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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 167

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167: Olá… 167: Olá… Adeline não conseguia se mexer. Ela simplesmente cairia se tentasse.

Sua vida parecia completamente arruinada, e não parecia que seria consertada tão cedo. Se ela soubesse que as coisas seriam assim, nunca o teria deixado. Ela teria ficado com ele independentemente de quanto espaço ela desejasse.

Ele não seria assim com ela para sempre, certo? As coisas melhorariam, certo? E ele voltaria a amá-la como costumava amar antes, certo?

Mas, oh, ele a amava. O homem estava bastante ferido — algo que ele sabia que precisava curar, e a pessoa que ia fazer isso havia sido devolvida a ele.

Tudo que seria necessário era apenas um pouco mais de tempo.

Deitando-se na cama cansada, Adeline não tinha certeza de quando acabou adormecendo com os olhos inchados e cheios de lágrimas.

De alguma forma, ela desejava que tudo não fosse nada além de um sonho — um pesadelo do qual ela pudesse acordar.

César a amava — ele ainda amava.

…..

Do lado de fora da porta, César esperava e, até que ela parasse de chorar e ele confirmasse que ela havia adormecido, ele respirou fundo, virando-se para caminhar até o escritório. Mas ele encontrou Yuri, que se aproximara dele.

— Senhor, você ainda a ama tanto, não é? — perguntou ele, um sorriso cínico evidente em seu rosto.

César não respondeu. Ele não queria.

Yuri assentiu, percebendo que ele não negava. — Eu pensei sobre isso, e talvez… você poderia, eu não sei, dar a ela uma chance para explicar. Nikolai está certo. Ela deve ter tido um motivo, e pela condição dela, está claro que ela também estava em agonia, estando tão longe de você.

— Talvez você pudesse ouvi-la apenas uma vez e ouvir o que ela tem a dizer. Conheça o motivo dela antes de decidir se realmente quer romper o vínculo ou não. — Ele sorriu, respirando fundo.

César ficou calado por alguns segundos antes de se afastar sem dizer uma palavra.

Yuri virou-se, observando enquanto ele desaparecia de vista para seu quarto.

— Que bagunça isso se tornou.

———
No escritório de seu apartamento na Itália, Dimitri sentava-se, observando o telefone sobre a mesa. Ele deveria ter chegado muito mais cedo para o leilão, mas infelizmente não chegou a tempo. Não só isso, mas foi culpa dele também, e bem naquele momento, ele estava sendo repreendido pelo seu pai, que finalmente havia acordado de seu coma.

O Sr. Petrov queria aquele colar para Alexandra, que o desejava. Mas é claro, seu filho tolo perdeu seu voo um dia antes do leilão. Se ele tivesse ido uma semana antes, nada disso teria acontecido.

— Papai, me desculpe. Não foi exatamente minha culpa. Mikhail tinha—
— Cale a boca, eu não quero mais suas desculpas, — gritou o velho do outro lado do telefone. — Pegue o primeiro voo amanhã de manhã e volte para casa o mais rápido possível.

— Sim, pai. — Dimitri beliscou sua testa assim que seu pai desligou o telefone. — Ok, entendi. Eu deveria ter ido uma semana antes, mas eu tinha negócios sérios com os quais estava lidando. Como exatamente é minha culpa? Eu perdi o voo, e foi tudo culpa do Mikhail.

— Droga! — ele murmurou para si mesmo, irritado.

Um riso escapou dele enquanto pegava seu telefone para ligar para Mikhail e reservar um voo, no entanto, a porta de seu escritório foi aberta, e o suposto homem estava entrando.

— Senhor. — Mikhail curvou-se para ele.

Dimitri imediatamente lançou-lhe um olhar furioso. — Seu idiota. Estou levando bronca do meu pai por sua causa! Não avisei você sobre—
— Senhor, alguém está aqui para vê-lo. — Embora Mikhail não quisesse interromper, ele não teve escolha senão fazer isso porque logo atrás dele estava alguém, uma mulher, que era bastante familiar.

Dimitri inclinou a cabeça, observando por um longo tempo esta mulher, que aparentava ter por volta de vinte e oito anos.

Ela era alta, com 1,75 m, corpo esguio vestido com calças de couro preto, um top curto justo e botas cobrindo seus pés até passar do tornozelo. Seus olhos cinzentos eram do tipo claro, e seu cabelo loiro caía até parar logo acima da cintura.

Quem era ela? Ele nunca a havia visto antes. Dimitri tinha certeza de que se lembraria de uma mulher tão bonita se a tivesse visto em algum lugar.

Bem, essa mulher encantadora era ninguém menos que Diana, parada com os braços em júbilo e um sorriso no rosto.

Ela estava observando Dimitri tão atentamente quanto o homem a observava.

— Oi. — Seu sorriso se estendeu de forma sedutora.

Dimitri piscou, limpando a garganta. — Olá…

— Quem… você é? — Ele estava confuso.

Diana passou por Mikhail para se aproximar dele. — Você pode não me conhecer, mas eu conheço você. Não nos encontramos exatamente cara a cara, mas com certeza nos encontramos, pelo menos no leilão.

Dimitri franziu a testa.

— No… leilão?

— Exato, — confirmou Diana. — Eu estava com César, — disse ela, caminhando para se sentar na cadeira.

Dimitri imediatamente virou-se para olhar para ela, lembrando-se de ter visto alguém parecido com ela naquele leilão. Quanto mais ele lembrava, mais franzia a testa.

Ele marchou até lá, batendo as mãos na mesa bem na frente dela. — Para alguém que trabalha para aquele idiota, você certamente tem muita audácia entrando aqui com um rosto cheio de sorrisos.

— Eu suponho que sim. — Diana deu de ombros. Ela não estava com medo — nem um pouco. Se ela quisesse matar todos eles naquela sala, não precisaria de muito para fazer isso. Ela precisaria de apenas alguns segundos.

— …Mas a diferença é que eu não estou aqui como sua inimiga. Estou mais aqui como uma amiga, eu acho. —
— O quê? — Dimitri franziu a testa, confuso. — O que você quer dizer com isso?

— Estou aqui por causa de sua esposa. — Diana imediatamente tapou a boca com a mão. — Oop, eu quis dizer, ex-esposa. Perdoe minha boca afiada.

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