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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 143

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  3. Capítulo 143 - 143 Ela Não Estava Mentindo 143 Ela Não Estava Mentindo César
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143: Ela Não Estava Mentindo! 143: Ela Não Estava Mentindo! César a observou. Seu rosto estava coberto por marcas de lágrimas, seu olhar atordoado, e seu corpo estava um emaranhado retorcido.

“Senhor, olhe para você, boneca!” Ele inclinou a cabeça para trás com um suspiro suave antes de voltar seu olhar para ela. “Você é tão bela assim embaixo de mim. Você parece muito mais linda do que eu imaginava, toda desarrumada.”

Inclinando-se, ele lambeu a mandíbula de Adeline, traçando os lábios até os dela. Ele enfiou a língua na boca quente dela, chocando seus lábios contra um par de lábios vermelhos e macios que agora haviam inchado um pouco.

Adeline gemeu no beijo, ainda hipersensível por seu clímax.

Ela estendeu a mão e começou a empurrar as calças dele o melhor que pôde, mas era muito difícil na posição em que estavam.

César interrompeu o beijo antes de olhar nos olhos dela.

Pfft, seu pai realmente achava que alguma ômega poderia dar a ele o que esta mulher poderia dar? Adeline era a única mulher por quem o coração dele poderia bater.

A única que eu poderia amar. Ah, ele finalmente percebeu. Ele a amava demais; isso tinha que ser selado para sempre.

Havia uma paixão que mantinha os dois unidos, era como um choque elétrico, e nenhum deles podia ignorar. Eles dois sabiam.

Adeline amava este homem; ela amava, e a ideia de algum dia deixá-lo era devastadora demais. Mas não, ela não iria pensar nessa bobagem, com medo de que pudesse arruinar esse momento para eles.

Ela iria aceitar tudo o que ele tinha a oferecer a ela naquela noite. Ele era dela e pertencia a ela.

“Adeline,” César disse, tirando as calças completamente para ela. “Implora para eu te foder.”

“Por favor!” Adeline não hesitou em gemer. “Por favor, me foda. Faça o que você quiser!” Ela implorava, alcançando-o.

“Mhm, boa garota.” César suspirou satisfeito, se posicionando contra ela. “Você acha que pode me aguentar, boneca linda?”

Adeline podia sentir ele na entrada dela e, céus, esse homem era enorme, a ponto de seu coração parecer acelerar com a ideia dele empurrar para dentro dela. Mas ela estava pulsando por ele, arrepios chocando seu corpo inteiro, então como ela poderia dizer não?

Ela não se importava nem um pouco. Tudo que ela sabia era que ela precisava dele dentro dela para lhe dar o que ela queria.

Beijando-a pela última vez, ele perguntou, “A quem você pertence, Adeline?”

“A ni—você! Você, César.” Ela ofegava, soltando um suspiro quando começou a sentir a pressão contra seu núcleo.

“Relaxe para mim,” César disse a ela.

Embora estivesse um pouco assustada, Adeline assentiu. Ela deixou que ele pegasse suas longas pernas, envolvendo-as ao redor da cintura dele.

Seus dentes morderam seu lábio até o ponto de sangrar enquanto ele começava a empurrar mais para dentro dela. Havia um sentimento doloroso que a dominava enquanto ele instigava mais fundo, passando um pouco da ponta.

Uma careta tomou conta do rosto dela, os braços o puxando para baixo para que ela pudesse abraçá-lo e enterrar o rosto na curva de seu pescoço.

Usando as pernas, ela o empurrou mais para dentro dela, a dor apenas aumentando muito mais.

Sua calculação estava errada? Quão longo ele era? Era quase como se nunca fosse parar.

Mas finalmente, ele conseguiu empurrar tudo até estar completamente enterrado dentro dela.

“Respire, Adeline, respire por mim,” César sussurrou, sua respiração contra o pescoço dela quente e pesada. Uma carranca tinha se formado em sua testa, e seu rosto inteiro tinha ficado um pouco vermelho de prazer óbvio.

Adeline estava tentando respirar como ele tinha pedido, mas ela estava completamente preenchida. Ela queria gritar sobre quanta dor ela estava sentindo, mas ela não conseguia porque seus dentes estavam dolorosamente mordendo o ombro dele.

“Eu te amo, boneca, eu te amo pra caralho,” César gemeu, recuando um pouco antes de empurrar de volta em um ritmo lento.

Entre todos os beijos que ele plantava em sua pele, Adeline ainda ouvia o que ele dizia a ela. Ela sentiu seu canino roçar perto de seu lóbulo da orelha como se ele estivesse pronto para mordê-la.

“Você-você também? Urgh-” Ela jogou a cabeça para trás no momento em que sentiu aquele par de caninos afundar em sua carne, lágrimas brotando em seus olhos.

Não, esse prazer era completamente diferente! Era além do que ela poderia compreender naquele momento. Não era como os que ela sentiria das mordidas usuais dele, porque dessa vez era diferente.

A pele ao redor daquela parte estava fervendo e ela sentia algo borbulhando dentro dela—algo como uma ligação emocional que ela nunca tinha sentido antes.

Levou alguns pensamentos confusos antes de um suspiro escapar de sua boca.

Ah! Ele a marcou! Sim, isso explicava. Ele a marcou!

As mãos de César agarraram seus quadris enquanto ele entrou e saiu dela. “Eu te amo pra caralho, cada pedacinho de você. Você é minha, Adeline, e só minha. Eu nunca poderia amar outra pessoa, apenas você.” Seus caninos estavam manchados com o sangue dela.

Adeline choramingou ao som dessas palavras, mordendo os dedos para evitar gritar. Com cada investida, ela percebia que estava muito mais fácil aceitá-lo dentro dela.

“César.” Ela olhou para ele com os olhos lacrimejantes e vidrados. “Eu te amo! Eu também te amo.” Seu choro fez com que a pegada de César em ela se apertasse.

Ela não estava mentindo. Naquela noite em que ela disse que o amava, ela não estava mentindo.

Com mais alguns movimentos lentos, Adeline gemeu seu nome de uma maneira que o incitou a ir mais rápido. Ela iniciou um beijo, deslizando a língua na boca dele, e César gemeu, aprovando sua ação.

O corpo de Adeline queimava no nível do êxtase, a cabeça dela caindo para trás na cama.

Era isso que significava ser fodida até perder o juízo? Ela não conseguia mais pensar, mas estava apenas se afogando naquele prazer que parecia nunca ter fim.

A cabeceira batia com tanta força contra a parede enquanto César a segurava, os nós dos dedos ficando brancos como papel. Alguns fios de seu cabelo suado se prenderam ao rosto dele, e ele respirava pesadamente, perdido no êxtase.

Seus corpos queimavam um contra o outro, e em algum momento, ficou tão intenso que ele acidentalmente esmagou a cabeceira, quebrando-a.

Mas quem se importava? Isso não ia impedir ele. Ele mergulhou nela com tanta força e necessidade.

Outro gemido abafado, profundo, escapou de sua boca enquanto seus olhos se fechavam, seus lábios se separavam.

“Boneca, você me enlouquece!”

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