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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 174

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  3. Capítulo 174 - 174 Use Suas Palavras 174 Use Suas Palavras Adeline não
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174: Use Suas Palavras 174: Use Suas Palavras Adeline não respondeu, apenas deitou-se, olhando para ele com olhos vidrados. Gotas de lágrimas caíam de suas pupilas, e enquanto ela esperava se ajustar completamente a ele, César a beijou carinhosamente desta vez. Ele não queria que ela entrasse em pânico, independentemente de sua intenção de bagunçá-la completamente.

Ele saiu quase por completo antes de empurrar para dentro novamente, seus dedos entrelaçados aos dedos menores dela.

“Mmm!” Adeline jogou a cabeça para trás contra o travesseiro quando a crista do comprimento dele pressionou sobre e contra seu ponto sensível. “B-bem ali. Oh Deus!”

“Você está indo muito melhor do que na primeira vez, zaika,” César rosnou, inclinando-se para morder seu ombro e alimentá-la mais de si. Um empurrão constante para dentro e para fora. “Eu não poderia esperar mais. Você foi feita para mim.”

O elogio dele, é claro, não parou por aí.

Ele deixou claro o quão bem ela o estava recebendo.

Quão linda e preciosa ela era! Ele a amava e não conseguia se conter com como a palavra ‘perfeição’ se encontrava em sua total existência.

César falou quente e intensamente, seus dedos se entrelaçando mais apertadamente aos dela. “Você me ama, não é, princesa?”

“Você disse que me amava, que me queria, e que, qualquer coisa, só eu poderia fazer por você, nenhum outro homem.”

“Você não fugiria de mim novamente, certo?” Seu rosto estava enterrado na curva de seu pescoço enquanto ele a penetrava mais forte.

Adeline, que podia entender suas palavras, forçou-se a acenar com a cabeça para ele em meio a seus pensamentos confusos. “Eu não vou, César. Eu amo você. Só você—caralho.”

César sorriu de forma dentuça, seu hálito quente soprando em sua pele. “Você pertence a mim, não pertence?”

Adeline acenou freneticamente para ele. “Sim! Eu pertenço a você!”

“Seu tempo, seu sorriso, suas palavras e sua existência são todos meus. Você nunca amará nenhum outro homem além de mim. Você não pode sorrir para outro homem, e seu tempo não pode ser destinado a outro se não for eu. Você entende, boneca?” César se ergueu para olhar em seu rosto, e com olhos cheios de lágrimas, Adeline acenou.

Seu rosto estava uma completa bagunça. “Use suas palavras, Adeline,” ele disse a ela, sua mão direita agarrando e envolvendo suas pernas em torno de sua cintura.

“S-sim, César. Só você e somente você, eu prometo!” Ela estava soluçando nesse ponto, completamente sobrecarregada por tudo, por ele e pelo prazer incrível que ele lhe dava.

César se contorcia dentro dela, e sua mente se derretia em uma onda esmagadora de êxtase. “Seu afeto deve ser somente para mim. Esses olhos lindos só podem brilhar e queimar por mim. Eles são meus, cada centímetro de você. Feito para mim e nenhum outro homem.”

Adeline aceitou o beijo demorado e preguiçoso, sentindo-se prestes a perder a razão.

Aquele sentimento que se apertava em seu estômago estava lá, e ela sabia que estava muito perto.

Mas ela podia sentir algo—uma sensação muito desconhecida, formando-se em seu estômago.

“César.” Seu corpo tremia. Ela não tinha certeza do que era, mas estava esticando suas entranhas. Sem mencionar o corpo de César, que estava queimando tão quente contra sua pele.

Ele estava doente? O que estava acontecendo?

Ela conseguiu olhar em seu rosto, mas os olhos deste homem estavam fechados. Ele não estava saindo, e Adeline sentia que cada última gota de força que possuía estava sendo sugada.

O prazer do que quer que César estivesse fazendo com ela estava transbordando tanto que ela soltou um grito, mordendo seu lábio inferior e tirando sangue. Algo estava se formando dentro de sua barriga.

“Ah, foda-se!” César grunhiu, sua pegada no lençol de cada lado de sua cabeça se apertando. “Eu vou te dar um nó, Adeline. Te encher de filhotes. Muitos e muitos deles.” Ele estava completamente fora de si.

Quem sabia que seu cio entraria no segundo em que ele colocou as mãos nela?

Caralho, nada era realmente possível se não fosse com ela, nem mesmo o seu maldito cio.

Adeline estava atenta às suas palavras, ainda sem ter certeza do que ele queria dizer. Ela estava uma bagunça completa, e seus pensamentos estavam todos confusos.

Soluços abafados saíram dela, e César usou seu polegar, limparando-os. “Você vai aceitar meu nó, não vai, princesa?”

Adeline não conseguiu responder. Seus olhos estavam revirados para dentro de seu crânio, seu corpo se contorcendo sob o homem maior.

“Olha como você se aperta no meu nó, bonita.” César rosnou, respirando pesadamente. “Não quer soltar.”

Sem dar a ela a chance de dizer uma palavra, ele a segurou, deixando seu nó se formar. E enquanto isso acontecia, ele acariciava seu cabelo carinhosamente e mordia em sua glândula, marcando-a novamente.

Adeline não pôde evitar chorar com o prazer que veio com ele a dando um nó. Ela ainda olhava com César enquanto sua barriga crescia um pouco, formando um pequeno volume de bebê.

“Oh Deus…” Adeline sussurrou, piscando os olhos freneticamente.

O que diabos estava acontecendo?

“Fofo.” A palavra saiu da língua de César, seu rosto pintado de orgulho. Sim, ele estava absolutamente orgulhoso de si mesmo. Meu Deus, Adeline era perfeita. Até a maneira como ela recebia seu nó era um espetáculo à parte.

Ele acariciou seu abdômen, esperando até que seu nó se esvaziasse antes de poder sair.

“Você é tão linda.” Seus dedos passavam por seu cabelo, seu polegar acariciando seu lábio inferior.

Adeline fechou os olhos fracamente, derretendo-se em seu toque gentil. “Eu te amo, César.”

César deu um beijo na ponta do nariz dela. “Você é toda minha.” Ele se moveu para o lado, envolvendo seus braços em torno dela e penteando seu cabelo castanho escuro.

Adeline se aconchegou mais ao toque, agarrando-se a ele. Os toques suaves em seu rosto puxados contra seu peito eram reconfortantes, e ela foi abraçada como se fosse um ovo que poderia quebrar se não fosse segurada com o máximo cuidado.

César drapeou seu braço sobre ela possessivamente, como se a estivesse guardando.

Adeline ainda podia sentir suas pontas dos dedos correndo pelos cabelos molhados dela. Ela estava aproveitando o toque dele e ela não tinha certeza de quando acabou pegando no sono.

César, por outro lado, não conseguia parar de olhar e admirar a forma dela. Ele sabia que dar um nó nela certamente a engravidaria, mas quando? Ele não sabia.

Ele se importava? Nem um pouco!

Se o Sr. Sergey pensasse que ele não daria um nó nesta companheira humana dele, então ele estava claramente brincando consigo mesmo.

Ela era a única com quem ele iria tão longe — mais ninguém. Nem mesmo aquelas malditas e inúteis omegas.

Ninguém poderia se comparar a Adeline. Ela era tudo e tudo o que ele precisava. Mais ninguém.

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