Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 137

  1. Home
  2. Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia
  3. Capítulo 137 - 137 Por que você iria querer me deixar 137 Por que você iria
Anterior
Próximo

137: Por que você iria querer me deixar? 137: Por que você iria querer me deixar? A respiração de César estava quente contra o pescoço dela, fazendo seu corpo se arrepiar um pouco contra sua vontade.

“Você me odeia agora, Adeline? Você nunca mais vai me olhar do mesmo jeito? Ainda sou eu. Eu não mudei. Você só não conhecia esse lado meu, essa é a diferença, boneca. Eu nunca te machucaria, e eu sei que você está com medo de mim agora, mas-
“Eu não… eu não te odeio, César,” Adeline interrompeu trêmula. Ela agarrou sua cabeça, levantando-a e fazendo-o olhar para ela. “Eu estava assustada. Talvez ainda esteja. E eu só… me desculpe.”

Um suspiro profundo escapou pelo nariz dela, e ela baixou o olhar para o chão, mordendo o lábio inferior. “Eu senti sua falta. Eu só quero que você me abrace e… V-você disse que eu poderia sempre perguntar se eu quisesse que você-
César segurou o rosto dela, reivindicando seus lábios com extrema necessidade. Meu Deus, quanto tempo fazia desde a última vez que ele tinha provado os lábios dela? Parecia uma eternidade. Ele pensou que nunca mais teria essa possibilidade, mas aqui estava ele com ela em seus braços.

Adeline se derreteu no beijo, circulando seus braços em volta do pescoço dele.

Ela sentia falta desse homem, ela realmente sentia falta e ansiava por ele. Sentia-se como no céu, assim como sempre fora, cada vez que ele a segurava em seus braços e a beijava.

Os braços de César se entrelaçaram em volta da cintura dela, aprofundando-se mais no beijo. Ele recuou depois de alguns segundos para permitir que ela recuperasse o fôlego, fechando os olhos por um instante.

Adeline respirava pesadamente, seu peito subindo e descendo. Ela encontrou o olhar carinhoso dele com olhos brilhantes e o abraçou com força. Ela se levantou do chão enquanto César respondia, abraçando-a como se ela fosse um ursinho de pelúcia.

“César… Eu quero te perguntar uma coisa,” disse ela.

“Pode perguntar.” César começou a acariciar o cabelo dela, caminhando até o sofá para sentar, com o corpo dela enrolado em seus braços.

Adeline levou um momento antes de reunir coragem para perguntar. “Eu-Eu quero espaço. Você acha que eu poderia partir apenas por um tempo? Eu prometo que voltarei para você.”

“Não,” César discordou, seu rosto imediatamente se pintando de um franzido. “Adeline, por quê? Por que você quer me deixar?”

“Eu não te dou espaço suficiente? Eu não incomodo você, e deixo você ser. O que mais posso te dar? O que mais você quer? Você tem que me deixar?” Seu franzido piorou a cada segundo, e quando ele não obteve resposta dela, ele a soltou, levantando-se para caminhar até a imensa janela de vidro. “Eu não posso permitir isso.” Ele balançou a cabeça.

“Fique comigo, isso é tudo o que eu peço, mesmo que você não me diga uma palavra.”

“Mas… César, eu…” Adeline fez uma pausa. Ela pôde perceber que ele não estaria disposto a ouvir nada do que ela tinha a dizer.

Suspirando, ela se levantou do sofá. “Tudo bem.” Ela se virou e prosseguiu para sair da sala.

Mas César estava bem atrás dela em questão de um segundo. Ele agarrou seu braço e a virou para que ela o enfrentasse. “Adeline, o que é que você-”
Suas palavras morreram em sua garganta ao vislumbrar o medo nas pupilas dela. Ela estava engolindo em seco, seu corpo tremendo um pouco.

O que ela pensava que ia acontecer? Ela pensava que ele ia machucá-la?

Dando um passo atrás rapidamente, ele a soltou, um olhar de decepção passando por seus olhos. “Você não pode me deixar, é só isso,” ele disse, virando-se de costas para ela.

Adeline não tinha a intenção. Ela não queria olhar para ele daquela maneira, mas estava além do seu controle. Olhando para as costas solitárias dele, ela sentiu a vontade de puxá-lo para um abraço.

E antes que pudesse sequer refletir sobre isso, seu corpo se moveu por conta própria, e ela se viu abraçando-o por trás.

“Ok. Eu não vou te deixar.” Era uma mentira. Ela estava mentindo. No fundo, Adeline sabia que iria deixá-lo.

Ela encontraria uma maneira de se afastar dele apenas por um tempo, e quando estivesse pronta, ela voltaria para ele.

Nada havia mudado, ela ainda amava César tanto quanto sempre amou. Mas aquele espaço? Ela precisava muito dele. Ela tinha que se certificar de que não estragaria o que tinha com ele, e para assegurar isso, desejava tomar bastante tempo para pensar e descobrir o que fazer.

Depois, ela voltaria para ele e ficaria com ele, independentemente de quem ele realmente fosse.

Mas César simplesmente não queria ouvi-la. No entanto, sinto muito, ela não estaria contando para ele.

Um sorriso suave e caloroso apareceu em seus lábios, e ela o abraçou ainda mais forte, como se pudesse ser a última vez.

Eu queria que você me ouvisse.

“César,” ela chamou.

“O que?” César ainda estava de costas para ela.

Adeline levou um momento antes de soltar e caminhar até ficar na frente dele. Ela reuniu coragem, erguendo a cabeça para olhar nos olhos insatisfeitos dele.

“Podemos conversar?” ela perguntou. “Sobre tudo? Eu gostaria de saber a verdade.”

Saber a verdade era crucial, pelo menos antes de partir. Se ela ia tirar um tempo para ponderar tudo, precisava saber exatamente o que estava acontecendo.

César não disse não. Ele estava pronto para responder qualquer pergunta que ela pudesse ter, não importa o quanto ela quisesse aprofundar.

Caminhando até o sofá, ele sentou, levantando os olhos para encontrar o olhar dela. Suas pernas estavam cruzadas, e ele gesticulou para o sofá oposto a ele, sabendo que ela não iria querer sentar ao lado dele durante uma conversa dessas.

Adeline caminhou até lá, tomando seu lugar no sofá. Ela levantou as pernas do chão, puxando-as para o peito e envolvendo os braços ao redor dos joelhos.

Houve um terrível momento de silêncio entre eles.

Mas César foi o primeiro a quebrá-lo. Ele perguntou, “O que você quer saber? Eu responderei suas perguntas honestamente. Não tenho mais nada a esconder de você.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter