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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 179

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  3. Capítulo 179 - 179 Ela está em movimento 179 Ela está em movimento Adeline
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179: Ela está em movimento! 179: Ela está em movimento! Adeline assentiu, sentando-se em seu colo. Ela foi puxada contra seu peito, as mãos dele descansando em seus quadris.

“Adeline, você acha que eu não deixaria nada para você?” César questionou, seus olhos perfurando os dela.

Adeline engoliu em seco, percebendo que ele buscava uma resposta diferente dela. “Você… deixaria?”

“Você está incerta, não está?” O polegar de César esfregou seu lábio inferior, seus dedos sob seu queixo.

“Você deixaria?” Adeline perguntou, genuinamente curiosa.

“Eu deixaria?” Um sorriso de canto. César beliscou seus lábios, beijando as laterais, suas bochechas, e até o ouvido dela. Ele sussurrou, “Eu deixaria tudo por você, se você ainda não sabe.”

“Se você ligasse e me dissesse que precisa de mim, eu estaria com você em um piscar de olhos.” Seu hálito quente soprava em sua pele, e ele ronronava contra seu ombro, deslizando a mão por baixo de sua camisa para acariciar suas costas.

Adeline respirou suavemente, ainda assimilando as palavras dele. “César,” ela chamou, e assim que ele respondeu, levantando a cabeça para olhá-la, ela segurou suas bochechas com as palmas das mãos e selou seus lábios com os dele.

“Vou abusar desse poder,” ela disse contra seus lábios.

César sorriu no beijo, seu aperto em seus quadris se intensificando. “Pode fazer. Eu permito.”

Adeline suspirou suavemente, envolvendo os braços em torno de seu pescoço para abraçá-lo mais a si. “Posso voltar ao meu apartamento aqui na Itália hoje?”

A expressão de César escureceu imediatamente, instantaneamente desprovida de qualquer emoção calorosa. “Por quê? Você quer ir embor-”
“Não!” Adeline soltou-se, acenando com as mãos para ele. “Eu nunca vou te deixar, eu te prometi.”

“Então por quê? Por que você quer sair daqui?” César perguntou, seu olhar intenso piorando a cada segundo.

Adeline respondeu, “Para pegar algumas coisas que são importantes para mim. Você ainda acha que eu vou fugir de você?”

César não deu resposta, confirmando o fato de que ainda não confiava nela para não deixá-lo. Não era como se ela não o tivesse deixado da mesma maneira antes.

Adeline suspirou, um sorriso triste formando-se em seus lábios. “Eu realmente não vou te deixar, César, eu te prometo.” Ela esticou seu mindinho, entrelaçando-o com o dele. “Está vendo isso? Eu estou fazendo uma promessa de mindinho para você, o que é muito sério. Então confie em mim, tá? Eu nunca te deixarei, e mesmo que eu saia, eu sempre voltarei para você.”

“E se você quebrar sua promessa?” César ainda não estava muito convencido. Ele estava duvidoso e internamente receoso de que ela o deixasse de novo. Ele estava perdendo a cabeça, ele sabia disso.

“Inútil. Porque eu não vou quebrar minha promessa, nem te deixar. Além disso, você pode usar o rastreador no meu telefone. Assim, você teria certeza de onde eu estou.” Adeline segurou suas bochechas, depositando um beijo suave em sua testa. “Eu sei que eu errei, mas confie em mim mais uma vez, tá?”

“Por favor,” ela adicionou.

Embora César estivesse relutante, ele deu um aceno de cabeça, concordando em deixá-la ir. “Tudo bem, então.”

Adeline sorriu para ele, seu olhar desviando para o cabelo dele.

“O que foi?” César seguiu a linha do olhar dela. Ela não gostava do cabelo dele, ele podia perceber, mas ela estava relutante em deixá-lo saber disso.

O que diabos ela achava que aconteceria se ela dissesse a ele que preferia mais comprido?

Claro, ele desejaria não ter cortado em primeiro lugar, mas tudo bem. Cresceria de novo em questão de um mês ou algo assim. Ela não precisava se preocupar com isso.

“Relaxa, princesa, vai crescer logo o suficiente,” ele disse, depositando um beijo no lábio inferior dela.

“Eu sei.” Adeline assentiu. “Só queria que você não tivesse mexido nele em primeiro lugar.”

Um suspiro pode ser ouvido vindo de César, e ele abaixou sua cabeça para descansá-la no calor do pescoço dela. “Você cheira tão bem,” ele murmurou para ela, seus braços envolvendo seu corpo. “Melhor até que ômegas. Seu cheiro é tão doce, me faz salivar.”

“Meu cheiro?” Adeline perguntou, curiosa.

César assentiu, salpicando beijos em seu pescoço. “Você não consegue sentir, mas eu consigo. Está por toda parte, no meu quarto, e em mim.”

“Se ao menos você pudesse sentir como é doce seu cheiro. Muito mais doce que o cheiro de Ômegas. Meu tipo iria querer colocar as mãos em você.” Ele levantou seus olhos para lhe dar um olhar sombrio e possessivo. “Mas eu mataria todos eles se sequer tentassem cheirá-la. Eu não os deixaria olhar para você.”

“Você é minha, bebê.” Era um lembrete. “Feita para mim. Seus olhos não são dignos o suficiente para agraciar sua existência, mas creio que terei que mostrar você em breve.” Seu suspiro era audível.

E Adeline, que apenas ouvia silenciosamente, não conseguia realmente entender o que ele queria dizer.

Mostrá-la em breve. A quem?

Ela tomou um fôlego profundo, repousando seu queixo no topo da cabeça dele, sem querer pensar demais em suas palavras. Se ele tivesse alguma intenção de fazer algo, tinha certeza de que a avisaria.

——
Um pouco distante da propriedade do César, escondida nas sombras, Diana observava silenciosamente. Ela estava fazendo isso há dias, desde que Adeline estava com César, acompanhando todos os movimentos deles e mantendo um olho aberto para quando Adeline finalmente saísse da mansão.

E hoje era o dia de sorte dela.

Bem pela saída da mansão, Adeline saía com o cabelo preso em um coque, vestindo nada além de jeans e uma camisa branca, presumivelmente de César. E isso não deixou de irritar Diana.

Ela rapidamente discou o número de Dimitri.

“Alô.” A voz pertencia a Dimitri.

“Ela está em movimento. Rastreie meu telefone e venha até onde eu estou. Deixe o resto comigo.” Diana terminou a ligação e olhou para uma van preta estacionada um pouco longe dela.

Apressando-se, ela entrou na van. Três homens de roupas pretas, seus rostos cobertos por uma máscara, estavam dentro do veículo com ela.

“Dirija e siga aquele táxi,” ela ordenou.

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