Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 145
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145: Só o Que Poderia Ter Dado Errado? 145: Só o Que Poderia Ter Dado Errado? Essa manhã acabou sendo uma das piores para César—a manhã em que ele completamente perderia sua mente.
César havia acordado poucas horas depois, e embora não encontrasse Adeline ao seu lado na cama, ele não estava precisamente preocupado. Ainda podia sentir o cheiro dela, embora estivesse um pouco fraco.
Ela provavelmente estava em seu quarto.
Saindo do banheiro, César enrolou seu cabelo seco em um rápido coque masculino e deixou o quarto para caminhar até o quarto de Adeline. Ele bateu na porta e esperou, mas não houve resposta.
Isso causou uma expressão de confusão em seu rosto.
“Adeline,” ele chamou.
Mas não houve resposta.
Neste momento, ele nem sequer pensou que ela tivesse ido embora. Em vez disso, pensou que algo ruim havia acontecido com ela, o que o levou a abrir a porta e entrar no quarto.
Seu corpo paralisou ao primeiro vislumbre do quarto, e todas as emoções em seu rosto desapareceram.
Os orbes verdes de César percorreram o quarto, e instantaneamente ele pôde dizer que Adeline tinha ido embora. No entanto, para ter certeza, ele foi até o armário e o abriu.
Tudo havia desaparecido, desde suas roupas até os sapatos, nada mais estava disponível.
Um sorriso irônico surgiu em seu rosto, e ele olhou para a palma da sua mão. “Não você… não você, Adeline.” Ele ria para si mesmo, seus olhos começando a escurecer. “Você mentiu…”
Virando-se, ele saiu do quarto e voltou para o seu próprio quarto. Ele pegou seu telefone, e foi então que viu a notificação de débito que havia sido enviada para seu email.
“Você está brincando comigo?” Ele estava genuinamente chocado e surpreso. Não, Adeline nunca faria uma coisa dessas. Ela nunca o enganaria assim. Certo?
Não foi o que ela disse que o amava? Por quê? Ou… foi tudo uma mentira? Ela planejou tudo? Ela brincou com ele—com suas emoções e com tudo o que ele tinha a oferecer a ela?
Ela o usou. E porque ela tinha tanto controle sobre ele? Ele cometeu um erro, deixando-se em suas mãos, sob seu controle total? Até o ponto em que seu próprio coração se entregou?
“Vá se foder!!” Furiosamente, ele jogou o telefone contra a parede, o aparelho se despedaçando e caindo no chão. “Como você ousa fazer isso comigo, Adeline? Como você pôde?”
Os olhos de César piscaram rapidamente, e ele cambaleou para trás, sua mão segurando o peito.
Doía, doía, doía muito!
Não, ele nunca havia experimentado algo assim antes. Se isso era dor de coração, então doía demais—demais para valer a pena.
Ele respirava com dificuldade, seus ombros subindo e descendo.
As lembranças inundavam sua mente, e César se perguntava… O que ele havia feito de errado? O que ele não havia feito direito? Por que ela o deixou? Mas, ainda pior, por que de uma maneira tão cruel?
Ela o usou, seu dinheiro e tudo o que ele lhe deu para deixá-lo.
Jogando a cabeça para trás, César começou a rir, de repente percebendo o quão estúpido ele havia sido. Como ele pôde simplesmente acreditar nela assim?
Seu instinto estava certo. Algo estava errado na noite anterior, e ele sabia disso, mas era Adeline, a mulher que ele amava.
Como ele poderia duvidar? Ele não conseguia se obrigar a fazer isso. Ele tinha que acreditar nela; era isso o quanto ela significava para ele.
Mas no final, ele fez de si mesmo um tolo. Ele, César… foi enganado por uma mera humana? Que humilhante e hilário!
Pegando seu outro telefone na mesa, ele discou o número de Yuri e esperou que ele atendesse.
“Senhor? Está tudo bem?”
“Encontre Adeline,” César ordenou.
O silêncio do outro lado do telefone foi um indício de que Yuri estava atônito, incerto do que ele quis dizer com aquilo. “Senhor, encontrar… Adeline? Eu não entendo. Ela não está com o senhor?”
“Você acha que eu estaria ligando para você se ela estivesse?” César riu do humor de tal situação. “Ela fugiu de mim, Yuri, e ela está desaparecida. Ela me usou pra caralho.” Sua risada se transformou em gargalhada plena, e Deus sabe que Yuri estava genuinamente assustado do outro lado do telefone.
Por que o supremo alfa estava rindo como alguém que havia completamente perdido o juízo? O que diabos estava acontecendo? O que Adeline fez com ele?
Yuri estava profundamente preocupado neste momento. Ele rapidamente ligou para Nikolai, e juntos, eles chegaram à principal propriedade.
Antes de começarem a procurar por Adeline, eles precisavam saber o que estava errado com César. Aquele homem soava como alguém que havia enlouquecido por completo, e Yuri sabia.
Ele poderia adivinhar, e não, ele não estava disposto a acreditar. Adeline não o quebraria assim. Ela não faria tal coisa. Ela não tinha motivo para isso.
No momento em que chegaram à principal propriedade, o mordomo, Igor, e os outros guardas-costas estavam do lado de fora do prédio, longe dele. Eles não ousariam se aproximar, e seus corpos tremiam, medo estampado em seus rostos.
Yuri franziu a testa ao ver isso e marchou em direção a Igor, que estava ajoelhado no chão de concreto, com gotas de suor escorrendo de sua testa.
“Ei! Que porra está acontecendo aqui?” Ele o pegou pelo braço. “Por que todos vocês estão aqui fora?”
Igor olhou para ele tremendo. “O supremo alfa. Ele enlouqueceu.”
Yuri deu-lhe um olhar severo. “Do que diabos você está falando?” Ele soltou o ômega e prosseguiu correndo para a mansão, mas Igor segurou sua perna, detendo-o.
Franticamente, ele balançava a cabeça para ele. “Não-não, não entre lá. Há uma quantidade louca de feromônio negativo lá dentro. Vai matá-lo, senhor. Não vá, por favor.”
Mas Yuri não poderia se importar menos. Ele tinha que chegar até César e precisava acalmá-lo antes que fosse tarde demais.
Droga, droga, droga! Ele pensou que estava tudo bem! O que diabos poderia ter dado errado?