Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 118
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118: Por que Você Está Tão Bravo? 118: Por que Você Está Tão Bravo? Adeline estava ainda mais confusa.
“Eu-eu não entendo. Sobre o que você está falando, César?” Ela ria nervosamente, incapaz de compreender o motivo da pergunta.
Por que ele queria fazer ela feliz? O que ela tinha feito em sua vida para merecer isso?
César se inclinou mais para perto, seus olhos fixos nos dela. “O que eu posso fazer para que mesmo se você descobrir algo que não goste, você ainda fique comigo e não me deixe?” Sua voz era suave e tranquila, quase como se ele estivesse sussurrando as palavras para ela.
Adeline engoliu em seco, baixando os olhos para olhar seus lábios, que estavam a apenas uma polegada de distância dos dela.
“César, n-não há nada. Eu não entendo por que você está fazendo essa pergunta.” Seu coração batia forte, saindo do peito, e, assim como ela imaginava, César podia muito bem ouvi-lo.
Saber que ele poderia fazer o coração dela bater tão forte era motivo de orgulho, mas não era suficiente. Não era suficiente para garantir nada para ele.
Pressionando seus lábios contra os dela, ele a beijou gentilmente. Não continha necessidade, mas simplesmente parecia que ele estava procurando algo. Ela não estava dando a resposta que ele queria ouvir, e isso o irritava.
Por que ela simplesmente não dizia o que ele poderia fazer por ela? Como ele poderia fazer ela ficar com ele para sempre. Como ele poderia mantê-la.
Ela não o queria dessa maneira? Era o Dimitri que ela queria ou algo assim?
Com raiva, ele se afastou dela, interrompendo o beijo, e virou-se, saindo do quarto rapidamente.
Adeline ficou confusa. O que tinha acabado de acontecer? Ela disse algo errado? Por que o humor dele mudou tão rápido em questão de segundos?
“César.” Levantando-se da mesa, Adeline correu para fora do quarto atrás dele. “César, espere.”
Mas ele não estava ouvindo ela.
Ele estava caminhando diretamente para o quarto dele, mãos nos bolsos do casaco. “Não me siga, Adeline. Não estou de bom humor.”
“Por quê?” Adeline perguntou, franzindo a testa em perplexidade. “Eu disse algo ruim para você? Por que você está bravo? Apenas me diga. O que é? Eu não entend-”
César bateu seu punho fechado contra a parede, assustando-a.
“Apenas… volte para o seu quarto, Adeline,” foi tudo o que ele disse antes de abrir a porta e entrar no quarto dele. Ele bateu a porta e Adeline pôde ouvi-lo trancando-a por dentro.
Ali mesmo, presa ao seu lugar, ela só podia ficar olhando para o nada. O que… acabou de acontecer?
Por que César estava bravo com ela?
Era isso! Era exatamente isso que ela queria dizer quando falava que esse homem era confuso às vezes, e ela sentia que não o conhecia mais.
Muitas coisas sobre ele eram bizarras. A forma como seu humor mudava tão rápido com apenas uma palavra que ela dizia, as coisas que ele falava para ela, e como ele a tratava. Ela nem conseguia se dar ao trabalho de explicar.
Isso frequentemente a fazia sentir que havia algo sobre ele que ela precisava saber—algo que ela precisava descobrir. Certamente, uma vez que ela fizesse isso, seu entendimento sobre ele se ampliaria. Mas o dito homem não estava disposto—ele não deixaria ela saber.
Adeline enterrou o rosto nas palmas das mãos, soltando um suspiro profundo. Ela caminhou até a porta e relutantemente deixou um leve toque.
“César, você poderia abrir a porta?” Sim, ela poderia ter se virado e ido embora como ele queria que ela fizesse, mas ela não conseguia fazer isso. Era desconcertante, mas ela queria saber o que era que ela tinha feito de errado para ele.
Ela estava angustiada e não conseguia controlar suas emoções ou a necessidade de descobrir qual era o problema. O mero pensamento de ele estar tão bravo com ela estava a deixando nauseada devido ao nervosismo. Era como algo que ela nunca tinha sentido antes.
“César?” Adeline chamou de novo, mas não houve resposta dele. Ela tentou mais algumas vezes, mas esse homem não veio abrir a porta ou dizer uma palavra para ela. Cansada de esperá-lo por mais tempo, ela se virou para ir embora, mas naquele momento a porta se abriu, sua mão foi agarrada.
Um grito assustado escapou de seu nariz, e antes que ela pudesse até mesmo processar o que tinha acabado de acontecer, a porta bateu, seu corpo pequeno empurrado contra ela.
A figura alta e grande de César a pressionava e escondia completamente contra a porta, e ela só podia levantar a cabeça para olhar para ele. “César, o-o que você está fazendo?” Sua garganta apertou enquanto ela engolia. De repente ficou tão seca.
Assustada não era a palavra certa, mas sim nervosismo, devido ao olhar mortal e sombrio que ela podia vislumbrar em seus olhos.
Se ela pensava que ele estava bravo antes, agora ele está furioso.
“Por que você está tão bravo?” ela perguntou, franzindo a testa para ele.
César olhou para a figura menor dela, e com um suspiro profundo saindo pelo nariz, abaixou a cabeça até o ombro dela, inalando seu cheiro.
“É… nada,” ele disse. Claro, ele não iria contar que estava bravo porque ela não tinha dado uma resposta direta. Ela não disse se deixaria ele ou não. Ela não deu a ele nenhuma garantia—o que ele queria.
Isso tornava ainda mais difícil contar qualquer coisa.
No fundo, César sabia muito bem que Adeline deixá-lo era impossível porque ele pessoalmente não permitiria. Ele faria o que fosse necessário, mesmo que isso significasse manter ela à força. Mas veja, ele sabia que Adeline não iria querer isso; ela nunca gostaria dessa parte dele.
Isso deveria ser saudável, como Yuri tinha lhe dito, mas droga, ela estava dificultando. Por que ela tinha que ser humana?
Apenas por que ela não poderia ter sido uma ômega ou mesmo uma beta? Assim, ele não estaria lutando consigo mesmo agora. Ele queria Adeline, e apenas Adeline. Não importava em que forma ela tivesse que vir, contanto que fosse sua bebê, sua zainka, e sua única princesa.
Sua alma, toda a sua existência e até seu corpo queriam apenas ela e somente ela. Por que ela não podia entender?
Ela deveria olhar bem para ele e descobrir sozinha, se precisasse.
Droga!