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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 166

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166: Por que eu deveria acreditar em você? 166: Por que eu deveria acreditar em você? Adeline era tão bela quanto sempre fora, mas parecia miserável e doente. Era quase como se ela estivesse passando pela mesma agonia que ele passou.

Será que isso seria possível? Será que Nikolai estava certo quando disse que ela talvez não tenha vivido bem depois de deixá-lo?

Mas, se sim, por que ela nunca voltou para ele? Se ele não a tivesse encontrado, ela nunca teria retornado, certo?

César estava muito conflitante, sem saber o que pensar ou acreditar naquele momento.

Seu polegar esfregava contra o lábio dela e em seus olhos, algo possessivo e buscando reivindicar queimava neles. Ele se aproximou, subconscientemente enterrando seu rosto em seu pescoço.

Ali estava o cheiro dela. Ele tinha sentido muita falta. Era o mesmo — tão doce, como ele lembrava.

Um sorriso puxou seus lábios, e ele de repente percebeu que ela não tinha estado com mais ninguém além dele. Se tivesse, seu cheiro teria sido contaminado por essa pessoa.

Mas não, era o mesmo — puro e doce, como sempre fora.

Por que ela não se misturou com ninguém, no entanto? Ela o deixou. Certamente, ela teria querido. Ou, ela nunca quis? Apenas por ele?

Ela realmente o amava como tinha dito a ele naquela época? Foi por isso que ela nunca tentou deixar outra pessoa entrar e manter seu cheiro intocado apenas por ele? Ela acreditava que eles se encontrariam novamente?

Ah, minha, ela é realmente minha… Ela é nossa, toda nossa…

Uma risada escapou de sua garganta, e ele se afastou para olhar o rosto dela mais uma vez. Ele sentou na cama, envolvendo os braços ao redor dela e puxando-a para cima dele.

A maneira como ele a segurava era possessiva, como sempre fora. Não havia intenção de soltar, e quanto mais ele pensava, mais forte era seu aperto nela. Mas ele foi rápido em afrouxar o abraço, não querendo machucá-la.

Ela teve sorte, porque não encontrou ninguém além dele. Ele teria procurado, e teria matado quem quer que fosse.

Adeline pertencia a ele, não importa quantas vezes ela tentasse fugir dele. Apenas ele poderia tê-la, tocá-la, e possuí-la. Seu tempo, sua respiração, seu sorriso, suas palavras, e o mero fato de ela existir, tudo pertencia a ele. Tudo dele, e ninguém poderia mudar isso!

Nem mesmo a própria Adeline.

Ela fugiu dele em primeiro lugar, o que foi um erro, mas com certeza não aconteceria novamente. Ele deveria puni-la para fazer com que ela entendesse que nunca se sentiria completa sem ele.

Ela precisava dele tanto quanto ele precisava dela, e não importa quantas vezes ela fugisse, ela sempre voltaria para ele no final.

— Boneca… — César enterrou seu rosto na dobra do pescoço dela, seus caninos se alongando. Eles perfuraram lentamente sua pele e imediatamente começaram a sangrar.

Sua mão se embolou na parte de trás do cabelo dela, e ele mordeu sua glândula de acasalamento, marcando-a novamente em cima da que havia desaparecido completamente.

Ele iria consertá-la e juntar suas peças novamente, como ela costumava ser. Ela seria saudável como nunca, e claro, ele faria o que tinha que fazer por ela como seu companheiro.

Contudo…

Ele não completou seus pensamentos, um suspiro suave escapando de seu nariz. Ele se afastou com caninos ensanguentados e observou enquanto a marca de acasalamento se formava em seu pescoço.

A doença de acasalamento deveria desaparecer pela manhã, e ela ficaria livre dela.

César a soltou, procedendo para deitá-la de volta na cama, mas Adeline abriu seus olhos cansados, vendo seu rosto como a primeira coisa.

Houve um momento de silêncio entre os dois antes dos olhos de Adeline se arregalarem e ela se levantar de supetão da cama, envolvendo os braços ao redor do seu pescoço e puxando-o para um abraço apertado.

— César, eu sinto muito. Eu realmente sinto muito. Por favor, não me deixe. Me ouça. — Ela começou a chorar no ombro dele, continuando de onde tinha parado. — Eu sei, eu sei que eu te machuquei, e eu realmente não queria. Eu não ia te deixar como você pensou. Eu ia voltar para você, eu prometo, mas-
— Solta, Adeline. — César tirou seus braços de seu pescoço e levantou-se da cama. — Você deve dormir. — Ele virou-se para sair do quarto, mas Adeline se apressou em sair da cama e segui-lo.

Contudo, como se suas pernas fossem nada além de gelatina, ela caiu no chão de joelhos, com as palmas das mãos pressionando o chão para apoio.

Sua febre estava alta, e ela respirava ofegante e quente, quase como se pudesse desabar novamente.

César parou, virando-se para olhar para ela. Ele se aproximou dela, agarrando-a pelos sovacos para levantá-la na cama. — Você está fraca. Não deveria sair da cama ou você vai cair. —
Não importa o quanto ele tentasse esconder, ficava claro que ele se importava — ele se importava demais por ela, era impossível ignorá-la quando ela estava assim.

Isso estava machucando-o ao vê-la dessa maneira, com o rosto cheio de lágrimas e patética.

Suspirando, ele procedeu a sair, mas Adeline segurou seu pulso, balançando a cabeça para ele. — Por favor, não me deixe… Eu imploro. Eu me sinto tão cansada, e eu não sei mais o que fazer. —
— Eu me sinto doente, enjoada, e… Por favor, César, isso está me matando. Eu sinto muito, eu realmente sinto. Eu amo você, eu nunca parei, e eu não estou mentindo para você. Por favor, acredite em mim. — Seu choro tornou-se fraco e abafado.

César poupou-lhe um olhar. — Por que eu deveria acreditar em você? Você acreditaria em mim se estivesse no seu lugar? —
Adeline pestanejou ao questionamento dele, completamente sem palavras. Ela não tinha uma resposta para sua pergunta e só podia sentar, olhando para ele, seu aperto em sua mão se apertando.

Ela sabia que ele ia sair daquele quarto nos próximos segundos, e ela não queria isso. Ele tinha que ficar, mesmo que por um pouco.

— Durma, — César disse, tirando a mão dela e se afastando.

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