Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 121
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121: Por que Você Está Sangrando? 121: Por que Você Está Sangrando? Yuri sabia que eles estavam errados e que não tinham o direito de manter ela tão no escuro. Afinal, era muito injusto, mas ainda assim, tratava-se de César.
Ele respeitava o alfa supremo demais para ultrapassar seus limites, e isso era algo que ele não conseguia se levar a fazer.
Apenas César tinha o direito de revelar o segredo para ela. A escolha pertencia a ele e somente a ele. Não era o seu lugar, de maneira alguma. Sem mencionar que ele era apenas o seu consiglieri.
Suspirando apologeticamente, Yuri levantou-se do sofá, saiu e curvou-se para ela. “Me perdoe, mas não tenho resposta para a sua pergunta. Tenho certeza que César irá te contar quando estiver pronto. Então, por favor, tenha paciência com ele.” Ele era sincero.
Adeline cerrava os dentes em absoluto desprazer, suas mãos acariciavam o pelo de Dasha extremamente ásperas de irritação. A pobre gata teve que saltar para longe dela, com medo de se machucar.
Claro, todos menos ela saberiam qual era o maldito segredo do todo-poderoso César.
Quem se importa, afinal? Foda-se! Ela não dá a mínima para isso mais. Se decidirem contar para ela, que ótimo, e se não, que enfie no fundo da garganta, César incluído.
“Vai se foder, César,” Adeline murmurou em voz baixa e levantou-se, saindo da varanda com fúria.
Ela passou por Yuri com passadas pesadas, que suspirou, percebendo que ela estava com raiva. Não, furiosa era a palavra mais adequada. Mas não havia nada que ele pudesse fazer a respeito. Tudo estava nas mãos de César, e ele não faria algo que não deveria.
Endireitando-se, ele se virou para olhar para Nikolai.
“Talvez… Seja hora de César contar para ela,” disse Nikolai, seu rosto contorcido em apreensão.
“Concordo.” Yuri assentiu. “Mas César é teimoso, e você sabe disso, Nikolai. Só posso persuadi-lo até certo ponto, nada mais.”
Nikolai respirou fundo. “Espero que as coisas não piorem e acabem mal.”
“Duvido disso. Ela é afeiçoada a César, mas o próprio César pode simplesmente arruinar tudo mantendo esse segredo dela por tempo demais,” enquanto Yuri falava, ele se afastava da varanda, com Nikolai seguindo ao seu lado.
Eles estavam indo para o térreo para garantir que a segurança estava tão apertada quanto haviam ordenado.
———
César estacionou o SUV na garagem da empresa e desceu, fechando a porta e trancando o carro. Ele jogou a chave do carro no bolso do casaco e começou a sair da garagem para ir à empresa principal.
Contudo, graças a seus sentidos aguçados, ele conseguiu ouvir passos e sentir cheiros humanos levemente desagradáveis. Eram cheiros humanos, o que o fez franzir a testa.
Que humanos estariam seguindo ele? Qual era a razão?
Ele não parou de andar, querendo que eles saíssem de seus esconderijos. Na verdade, ele sabia exatamente onde estavam escondidos e que eram sete homens devido aos seus cheiros distintos. No entanto, ele queria atrai-los primeiro.
Se fossem pestes que valem a pena matar, ele se livraria deles e seguiria em frente.
Um encolher de ombros, e ele deu mais quatro passos antes de ouvir passos apressados atrás dele.
Algo estava prestes a acertá-lo, mas ele foi rápido para desviar, agarrando o homem pelo pulso e quebrando sua mão. Ele olhou para frente, e havia mais seis deles, todos vestidos de preto, correndo em sua direção.
“Que porra é essa?” ele murmurou, jogando o outro homem para o lado.
Com uma passada rápida, ele se aproximou dos seis restantes, pegando a pistola escondida no coldre de seu casaco.
Em menos de alguns segundos, ele tinha neutralizado todos eles, mas sendo um pouco descuidado, infelizmente sofreu um tiro no ombro esquerdo onde já tinha sido baleado antes.
“Você está brincando comigo? Que droga é essa?” César lançou um olhar para a ferida sangrando, seu rosto contorcendo-se de raiva. Seus olhos ficaram injetados de sangue, extremamente furiosos.
Não era nem a ferida que era a principal fonte de raiva, mas o fato de que seu sangue tinha arruinado seu maldito terno. Puta que pariu, Adeline tinha escolhido isso para ele antes de ele sair. Agora, ele ia ter que entrar em uma reunião inútil com um terno manchado de sangue.
Pegando o lenço no bolso, César começou a limpar o sangue, tentando também parar o sangramento, mas nada disso estava funcionando.
Indeciso sobre o que fazer, ele tirou o telefone, querendo ligar para Yuri, mas sabendo que apenas Adeline poderia acalmá-lo naquele momento, ele discou o número dela.
“Adeline,” ele disse assim que Adeline atendeu o telefone.
“César?” Adeline soou perplexa. “Tá tudo bem? Por que você tá com essa voz?”
“Estou de mau humor,” César respondeu, franzindo a testa profundamente.
“Hã? Por quê? O que aconteceu?” César não parecia nem um pouco irritado antes de sair mais cedo, então o que poderia ter acontecido?
César foi adiante para responder, “Estou sangrando, boneca. Agora me diga, devo voltar ou continuar com isso?”
Houve um momento de silêncio, como se Adeline estivesse processando o que ele havia dito do outro lado da linha.
“Espera, como assim você está sangrando? O que aconteceu? Por que você está sangrando? CÉSAR!”
“Relaxa. Só levei um tiro perto do ombro. Não é nada grave. Mas o sangue estragou o terno que você escolheu para mim, e não está parando. É por isso que eu estou-”
“Volte para casa agora! Por favor! César!” Adeline soou em pânico e preocupada pelo telefone. “Devo avisar o Yuri? Eu poderia falar-”
“Não. Só espere por mim. Estou indo ver você.” César desligou o telefone e chamou o homem com quem deveria se encontrar, cancelando a reunião. Eles poderiam remarcar para outro dia.
Ele precisava voltar para Adeline e tratar o ferimento. Doía, mesmo que não aparecesse em seu rosto. Essa não era a primeira, segunda ou terceira vez que tinha sido baleado, então poderia se dizer que ele tinha se acostumado com a sensação e a dor.