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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 178

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  3. Capítulo 178 - 178 Perfeito Para Uma Noiva 178 Perfeito Para Uma Noiva César
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178: Perfeito Para Uma Noiva 178: Perfeito Para Uma Noiva César havia mencionado a possibilidade de voltar à Rússia na semana seguinte, então ela realmente precisaria desses itens antes de partirem.

Um gemido escapou de sua boca, suas pernas balançando até tocarem o chão. Seu olhar estava fixo no teto, e ela de repente pensou em tudo o que havia acontecido.

Embora ela se arrependesse e desejasse não ter errado desde o início, estava tudo bem. As coisas tinham melhorado.

César não havia sido horrível com ela. Ele era normal como sempre fora. Mas ela havia notado que ele nunca disse a palavra “Eu te amo” para ela depois de tudo. Mesmo quando ela dizia para ele, ele nunca retribuía, mas apenas dava de ombros.

Ela estava ciente do motivo, mas ainda assim, isso atingia seu coração como uma faca dolorosa todas as vezes. Apenas uma vez, ela queria ouvi-lo dizer isso de volta, mas tinha certeza que não seria possível, pelo menos por enquanto.

Por aquelas três palavras, ela teria que reconquistá-las. Somente então ela poderia ouvi-las novamente sair da boca dele.

Dois meses — dois meses era tudo que ela tinha para fazer com que esse homem fosse completamente e indubitavelmente dela novamente. Todo ele, e tudo o que ele tinha para oferecer.

Um suspiro suave escapou do nariz de Adeline, e ela virou-se, deitando-se de lado na cama.

——
Pela seção de joias da loja Cartier, César examinou cada conjunto de joias na caixa de vidro, mas nenhum parecia ser do seu gosto.

O anfitrião, percebendo, colocou um sorriso educado e se aproximou dele. “Senhor, posso saber exatamente o que o senhor está procurando? Talvez eu possa ajudar.”

“Hmm,” César murmurou, inclinando a cabeça pensativamente para o lado. “Um conjunto caro, perfeito para uma noiva. Uma muito bonita.”

“Oh?” O sorriso do anfitrião se alargou. “Então, por favor, siga-me, senhor.”

Ela virou-se, começando a caminhar para outra seção naquela área. César seguiu-a, com as mãos enfiadas no bolso do seu casaco pesado de pelo até o joelho.

“Este aqui, o que o senhor acha, senhor?” A anfitriã tirou uma caixa plana do caso de vidro e a abriu, revelando conjuntos lindíssimos compostos por um colar de diamantes, um par de brincos, um anel e uma delicada pulseira de prata fina.

“Acredito que isto seja perfeito para quem o senhor tem em mente.” O sorriso da senhora se alargava. “O que o senhor acha, senhor? Ou devo apresentar outro?”

“Não.” César balançou a cabeça. “Este é o certo. É perfeito para ela.” Ele tinha certeza de que nenhum outro conjunto naquela loja se comparava ao que ele estava olhando. Era exatamente o que ele queria e considerava adequado.

Tirando seu cartão de crédito, ele pagou pelo conjunto, no valor de trinta milhões de euros, e ao sair da loja, não pôde deixar de sorrir para si mesmo aleatoriamente. Seu olhar era pensativo, mas ninguém poderia dizer exatamente o que ele tinha em mente.

César suspirou, entrando em seu carro. Ele precisava voltar para casa. Estivera fora o dia todo e precisava ver Adeline. Ele sentia saudades dela, e recentemente, algo vinha o incomodando.

Ela prometeu que nunca mais fugiria ou o deixaria novamente, mas havia essa dúvida enraizada nele, algo de que ele não conseguia se livrar. Ele se pegava imaginando aleatoriamente: E se ele chegasse de volta à propriedade e, como antes, Adeline tivesse ido embora?

O que ele faria?

“Droga, eu preciso me controlar!” ele resmungou para si mesmo, apertando o volante com mais força.

Adeline não faria isso. Ela não seria tão ingênua a ponto de cometer o mesmo erro duas vezes. Além disso, se ela fugisse dele uma segunda vez, não haveria outra escolha senão encontrá-la e prendê-la com ele. Era simples assim.

Ela não o machucaria repetidas vezes. Não ela. Ele não permitiria uma segunda vez.

…

Entrando na propriedade, César dirigiu-se diretamente ao seu quarto principal. Ele já podia sentir o cheiro de Adeline e sabia que ela estava lá. Ela estava sempre lá.

Uma expressão calorosa tornou-se evidente em seu rosto, e ele abriu a porta, entrando para ver Adeline deitada na cama, abraçando sua camisa contra si.

Ela sentia saudades dele? Era algo que ômegas e companheiras humanas faziam quando sentiam falta de seus companheiros, mas não conseguiam alcançá-los.

Talvez ele devesse ter voltado muito mais cedo.

Fechando a porta atrás de si, César aproximou-se da cama e agachou-se ao lado dela. Ele olhava para o rosto adormecido de Adeline, estendendo a mão subconscientemente para acariciar o entorno de seu olho.

“Que linda.” Suas palavras foram mais um sussurro, mas elas haviam escapado de sua garganta antes que ele pudesse perceber.

Adeline, que sentiu o toque dele, moveu-se ainda mais em sua direção, suas pálpebras se abrindo para expor seus olhos castanhos. “César,” ela murmurou, imediatamente sentando-se com um olhar surpreso. “Você… voltou?”

“Voltei.” O sorriso atencioso de César cresceu, seus olhos se inclinando para o lado. “Sentiu minha falta?”

Adeline foi honesta, balançando a cabeça. Não era como se a camisa dele que ela estava abraçando já não fosse uma dica suficiente.

César levantou-se, sentando-se na borda da cama e cruzando as pernas. “Então por que você não me ligou para que eu pudesse vir te buscar?” ele perguntou, apoiando a cabeça inclinada com uma mão fechada. Seus olhos estavam curiosamente focados nela.

Adeline piscou, franzindo a testa. “Hum, você tinha negócios, não tinha? Não tenho certeza se é certo fazer isso só porque eu estava com saudades.” Ela riu.

Mas César não estava divertido. “Você acha que eu não deixaria qualquer coisa por você?” ele questionou, seu tom cheio de seriedade.

“Hã?” Ele estava irritado? Por que ele soava tão irritado? Ela disse algo errado? “Eu não… entendo.”

“Venha aqui.” César fez sinal com o dedo para ela, ordenando que ela se aproximasse.

Adeline estava confusa e um pouco surpresa, mas mesmo assim, ela obedeceu, levantando-se da cama e caminhando até ele.

César desfez o cruzamento das pernas e deu um leve tapinha em seu colo. “Sente-se.”

“César, tem algo-”
“Sente-se.” César não a deixou terminar suas palavras.

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