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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 172

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  3. Capítulo 172 - 172 Relaxa pra mim vai 172 Relaxa pra mim vai Não. Adeline
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172: Relaxa pra mim, vai? 172: Relaxa pra mim, vai? “Não.” Adeline discordou.

“Eu te amo do jeito que você é, César. Eu aceitei isso, e não me importo com o que você seja. Eu te amo, só você, César. Nada mais importa.”

César sorriu, sua mão indo até a parte de trás da cabeça dela para agarrar seu cabelo. “Bom. Se você conseguir me consertar em dois meses, você pode ter cada centímetro de mim — o meu todo, de novo. Eu serei todo seu, completamente.” Seus lábios se encontraram com os dela, mesclando-se perfeitamente enquanto ele a beijava apaixonadamente, dessa vez com muito afeto depositado nisso.

Isso contradizia o que ele havia dito a ela, mas César não se importava menos. Ele a queria; o todo dele sentia falta dela, e ele ia ter a mulher que amava, senti-la novamente e refrescar cada momento com ela na sua memória.

Todo ele estava animado por ela. Cada parte dele.

Seu coração, sua alma, seu corpo — nenhum tinha a intenção de parar de amar essa mulher. Ela era perfeita para eles — tudo o que precisavam. Mas dessa vez, ela teria que reconquistá-los. Conhecer o verdadeiro valor deles e quanto significavam para ela.

Essa era a punição dela!

“Você vai ser uma bagunça completa, boneca…” César sussurrou contra seus lábios, mordendo. “…Quando eu terminar com você.”

Algo entre os olhares deles soou enquanto se encaravam profundamente.

“Você não pode mais fugir.”

O corpo inteiro de Adeline estava tremendo. Ela não tinha intenção de fugir dele, então isso nem importava.

César lambeu os lábios com fome, olhos percorrendo desde as pupilas dela até sua boca. Adeline nem conseguiu dizer uma palavra quando ele tomou posse de seus lábios, sua fome voraz por ela se elevando à maré alta.

Ele a beijou completamente e vulgarmente com a pressão de sua língua em sua pequena e quente boca.

Adeline se agarrou aos braços dele, a cabeça inclinando-se para trás enquanto César deixava sua boca para distribuir beijos pelo pescoço dela até o osso da clavícula. Ele agarrou sua cintura, descendo até o quadril, antes que suas mãos deslizassem por baixo da camisa dela para acariciar suas costas nuas.

Ela mal conseguia acompanhar o ritmo voraz que César havia estabelecido, nem mesmo certa de quando ele havia agarrado suas coxas, afastando-as para se acomodar adequadamente entre elas.

A pegada dela se apertou, preparando-se para o turbilhão de prazer porque, na verdade, ela não queria parar de jeito nenhum.

Adeline queria ser reivindicada — ser completamente arruinada por esse único homem. Ela o desejou e o quis por tanto tempo, mas cada vez, ele estava fora de seu alcance, então claro que ela ia deixar que ele manchasse o verniz de controle que ela havia aplicado e aplicado como camadas a um retrato que perdeu o significado do que deveria ter sido.

Os caninos alongados de César perfuraram seu ombro, marcando-a. Ele ia deixá-la bêbada de prazer, envenenando-a com o nível de êxtase que ele poderia oferecer a ela.

“César.” As unhas de Adeline se cravaram em sua pele.

César recuou, lambendo o sangue em seus lábios. Seu sorriso era um borrão de prazer do qual ele estava confiante em dar a ela. Ele beijou ao longo do pescoço dela e atrás da orelha, seu hálito quente aquecendo até sua espinha.

“Se você pudesse contar como seu cheiro é doce…” César zombou de si mesmo, rasgando a camisa do corpo dela. “…Você saberia o quanto está excitada por mim.”

A brisa fria atingiu Adeline, e ela instintivamente pressionou seu corpo contra ele, seus braços envolvendo seus ombros.

César a levantou da mesa em direção à cama e a deitou cuidadosamente, seu corpo pairando sobre o dela.

Ela gemeu molhadamente contra os lábios dele que haviam reivindicado os dela novamente, e enquanto ele devorava sua boca, sua mão direita deslizou para baixo, desabotoando sua calça. Ele tirou tudo dela, deixando a pequena humana completamente nua sob ele.

“Você é tão linda, boneca, cada pequeno pedaço seu.” Seus lábios percorreram seu corpo, parando por um segundo para lamber e morder a pele exposta de seu abdômen e seus quadris.

A mente de Adeline mal conseguia se acalmar e focar. Ela não tinha certeza se era o prazer dos caninos dele, mas ela estava profundamente embriagada por ele. Ela queria muito mais do que o modo dolorosamente lento com que ele a estava provocando.

Ela precisava que ele a fodesse completamente, que lhe desse prazer semelhante ao que ele já lhe havia dado antes.

E como se César pudesse dizer o que estava passando pela mente dela, um sorriso surgiu em seus lábios. “Tão ansiosa para ser arruinada. Relaxe para mim, vai?”

“Seja uma boa garota para mim, porque eu vou te saborear enquanto te desmonto.” Ele sorriu de forma maníaca, exigindo a atenção de Adeline.

As mãos dele estavam em sua camisa enquanto ele recuava para tirá-las, mas Adeline, que não ia ficar deitada esperando, levantou-se de joelhos, aproximando-se dele. Ela tirou as mãos dele, pronta para fazer o trabalho ela mesma, e César deixou ela, simplesmente se ajoelhando e observando cada movimento dela.

Ele não deixou de notar como seus lindos cabelos compridos caíam, cobrindo a maior parte de seu corpo. Ela era adorável — muito linda.

Quanto mais ele a observava, mais excitado ficava. Ele ia fazer uma bagunça completa dela, e quando terminasse, Adeline talvez não conseguisse caminhar.

Não era como na primeira vez, quando ele havia sido muito gentil com ela.

Ele não a procurava de forma carinhosa essa noite. Ele a queria tanto, que o controle não estava lá de forma alguma.

Adeline ofegou, sendo subitamente empurrada para baixo na cama. Tudo havia saído de César, e ele estava acima dela, com olhos tingidos de verde e dourado, olhando vorazmente para ela.

Um par de mãos agarrou sua cintura, puxando-a para mais perto dele, e Adeline mordeu a bochecha por dentro no momento em que seus lábios encontraram sua pele.

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