta recuou por um segundo antes do sorriso mais largo aparecer em seus lábios. “Ah, agora vejo por que o supremo alfa é tão louco por você. Não me importo se ele me matar quando descobrir o que fiz, mas duvido que ele faça. Ele não mataria um dos seus por uma humana como você.”

Ele agarrou seus pulsos, prendendo-os ao lado. Então, enquanto se inclinava para o pescoço dela, seus caninos alongaram-se. Eles perfuraram a carne ensanguentada e ferida dela, prontos para encontrar sua glândula de acasalamento. Mas!

“Não, me solte! Me solte.” Adeline gritou. “César!! CÉSAR!!” ela chamou seu nome com tudo nela.

Toda emoção transbordava dela naquele momento. Estava cheia de desespero, mesmo sabendo que esse homem não entraria por aquela porta.

Era uma mera ilusão.

No entanto, ele era o único em quem ela conseguia pensar. Sua palavra de segurança e o único que ela sabia que se pronunciasse, aquela porta seria arrombada, sua vida salva.

E bem por aquela porta, diante de seus próprios olhos, aquele homem, cujo corpo estava coberto de sangue, irrompeu, seu tom dourado de olhos caindo sobre o beta, que estava bem ali, em cima de sua companheira, tentando forçar a marcação nela.

Pela forma como ele estava desarrumado, estava claro que ele havia matado muitos antes de chegar lá.

Seu corpo estremeceu ao ver isso, e antes que Romano, Nikolai e Yuri, que vieram com ele, pudessem dizer uma palavra, César estava bem diante de Adeline, agarrando o beta pela garganta.

“Como você ousa tocá-la?” Ele tinha o beta no ar, olhos cheios de raiva ardendo nele.

Parecia que ele poderia queimar o homem menor com seu mero olhar. “Como. Ousa. Tocar. Ela?!!” Seus dentes cerrados se chocavam de forma horrível, e ele lançou o beta na parede, esmagando seu rosto e alguns de seus ossos.

Então ele segurou sua cabeça, arrancando-a com sua mão nua, o corpo inerte desabando no chão.

César estava uma bagunça, como uma besta louca que havia sido solta. Seus ombros subiam e desciam, sangue escorrendo de suas garras. Os olhos estavam injetados de sangue, cheios de intenção de matar.

Ele ia matar todos eles, cada um que tivesse posto as mãos em sua companheira.

“Adeline! Adeline!” Ele podia ouvir alguém falando com desespero e virou a cabeça, apenas para ver Romano, que tinha levantado Adeline em seus braços, batendo em suas bochechas.

Seus pupilas se dilataram, e sua raiva aumentou. “Você!” ele rosnou, assustando todos na sala, incluindo Diana, que estava colada ao chão com medo. “SAIA DE PERTO DELA!”

Ele não ia deixar outro alfa lidar com sua companheira.

“Tire suas malditas mãos da minha companheira!!” César gritou, seu nariz sangrando.

Ele correu até Romano, empurrando o homem para longe e pegando Adeline de seus braços.

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