Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 177
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177: Eu nunca volto atrás nas minhas palavras 177: Eu nunca volto atrás nas minhas palavras A respiração ofegante de Adeline era alta, e ela não conseguia tirar os olhos dele.
Se ela achava que ele sempre parecia incrivelmente bonito, a situação era diferente agora. Ele estava tão sedutor, com aquela expressão de êxtase no rosto — algo que ela não tinha realmente conseguido ver direito.
Ela estava explodindo de excitação, sem sequer perceber como o seu cheiro estava se tornando cada vez mais doce. Conseguir torná-lo impotente e à sua mercê daquela maneira causava uma espécie de orgulho que borbulhava em seu peito.
Havia tanta empolgação em saber que ela podia lhe proporcionar tal alívio e prazer apenas com as mãos. Algo que ela sabia muito bem que nenhuma outra mulher jamais conseguiria fazer com ele.
— Adeline. — A súbita rachadura na voz aprofundada de César foi suficiente para ela saber que ele estava perto, mas ela não ia deixar ir. Seus olhos se ergueram para encontrar aquele par de verdes florestais, e ela nunca perdeu o contato visual com ele, assistindo-o desmoronar.
— Droga, princesa! — César respirava pesadamente, estendendo a mão para acariciar-lhe a bochecha. — Você fez um ótimo trabalho.
Ele inclinou-se para frente, beijando-a gentilmente nos lábios e depois distribuindo muitos mais pelas suas bochechas.
— Isso faz cócegas, César. — Adeline riu, e César recuou para bagunçar seu cabelo molhado.
— Precisamos tomar banho juntos. Nós fizemos uma bagunça. — Ele se despiu, entrando na banheira com ela. As costas de Adeline foram puxadas contra o corpo dele, e ele a fez encostar a cabeça em seu ombro.
— César, quero te perguntar uma coisa — disse Adeline, mudando de expressão.
— Pode perguntar. — César ocupava-se passando os dedos pelo cabelo dela, com alguns se enroscando em seu dedo indicador.
Um respirar fundo podia ser ouvido saindo da boca dela. Ela perguntou, — E quanto aos Petrovs? Ainda vamos… bem, nosso acordo ainda está, hum…
— Nunca volto atrás com as minhas palavras, Adeline — disse César a ela, sua voz extremamente séria. — Ainda não terminamos com eles. Uma vez que retornarmos, continuaremos de onde paramos. Cada um deles será erradicado, assim como você deseja. Lentamente e com dor.
— Entendi?
— Mhm. — Adeline assentiu, seus lábios estendendo-se em um sorriso. Dimitri e o velho devem pensar que ela desistiu deles.
Com certeza, eles apreciaram a pausa de dois meses que tinham sido dado, porque uma vez que ela e César voltassem, ah, todo o inferno com certeza iria se soltar.
— Eu te amo, César — Adeline murmurou subconscientemente, quase em um sussurro, e César, que não esperava que ela dissesse isso do nada, piscou.
Houve um momento de silêncio antes dele envolver seus braços ao redor do corpo dela, enterrando o rosto em seu pescoço. — Adeline. — Ele respirou o nome dela, quase como se estivesse suspirando seu nome em alívio.
— Você me faz perder a cabeça às vezes, sabia?
As pálpebras de Adeline tremelicaram, o corpo dele quente contra o dela. Ela não disse nada em resposta, mas sim segurou a mão dele com a dela, encostando-se completamente para se fundir a ele.
— Só você, César. — Desta vez foi um sussurro, mas César ouviu cada sílaba, e seu abraço apertou afetuosamente ao redor dela.
— Só eu. — Ele disse, afirmando.
——
Adeline sentou-se na cama, com as pernas cruzadas, enfrentando Yuri, que tinha realizado um check-up nela por ordem de César.
Ele sorriu meio sem jeito para ela e se levantou da cama. — Você está perfeitamente bem. Sua lesão na cabeça está muito melhor agora, e você ficará completamente bem em mais alguns dias.
Adeline assentiu e observou ele se virar para sair, mas tendo algo a dizer para ele, ela se levantou da cama.
— Yuri. —
Yuri parou, virando-se para olhá-la. — Sim? Há algo em que eu possa ajudá-la?
— Não… exatamente. — Adeline balançou a cabeça. Ela ficou parada um momento antes de se curvar profundamente em um pedido de desculpas. — Peço desculpas por tudo o que aconteceu. Não tenho desculpas, e espero que você possa me perdoar pelo que fiz.
Yuri ficou surpreso, piscando de forma desajeitada. — Oh, não, não, por favor, não peça desculpas para mim. — Ele acenou com a mão para ela, apressando-se em endireitá-la. — Já não estou mais bravo com você, então não precisa se preocupar com isso.
Adeline sorriu para ele. — Ainda assim, sinto muito. Eu causei uma bagunça enorme e-
— Não. — Yuri balançou a cabeça. — Sou eu quem deveria pedir desculpas. Nikolai estava certo. Não deveria ter dito aquelas coisas horríveis. Você ainda é humana em todo sentido, e eu deveria ter compreendido isso.
— O que você fez ao César foi terrível, mas de uma perspectiva diferente, ainda é possível entender que você era humana e que não se podia esperar muito. —
— A única coisa que eu deveria ter considerado era se você se sentia culpada, se arrependia ou não. Se estava disposta a consertar as coisas e se redimir pelos seus erros. Você fez cada uma dessas coisas, então, realmente não há nada pelo que você deva se desculpar.
Ele continuou, — A única pessoa que merece seu pedido de desculpas e precisa dele é o César, mais ninguém. — Um sorriso apareceu em seu rosto. — Peço desculpas pelas coisas que eu lhe disse. Fui longe demais, e não deveria. Seria bom se você não levasse nada daquilo a sério. Eu não queria dizer aquilo, foram apenas algumas palavras horríveis que eu disse em um acesso de raiva.
Ele se curvou profundamente em um pedido de desculpas para ela e se endireitou com um olhar caloroso no olhar. — Se precisar de alguma coisa, por favor, me avise. Estarei logo abaixo.
Adeline nem conseguiu dizer uma palavra. Seus olhos estavam nele enquanto ele se virava para sair do quarto.
Nikolai não tinha permitido que ela se desculpasse com ele, pois ele não estava de modo algum irritado com ela.
Mas Yuri? Isso não era o que ela esperava.
Ela pretendia se desculpar apenas para que os papéis se invertessem. O que Nikolai lhe disse?
Um sorriso suave não pôde deixar de surgir em seus lábios. Ela caiu de volta na cama e suspirou profundamente.
Ela não tinha certeza de quando César voltaria, mas ela precisava informá-lo antes de voltar para o seu apartamento na Itália e buscar seus itens e documentos importantes.