Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 162
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162: Ele Não Vai Sair e Não Vai Te Ver 162: Ele Não Vai Sair e Não Vai Te Ver Adeline só conseguia ficar em pé e observá-lo desaparecer de sua vista. Ela se ajoelhou, agarrando seu peito com tanta intensidade interior.
Não, ainda havia amor em seus olhos. César não a odiava como estava tentando provar.
Ele estava apenas bravo com ela. Sim, era isso. Ela só tinha que consertar as coisas, tinha que melhorar e explicar a ele. Ela só tinha que fazê-lo entender!
Mas… será que apenas consertar tudo iria melhorar a situação? Seria… suficiente?
Esta era a chance dela. Ela não podia deixar esse homem ir embora! Era claro que ele não tinha intenção de machucá-la fisicamente. Ela precisava ir atrás dele, ou então poderia nunca mais ter uma oportunidade dessas.
Deixá-lo escapar de seu alcance seria o pior erro que ela poderia cometer.
As coisas ainda poderiam funcionar. Ela o amava tanto quanto antes, e embora não tivesse certeza de até onde o amor dele havia ido agora, ela ainda podia sentir que estava lá.
O César que ela conhecia teria a matado se realmente a odiasse no segundo em que pôs os olhos nela.
Beijá-la foi prova suficiente disso.
Enxugando suas lágrimas, ela se levantou do chão e correu para fora do banheiro a fim de alcançá-lo. Eles ainda iam coletar o colar antes de partir, então havia uma grande chance de que ela pudesse alcançá-lo.
“César… por favor, não vá,” Adeline murmurava para si mesma enquanto corria pelo corredor, descendo as escadas, com as mãos agarrando seu vestido.
“Oh Deus,” ela murmurou, as lágrimas escorrendo de seus olhos e secando em seu rosto.
Por sorte, ela conseguiu chegar do lado de fora do prédio até César, mas mesmo vendo-a, ele não parou ou disse uma palavra. Em vez disso, entrou no carro e seguiu dirigindo com Yuri e Nikolai.
Mas ela iria desistir? Não!
Adeline foi rápida para chamar um táxi, seguindo o homem até sua propriedade na Itália.
Mas mesmo quando ela chegou à sua propriedade aberta, sem restrição de portão, mas sim um vasto gramado, ela não conseguiu entrar porque César havia se mudado para a mansão, deixando-a do lado de fora.
O céu estava todo escuro, e como no dia anterior, a chuva começou a cair, encharcando Adeline, que se recusava a ir embora.
Ela olhava para o prédio, seu peito subindo e descendo com respiração pesada. “César!! César, por favor, só me escute! Por favor!!”
Mas nenhuma resposta veio.
Era claro que o homem não se importava se ela estava lá fora na chuva. Ele já havia deixado claro que não a queria lá.
“César, eu sei que você pode me ouvir! Por favor, mesmo que seja por alguns segundos. Só diga uma palavra para mim, está bem? Deixe-me explicar, por favor!!” Adeline ainda chorava e gritava seu nome, esperando fazê-lo sair.
Mas mesmo depois de trinta minutos de espera, César não mostrava sinais de sair. A essa altura, Adeline já estava de joelhos, pesadamente molhada pela chuva.
Seu cabelo encharcado estava grudado em seu rosto, assim como seu vestido. Ela usava as mãos para jogar o cabelo para trás, tirando-o do caminho.
Mesmo que tivesse que esperar lá fora a noite toda, ela faria isso desde que isso significasse que César a deixaria entrar. Não, ele nem mesmo precisava deixá-la entrar. Ela só precisava que ele saísse e a visse.
Um soluço escapou dela, os olhos vermelhos e inchados erguendo-se no momento em que o som dos passos de alguém começou a ressoar.
Era Nikolai se aproximando com uma expressão preocupada no rosto.
“Adeline,” o nome dela, era suave, vindo dele.
E Adeline só podia ajoelhar, olhando para cima em sua direção. “N-Nikolai. Escute, me desculpe. Não é o que vocês pensavam que era. Eu não—”
“Ele não vai sair, e também não está disposto a vê-la. Por favor, vá para casa,” Nikolai implorou, com medo de que ela pudesse ficar doente por tanto tempo que havia ficado ajoelhada na chuva.
Mas Adeline estava decidida. Ela falava sério quando decidiu ficar sob aquela chuva até que César a visse. Sair dali até que ele o fizesse não era possível. Ela não arriscaria.
“Não posso, Nikolai. César vai me deixar. Você não entende. Ele vai me deixar se eu não esperar aqui.” Ela estava soluçando nesse ponto, não sendo mais capaz de derramar mais lágrimas.
Nikolai fechou os olhos por um momento, respirando fundo para se acalmar.
O que ele deveria fazer?
Ambos eram teimosos. Um não sairia, e o outro não iria embora.
Até mesmo Yuri não estava disposto a intervir. Ele estava claramente bravo com Adeline, o que piorava toda a situação.
Que diabos eles esperavam que ele fizesse?
“Adeline.” Nikolai se agachou na frente dela, abrigando-a com o guarda-chuva que segurava. “Escute, você tem que ir. Você vai ficar doente se não for, e isso vai piorar toda a situação. Você pode ir para casa e voltar amanhã, que tal? Eu até ajudarei você a conversar com ele.”
Ele sorria suavemente para ela, esperando convencê-la a partir.
Mas Adeline balançou a cabeça, relutante.
“Você não entende, Nikolai. Não é realmente o que vocês pensaram. Eu-I não o deixei. Eu ia voltar, mas estava com medo. Eu só podia esperar, esperando que eu o encontrasse algum dia. Eu pensei que seria melhor do que voltar e arriscar minha própria morte mesmo depois que ele me avisou para não aparecer na frente dele,” ela tentava explicar para ele.
“E agora que nos encontramos, eu preferiria morrer sob essa chuva do que sair daqui. Não até que ele me veja.” Um espirro forte escapou dela, e ela tremia violentamente, claramente começando a pegar um resfriado.