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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 161

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161: O Jogo Terminou 161: O Jogo Terminou Seu cheiro havia preenchido o nariz de César, e ele conseguia até mesmo identificar exatamente onde ela estava.

Adeline, que havia corrido para um dos banheiros próximos, apressou-se até a pia e abriu a torneira. “Merda, merda, merda!” Ela trêmula encheu as palmas das mãos com água para jogar no rosto e se acalmar.

Mas antes que pudesse, ouviu a maçaneta da porta girar.

Seu coração disparou, e ela levantou a cabeça, olhando para a porta. “Não, não, não, não.” ela balançou a cabeça furiosamente, sabendo muito bem que César era o que estava na porta.

“Abre essa maldita porta antes que eu a arrombe, Adeline.” A voz de César podia ser ouvida do lado de fora.

O peito de Adeline subiu e ela começou a respirar ofegante. “C-C-César, por favor, só me ouça. Deixe-me explicar. Não foi o que você está pensando, não é o que você pensa-”
“Abre a maldita porta, Adeline!”

Adeline estremeceu ao som do tom furioso dele. Ela nunca havia ouvido esse homem chamar seu nome de forma tão agressiva.

Quase parecia que não era a mesma pessoa.

Ela queria abrir a porta para deixá-lo entrar, mas seu corpo não se movia. Ela estava com muito medo e só podia assistir enquanto ele quebrava a maçaneta da porta.

A porta se abriu devagar, e lá estava César, com o corpo um pouco inclinado para poder passar pela porta. Ele era mais alto que a própria porta.

Com a mão, ele fechou a porta e concentrou toda sua atenção em Adeline, que começou a dar passos para trás. Em sua mente, estava completamente acabada. O olhar predatório em seus olhos, o sorriso nos lábios e o ódio que ele obviamente nutria por ela.

“Não,” ela disse, balançando a cabeça, quase começando a chorar.

César sorriu ironicamente, rindo como se estivesse olhando para o ser humano mais divertido diante dele. Um olhar de desdém estava em seu rosto, e ele só conseguia ficar observando ela de cima a baixo.

“Olha para você, Adeline. Ainda com medo de mim.” Ele deu um passo mais perto dela. “O que? Quer correr de novo? Você acha que consegue?”

O tempo todo, Adeline não conseguia falar uma palavra, apenas ficava observando-o com olhos ansiosos. “César-”
“Não fale meu nome, Adeline. Eu não quero ouvir ele da sua boca.” César riu, afastando-se. “Vai, corre. Não é nisso que você é boa? Foi feita para isso. Vai, estou deixando você correr. Corre, princesa!”

Mas Adeline balançou a cabeça furiosamente para ele. Ela não iria correr, não mais.

César arqueou uma sobrancelha para ela. “Você é uma mulher louca. Quando eu não deixava você ir, você fugia de mim, e agora que estou deixando você ir, você não quer correr.”

“O que há de errado com você?”

Adeline não encontrava seus olhos, mas ela balançava a cabeça, relutante. “César, eu juro por Deus, não foi o que você pensou. Eu-”
Um soco que rachou a parede e a fez gritar de medo atingiu bem ao lado de sua cabeça na parede, e ela sentiu sua alma sair do corpo naquele momento.

Adeline estava pálida, com lágrimas começando a brotar em seus olhos.

“Eu disse para não falar meu nome, sua filha da puta!” César gritou para seu pequeno corpo trêmulo. “Eu pareço o César com quem você brincou, hein? Aquele com quem você transou, sumiu no outro dia com o uso do meu maldito dinheiro.”

“Oh, Adeline…” Ele se pegou rindo, não porque estava divertido, mas porque estava tentando esconder o fato que isso doía ainda mais estando na frente dela.

Droga, ele ainda a amava, ainda a amava e odiava a si mesmo por isso!

Adeline cobriu o rosto com as palmas das mãos, soluçando. Ela não tinha como explicar, não sabia o que dizer. Na verdade, estava completamente perdida.

O que ela poderia dizer? Ele sequer a ouviria?

“Olhe para mim, Adeline!” César agarrou seu queixo com uma pegada forte, e Adeline chiou, apertando seu rosto cheio de lágrimas de dor.

César olhou nos olhos dela e algo que Adeline não conseguia entender passava por sua mente. Ela queria falar, dizer algo para ele, mas ainda estava com medo.

Chorar era a única coisa que ela conseguia fazer. Suas emoções estavam uma bagunça completa.

“Você… você vai-”
Seu corpo paralisou, as palavras foram cortadas e forçadas goela abaixo no instante em que um par de lábios quentes encontrou os dela, esmagando e se fundindo perfeitamente com os seus úmidos e carnudos.

Seus olhos se arregalaram, e ela sentiu a grande mão dele deslizar para a parte de trás de seu cabelo, agarrando um punhado e puxando sua cabeça para trás.

Um grito assustado escapou dela, e ela abriu sua pequena boca para ele, dando-lhe entrada. O beijo de César era áspero, cheio de frustração, irritação e irritabilidade. Ele até mordeu o lábio dela, rasgando a pele, e seus olhos se fecharam imediatamente, sentindo o gosto de metal em sua língua.

Antes que ela pudesse até mesmo registrar toda a situação, César terminou o beijo, imediatamente dando passos para longe dela.

“Merda, você tirou completamente tudo de mim!’ César esfregou seu sangue dos lábios. “Agora, não consigo mais me divertir se não for com você. Engraçado, não é?” Ele riu em zombaria de si mesmo, virando-se para sair do banheiro.

Mas Adeline correu atrás dele, agarrando sua mão. “César, por favor, espera. Só-”
César afastou suavemente suas mãos, um olhar de ódio evidente em seu rosto. Era quase como se ele não pudesse suportá-la.

“Nem pense em fugir de mim, porque eu vou te encontrar. O jogo acabou. Agora…” Um sorriso surgiu em seus lábios. “…É minha vez de te foder, e é melhor você se preparar para isso. Você verá o lado mesquinho de mim, um que você nunca pensou que veria. Vou te mostrar o que significa machucar alguém, Adeline. Você vai saber como é.”

Ele saiu andando, passando a mão pelo cabelo.

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