Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 168
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168: Certo! Combinado 168: Certo! Combinado Dimitri cerrava as mãos em punhos, começando a se irritar.
“Que diabos você quer?”
Diana levantou os olhos para encontrar o olhar ameaçador dele. “Eu sei que você não a vê há quase quatro meses. Mas, e se eu te disser onde ela está agora?”
Dimitri sentiu seu coração pular uma batida.
Adeline? Ela estava na Itália?
“E o que te faz pensar que eu quero saber?” Ele fingiu desdém, zombando.
Diana bufou, revirando os olhos para ele. “Ah, por favor. Nós dois sabemos o que ela fez com você e que você quer vingança. Não só isso, mas tenho certeza que você não suporta a ideia dela estar com César e não com você.”
“Não se preocupe, eu sei como é. César também era meu, mas aquela vadia o roubou de mim assim como César a arrancou de você. Agora, podemos nos ajudar, é por isso que estou aqui.” Ela inclinou a cabeça, apoiando-a com a mão fechada. “Eu vou te dizer onde ela está, e você pode fazer o que quiser com ela. Em troca, César será todo meu. Não é um ganha-ganha para nós dois?”
“Você não gosta desse acordo? Eu até vou ajudar e garantir que você coloque as mãos nela.”
Dimitri observou o rosto dela se estender em um sorriso mais amplo, e ele não conseguiu deixar de começar a ponderar.
Será que ele realmente seria capaz de ter Adeline de volta, só para ele novamente? E até mesmo ter a oportunidade de fazê-la pagar pelo que ela fez a ele e a seu pai?
Um suspiro profundo escapou de seu nariz, e ele voltou sua atenção para Diana. “Certo! Acordo feito.”
Diana aplaudiu levemente, levantando-se da cadeira. “Adeline está com César aqui mesmo na Itália. Vou te enviar a localização. Mas você terá que esperar até que eu consiga tirá-la dele, depois você pode proceder como quiser para lidar com ela.”
Dimitri levantou uma sobrancelha para ela. “Por que você está fazendo isso, no entanto? Por que está me ajudando?”
“Não se adiante. César te odeia, e você é automaticamente meu inimigo. Não gosto nem um pouco de você.” Diana deixou claro, lançando-lhe um olhar de desdém. “Mas, por outro lado, eu não gosto quando o que me pertence é arrancado de mim. Especialmente por alguém como aquela vadia. Eu simplesmente quero o que é meu.”
Ela deu de ombros, tirando o telefone. “Coloque seu número.”
Dimitri hesitou, mas deu o número a ela, e em troca, Diana anotou a localização da propriedade do César na Itália, onde Adeline estava no momento.
“Eu te ligo.” Com isso, Diana saiu do escritório.
Dimitri só pôde ficar parado, olhando para a porta fechada.
Isso era real? Adeline… estaria ao seu alcance novamente?
Ele não percebeu quando seus lábios começaram a se curvar no sorriso mais assustador que ele já havia feito.
“Ah, será divertido!”
————
Sendo chamado inúmeras vezes em um dia por Romano, César finalmente cedeu, decidindo ver o rapaz.
Yuri abriu a porta do escritório de Romano, e César entrou, com o olhar se estendendo até a mesa onde Romano estava, carimbando alguns documentos.
Ao cheiro de seu perfume, Romano levantou a cabeça, encontro o olhar dele. Um brilho alegre acendeu em suas pupilas, e seus lábios se alargaram em um sorriso.
“Tzar, você realmente veio!” Ele colocou os documentos de lado, levantando-se da cadeira para correr até César, cujo rosto se enrugou à medida que ele se aproximava.
“Não me toque, Romano!” César advertiu. “Não ouse me abraçar—”
Romano envolveu os braços ao redor dele, abraçando-o profundamente. “Mas eu vou. Eu estava preocupado desde a última vez que te vi.”
“Tire suas mãos de mim agora mesmo!” César rosnou para ele, empurrando-o. Ele comeccedil;ou a tirar a poeira do terno como se tivesse sido abraçado pela criatura mais suja da terra.
Romano franziu a testa, levantando a mão para tocar seu peito. “Isso doi, Tzar.”
César lançou um olhar de ‘não me importo’.
“O que você me chamou aqui para fazer?”
O sorriso voltou ao rosto de Romano, e ele acenou para Yuri, querendo privacidade.
Yuri entendeu e fez uma reverência antes de virar e sair. Assim que ele se foi, Romano caminhou, tomando assento na borda da mesa.
Seus olhos subiram para olhar para César, que ainda estava em pé com uma expressão impaciente.
“Você se importa de sentar?”
“Não,” César respondeu apressadamente. “Eu não tenho intenção de passar menos de cinco minutos aqui, então não.”
“Caramba, você é tão difícil,” Romano murmurou para si mesmo.
Mas César, claro, ouviu. Ele se virou, procedendo para sair, no entanto, Romano foi rápido em chamá-lo de volta.
“Espere! Me desculpe!” Ele agarrou sua mão, puxando-o de volta. Um suspiro profundo escapou de seu nariz. “Como você tem estado? Você não ligou ou disse nada para mim desde aquele dia, e eu estive preocupado.”
“Você poderia ter me perguntado isso pelo telefone. Não sei porque diabos você me fez vir até aqui.” César olhou para ele com a ponta de seu sapato batendo impacientemente no chão.
Um suspiro pode ser ouvido saindo de Romano. “Quanto tempo você vai ficar assim comigo? Você nunca vai querer recomeçar comigo?” ele perguntou, genuinamente curioso. “Eu sei que eu errei, mas você não consideraria me dar mais uma chance? Eu até mesmo me redimirei pelo que fiz.”
César não lhe deu uma resposta, mas sim beliscou entre as sobrancelhas.
Romano sabia que o que sairia de sua boca no próximo momento não seria bom, então ele foi rápido em desviar do assunto.
“Yuri me contou o que aconteceu,” ele disse.
César imediatamente lhe lançou um olhar. “Ah.”
Romano assentiu, levantando-se da mesa para se aproximar dele. Ele ficou diante dele e o agarrou pelos ombros para olhar em seus olhos.
“César…”
César olhou para ele, confuso e perdido. “O quê?”