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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 148

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148: Isso Será Divertido 148: Isso Será Divertido César sabia que ela não responderia; o medo dela naquele momento era muito óbvio.

Uma risada rouca havia ressoado em sua garganta no segundo que Adeline desligou sem dizer uma palavra para ele.

“Isso vai ser divertido.” César se virou para Yuri e Nikolai. “Cuidem de vocês mesmos. Vamos caçar amanhã.”

Nikolai piscou, completamente assustado.

Esse não era o mesmo homem que estava enfurecido há apenas alguns minutos? Como Adeline havia mudado seu estado tão facilmente? Foi só então que eles começaram a compreender o quanto aquela humana tinha efeito sobre ele.

“Yuri, vem.” Nikolai levantou-se, erguendo o beta em seus braços.

“Tá tudo bem agora. Ele se acalmou. Deixe-me te levar de volta para a alcateia, você precisa estar no hospital.”

Um sopro fraco escapou da boca de Yuri. “Eu posso andar… Me coloca no chão.”

“Não, apenas deixe-me te levar de volta. Você vai desmaiar.” Nikolai discordou, virando-se para sair da sala.

“Se me dessem dinheiro cada vez que fui enviado ao hospital por causa do César, acho que eu estaria bem rico agora.” Yuri riu de si mesmo, cobrindo a boca imediatamente ao cuspir uma boca cheia de sangue.

Nikolai fez uma careta para ele, apreensivo. “Por favor, não faça piadas em um momento como este, Yuri. Shhh, fica quieto. Guarde essa força para a enfermeira que vai te dar uma bronca.”

Yuri não pôde deixar de rir com isso. A enfermeira o via tanto no hospital que começou a dar-lhe broncas a cada intervalo.

Era hilário.

———
Adeline, sentada no avião, olhava para o seu telefone, perdida e abalada.

Será que ele… será que o César a odiava? Não poderia ser possível, certo? Ele a amava, ele disse que sim. Não havia maneira dele odiá-la tão rapidamente, certo? Não era possível.

Mas… a maneira como ele havia falado com ela, nunca em sua vida ela pensou que César faria isso. Sua voz estava completamente tingida de hostilidade, algo que ela nunca havia ouvido uma vez sequer no tom dele ao falar com ela.

A voz do César era sempre gentil, cheia de carinho. Quase fez com que ela pensasse que o homem que havia falado com ela não era o César.

Ela quase mudou de ideia e voltou para ele, porque pensou que talvez ela realmente não precisasse partir. mas agora tudo era impossível. César ameaçou-a, e conhecendo-o, ela sabia que ele não era de brincadeira.

Ele realmente a destruiria se colocasse as mãos nela. Ela precisava correr e ficar o mais longe possível dele. Ficar escondida era a melhor escolha. Talvez em alguns meses, ele se esqueceria de que ela existia, e mesmo que alguma vez se encontrassem novamente, ela tinha certeza de que ele provavelmente não teria um rancor tão horrível quanto o que ele tinha agora.

“Me desculpe.” Ela baixou a cabeça para esconder o rosto e apertou o coração. As súbitas bolhas de lágrimas que se acumularam em seus olhos se romperam, caindo sobre o seu vestido. “Eu estou… eu realmente estou muito arrependida pelo que fiz.”

Adeline sabia que nunca poderia se apaixonar por outro homem. Ela o amava, seu coração escolheu apenas ele, mas agora esse homem não a amava mais. Ele a odiava, e ele poderia até ir tão longe a ponto de matá-la só para fazê-la pagar pelo que ela havia feito.

Ela queria explicar para ele – para ele entender exatamente o que ela tinha em mente e que não era o que ele estava pensando. Mas… ele não lhe deu tal chance.

Entretanto, ela realmente não poderia culpá-lo. Ela não teria pensado diferente se estivesse no lugar dele. Parecia completamente como se ela o tivesse usado, mesmo que essa realmente não fosse sua intenção.

Desamá-lo era impossível. Ela nunca poderia deixar de amar esse homem. Senhor, só ela poderia entender o quão fundo ela havia se envolvido com ele e isso foi mesmo sem perceber.

Aqui estava ela, chorando silenciosamente, embora tenha sido ela quem escolheu partir.

Quem saberia que tipo de expressão César teria no rosto se ele a visse novamente? Provavelmente seria uma preenchida com o mais profundo ódio.

E se ele encontrasse outra pessoa antes que eles pudessem se encontrar novamente? E se ele parasse de amá-la e escolhesse outra pessoa? Ou ele já havia feito isso? Ele poderia até chegar a um ponto em que esqueceria que ela existia.

Inspirando fundo, Adeline levantou a cabeça trêmula, enxugando as lágrimas dos olhos. “É tudo culpa minha… Ninguém mais tem culpa,” ela murmurou para si mesma, ligando o telefone para tentar ligar para o número dele novamente.

Mas mesmo depois de tentar duas vezes, a ligação não foi atendida.

César não queria falar com ela, estava claro. Ele estava falando sério em cada ameaça que fez, e em vez de insistir, ela desistiu, guardando o telefone na bolsa. Ela precisaria descobrir como lidar com as coisas. Sokolov já havia feito todos os preparativos apropriados para ela, e tudo o que precisava fazer era se estabelecer uma vez que chegasse em São Petersburgo.

E então, rapidamente mudar-se para a Itália.

——-
Olhando para o número não salvo na tela de seu telefone, César deu de ombros, jogando-o no sofá.

“Entre,” ele respondeu à batida que veio em sua porta.

Abrindo a porta, Yuri e Nikolai entraram. Junto com eles, arrastavam Arkadi, que estava rastejando de quatro.

Já faziam quatro dias desde o incidente, e César havia ordenado que Arkadi fosse encontrado. É claro, ele não deixaria o homem que começou o incêndio impune.

Empurrando Arkadi, Nikolai chutou suas costas, forçando-o a ajoelhar-se diante de César.

As sobrancelhas de César se franziram, e um sorriso se espalhou em seus lábios. Ele se sentou, abrindo as pernas com as mãos entrelaçadas.

“Você deve ter pensado que eu não te encontraria, não é mesmo?”

Arkadi estava tremendo, com muito medo de responder ao homem. Esse era o alfa supremo, pelo amor de Deus.

Quem saberia o que ele faria com ele?

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