Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 141
- Home
- Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia
- Capítulo 141 - 141 É só isso 141 É só isso César estava saindo de seu
141: É só isso? 141: É só isso? César estava saindo de seu camarim, seus dedos ocupados com os botões de sua camisa. Ele virou a cabeça em direção à porta ao sentir o cheiro do perfume de Adeline e o som de sua voz.
“Princesa?” Havia um olhar de surpresa em seu rosto enquanto ele a encarava, não tendo esperado que ela viesse ao seu quarto naquela noite. Mesmo assim, um sorriso lateral surgiu em seu rosto.
Ele adorava vê-la.
Adeline entrou no quarto, fechando a porta. Ela caminhou até ele, parou com as mãos para trás e levantou a cabeça para olhar nos seus orbes verdes.
“Adeline? Está tudo bem?” César perguntou, sentindo como se ela tivesse algo que desejava lhe dizer.
Mas Adeline balançou a cabeça. Ela simplesmente pegou sua mão, colocando o cartão de crédito no centro de sua palma. “Aqui está.”
“Você acabou de usar?” César acariciou seu cabelo levemente úmido, escorregando algumas mechas para trás de sua orelha.
Adeline deu um aceno, seus lábios se estendendo em um sorriso mais amplo.
Por algum motivo, César sentiu que havia algo mais. Adeline estava sorrindo demais, o que não era realmente normal. Ela sorria muito perto dele, mas algo parecia diferente naquela noite, quase como se estivesse feliz com algo.
Deixando o cartão de crédito no sofá, ele perguntou, “O que foi, boneca?”
“Nada.” Adeline balançou a cabeça. “Eu só…Eu só quero passar muito tempo com você.” Ela mexia nos dedos, suas orelhas de repente pintando um vermelho intenso. “Eu…senti sua falta enquanto você estava…fora.” Suas pestanas batiam inconscientemente de forma acelerada. E isso causou um olhar de diversão no rosto de César.
“Você sentiu?” César inclinou a cabeça para o lado e começou a se aproximar mais dela.
Adeline deu um passo para trás, seu coração acelerado tanto que ela pensou, em algum momento, que iria saltar direto do seu peito. Somente quando suas costas bateram na parede ela parou, levantando a cabeça para encontrar o olhar inabalável de César.
“César…?”
César a encurralou entre ele e a parede, seu olhar ardente sobre ela. “Por que você veio esta noite, boneca?”
O coração de Adeline pulou uma batida. Ele sabia?
Mas as próximas palavras do grandalhão confirmaram que não.
“Há algo que você quer de mim?” ele perguntou.
Adeline deu um aceno, sorrindo inocentemente para ele. “Eu te disse… Eu quero passar tempo com você.”
“É só isso?” César estava genuinamente surpreso. Embora ela não tivesse mais tanto medo dele desde aquele dia, ainda havia alguns sinais.
Portanto, ela vir simplesmente para passar tempo com ele era um pouco bizarro considerando o que havia acontecido até então.
Mas mesmo assim, ele não se importava. Era tudo por conta dela, e qualquer coisa que ela quisesse, ele daria a ela. Se era seu tempo, seu corpo ou qualquer outra coisa, ele a deixaria ter. Ele não tinha mais ninguém para dar de qualquer forma.
Sua mão desceu da parede para repousar na nuca dela. “Tudo que você quiser…” Ele se inclinou, cabeça inclinando para o lado, para que seus lábios se fundissem perfeitamente com os dela, macios. “Eu te darei.”
Adeline sentiu um ardor de rubor atravessar suas bochechas, e assim que ela separou os lábios para ele, a língua aveludada de César roçou a sua própria. Isso fez um gemido escapar dela, e o alfa fez questão de engolir cada gemido e suspiro baixo que escapava dela.
“Adeline…” Ele falou no beijo, e Adeline aproveitou essa oportunidade para recuperar o fôlego. Ela estava sem fôlego quando ele interrompeu o beijo e, em vez disso, observou-o emaranhar os dedos em seu cabelo.
César beijou os lados de seus lábios e desceu até seu pescoço. Ele fez questão de apertar mais firmemente sua pequena cintura enquanto pressionava mais perto dela.
Os lábios de Adeline se abriram enquanto um suspiro de ar fugia de sua boca. Ela podia sentir cada roçar contra seu pescoço de seus lábios quentes, e isso enviava arrepios por todo seu corpo. Esse homem fazia um trabalho absoluto de excitá-la sem nem mesmo tentar. Ele sabia como manusear seu corpo, como fazer ela arder por ele, e ela o amaldiçoava por isso.
Ele tinha mais controle sobre o corpo dela do que ela própria, e um mero toque dele podia incendiar sua pele. Ela o queria terrivelmente.
Sorrindo, César segurou seu queixo entre o polegar e o indicador, fazendo-a olhar para ele. “Você quer passar tempo comigo, certo, boneca?”
Adeline assentiu lentamente com a cabeça. Seus olhos estavam brilhantes pelo prazer crescente.
“Então, você quer que eu te faça sentir prazer ou quer que eu pare?” César sondou mais, querendo que ela desse consentimento para tudo o que ele estava prestes a fazer com ela.
O aceno de Adeline foi apressado. Como não poderia ser? Ela estava literalmente ardendo por esse homem, e ela queria suas mãos nela, não fora dela. Mas lá estava ele, torturando-a com suas perguntas. Ele deveria simplesmente continuar, ela precisava dele!
“Por favor, César!” Os dentes dela estavam cerrados enquanto ela implorava, quase como se pudesse começar a chorar.
“Relaxe, princesa,” César sussurrou, passando um dedo por suas bochechas para esfregar seu lábio inferior úmido. “Eu te darei tudo que você desejar de mim, não te disse? Eu só preciso que você seja uma boa menina e relaxe para mim.”
Adeline assentiu furiosamente, respirando fundo. “Eu serei boa, eu prometo.”
“Agora, então, vamos satisfazê-la.” César tinha falado indiretamente para seu lobo enquanto se inclinava, enterrando a boca na curva de seu pescoço. Seus caninos haviam se alongado, os olhos verdes da floresta ficando mais escuros com o prazer de ter seus dentes roçando contra sua pele macia.
No momento em que seus dentes afundaram, Adeline jogou a cabeça para trás, o prazer a atingindo de repente.
“Oh, foda-se!” Ela colocou uma mão sobre a boca enquanto usava a outra para puxá-lo mais para perto dela. Ele estava certo; o prazer de seus dentes era muito, e por razões que ela não poderia dizer, parecia demais naquela noite, quase como se ele estivesse tentando drogá-la com isso.
Os punhos de César cerraram sua camisa de pijama para os lados, deixando-a subir um pouco. Suas pernas estavam entre as coxas dela, completamente empurradas contra a parede.
Ela deu um susto ao ser levantada do chão, suas pernas envolvendo a cintura do homem. Ele caminhou até a cama e gentilmente a deitou, suas mãos pressionando dos dois lados de sua cabeça para manter seu peso fora dela.
“Você quer que eu continue?” ele perguntou, seus olhos dourados fixos em seu rosto com desejo.