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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 157

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  3. Capítulo 157 - 157 Um Pecado 157 Um Pecado César não estava alucinando
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157: Um Pecado? 157: Um Pecado? César não estava alucinando! Adeline estava definitivamente naquele prédio. Ele conhecia aquele cheiro muito bem, era impossível confundi-lo.

Ele vasculhava toda a churrascaria como se fosse um homem enlouquecido. Seus olhos não tinham mais a cor verde, mas sim matizada de ouro. Ele corria para todo lugar, passando as mãos pelos cabelos em completa confusão e perdido.

Yuri, que corria atrás dele, postou-se à sua frente, estendendo os braços. “Senhor, posso saber o que está acontecendo?”

“Yuri!” César agarrou-o pelos ombros. “Ela estava aqui! Eu senti o cheiro dela!”

Yuri piscou em perplexidade.

Adeline? Mas como ela poderia estar aqui? Ela não estava na Itália? E além disso, se estivesse na churrascaria, eles não deveriam tê-la visto?

Talvez o alfa supremo estivesse alucinando.

Ele sabia o que essa coisa de companheiro poderia fazer com alguém. E a pior parte do caso de César era que ele a amava genuinamente. Ele amava Adeline como nunca havia amado ninguém antes.

Olhando em seus olhos, César podia dizer o que ele estava pensando, por isso foi rápido em balançar a cabeça negativamente para ele.

“Eu não estou louco, Yuri, eu não estou! Eu senti o cheiro dela, eu sei do que estou falando!”

E de fato, ele estava certo. Porque lá fora, Adeline, que realmente tinha estado na churrascaria, havia saído antes que ele pudesse alcançá-la. Ela havia entrado em um táxi, que partiu, e por isso ninguém mais conseguia encontrá-la na churrascaria.

“Senhor…” Yuri parecia preocupado, capaz de perceber que ela estava piorando. Ele precisava encontrar uma maneira de romper esse laço entre ele e Adeline. Se não o fizesse, ele só pioraria e poderia até perder a razão.

Eles não podiam perdê-lo — não por causa de um humano que não o merecia de forma alguma.

Havia uma maneira óbvia de romper o laço, mas o problema era que César tinha se recusado.

Morder e marcar um ômega quebraria o laço entre ele e Adeline.

Entretanto, por razões que ele não conseguia entender, César recusava. Isso deixou Yuri se perguntando se ele gostava de sua situação — Se ele desejava se perder e assistir a si mesmo se tornar algo que não queria.

Adeline havia ido embora, e provavelmente nunca mais a encontrariam. Ele queria que César percebesse isso, mas o alfa era teimoso demais.

Ele não ficaria satisfeito a menos que fizesse Adeline pagar pelo que ela havia feito com ele. Ela deveria se desculpar com ele e compensar por todas as noites de agonia sem dormir que havia lhe dado.

Lá fora, ela provavelmente estava vivendo sua vida, enquanto aqui, o homem sofria.

Por qual motivo? Tudo porque ele amava? Era um crime? Um pecado? Ele cometeu um erro? Não deveria ter se apaixonado pela mulher que foi capaz de tocar seu coração?

“Senhor, por favor, acalme-se, está bem?” Yuri sorriu para ele. “Se realmente Adeline esteve aqui, eu a encontrarei para você, eu prometo.”

“Yuri, acredi-”
“Por favor, você precisa voltar para a propriedade. Você não está em condições estáveis agora, eu imploro,” Yuri suplicou, com o coração pesado.

Nunca na vida ele pensou que veria César em tal estado, e por um momento, ele quase se deixou levar pela emoção.

Talvez ele tivesse sorte de ter tido o seu companheiro rejeitado. Ele certamente nunca desejaria passar pelo que César estava enfrentando naquele momento.

César apertou o espaço entre as sobrancelhas e respirou fundo.

“Vou para casa. Eu-eu preciso dormir.” Ele passou por Yuri e saiu da churrascaria em direção ao carro.

Yuri exalou suavemente, certificando-se de seguir atrás dele e levá-lo de volta para a propriedade em segurança.

Romano, que tinha visto tudo, só podia ficar ali, atônito e perdido.

O que diabos ele acabou de presenciar? Quem diabos estragou seu irmãozinho daquele jeito?

Havia uma intenção assassina começando a ferver em seus olhos azuis. Yuri deveria ter uma resposta!

“César!” Ele correu atrás deles, e antes que César pudesse entrar no carro, ele segurou sua mão, puxando-o de volta. “Deixe-me ir com você!” Seus olhos demonstravam sinceridade.

Mas César parecia que nem queria conversar, pois simplesmente arrancou a mão dele e entrou no carro, tomando seu lugar.

Ele encostou a cabeça na janela, fechando os olhos como se tentasse se acalmar. Não importa quão forte ele fosse ou o fato de ser um alfa supremo, o laço de companheiro não se importava.

Suas consequências muitas vezes atingiam da mesma forma a todos, e não importa o quanto ele tentava, não conseguia evitar.

Ele não tinha certeza de como era para os humanos, mas para sua espécie, era como tortura, e a dor era muitas vezes demasiada agonizante. Era a razão pela qual a maioria dos ômegas morria disso, e os únicos que tinham a possibilidade de sobreviver eram os alfas.

Nunca pensou que viveria para experimentar tal coisa. Para um homem como ele, ele não pensou que acabaria passando por isso — o que foi estragado.

“Vá encontrar quem quer que seja que ele quer. Eu cuidarei dele,” Romano disse a Yuri.

Uma leve carranca surgiu no rosto de Yuri. Ele não estava exatamente disposto a deixar César aos cuidados de outra pessoa, mesmo que fosse seu irmão.

“Mas senhor-”
“Não se preocupe. Eu garantirei que ele esteja bem,” Romano prometeu, toda sinceridade evidente em seus olhos.

Yuri respirou fundo e assentiu, dando um passo para trás. Ele deu o endereço a ele e fez questão de falar com o motorista para garantir que eles retornassem sem problemas.

Romano ofereceu um sorriso e foi se sentar ao lado do motorista. Ele sabia que César não ia gostar de tê-lo sentado ao seu lado no banco de trás — o homem não o queria por perto.

Enquanto partiam, Yuri só podia ficar ali, vendo o carro se afastar até desaparecer de vista. Ele precisava voltar o mais rápido possível. Ele não confiava em ninguém com César.

Nem mesmo Romano.

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