Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 116
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116: Vai se foder, César!! 116: Vai se foder, César!! Brutalmente, sem um pingo de misericórdia nos olhos, César cravou a mão de Dimitri na mesa, fazendo Dimitri gritar de dentro do seu ventre, seus olhos injetados em dor que estilhaçava ossos.
Seus olhos estavam cheios de lágrimas, e ele começou a chorar copiosamente.
“Vai se foder!! Vai se foder, César!!”
“Infelizmente eu não faço homens.” César deu um tapinha em sua bochecha, agarrando sua mandíbula. “Nunca em sua vida deve chamar Adeline de sua na minha presença. Se não, eu vou garantir que você nunca consiga pronunciar uma única palavra novamente. Me desafie, Dimitri.”
Com isso, ele se virou e saiu do armazém, suas mãos escondidas nos bolsos da calça. “Descartem ele,” disse ele, desaparecendo de vista.
Assim que ele se foi, tanto Nikolai quanto Yuri soltaram um suspiro pesado e profundo, como se tivessem estado segurando durante todo o tempo.
“Me lembrem de nunca entrar na lista de alvos do César, por favor,” disse Nikolai, engolindo em medo.
Yuri acenou freneticamente. “Me lembre do mesmo.”
Eles baixaram o olhar para Dimitri, que havia desabado por causa da dor que estava sentindo, a faca rasgando mais fundo em sua pele.
“Puta que pariu, ele deveria ter ficado de boca fechada!” Yuri cliqueou a língua, irritado. “Agora temos que lidar com ele.”
“Bem, em sua defesa, ele realmente não conhecia César o suficiente. Falar da companheira dele daquele jeito, bem, isso foi uma loucura.” Nikolai deu de ombros, se aproximando para ajudar a tirar Dimitri do armazém e devolvê-lo aos Petrovs.
“Ele é pesado! Como César o levantou com uma única mão?” perguntou Yuri, gemendo enquanto tentava erguer Dimitri.
Nikolai deu risada. “Ele é um alfa Supremo. Você acha que ele teria dificuldade em me jogar para cima?”
Yuri deu uma risada baixa. “Eu seria um caso simples então.”
“Com certeza,” Nikolai confirmou. “Os alfas Supremos são temidos por um motivo.”
Eles arrastaram Dimitri, levando-o para fora do armazém.
…
Lá fora, César ficou parado, sentindo-se um pouco melhor. Embora ele mantivesse uma expressão vazia com seus olhos cruéis, alternando de uma pessoa para outra, ele não estava exatamente de mau humor.
Adeline estava em sua mente, e ele precisava voltar para a propriedade — para vê-la e apenas observar um sorriso se espalhar em seu rosto pelo que ele tinha feito por ela.
Ao tomar um fôlego suave, César levantou a cabeça no segundo em que sentiu algo cair sobre ele.
“Oh?… neve?” Finalmente começava a nevar após tanto frio. Estendendo a mão para pegar um, ele piscou, expirando. “Bonito,” ele murmurou para si mesmo e saiu para entrar em seu carro, estacionado fora do caminho e ao lado.
Enquanto ele dava a partida no carro, ele ligou para Adeline no telefone, algo borbulhando em seu peito ao ouvir a voz gentil dela.
“Minha boneca.”
“César? Está tudo bem?”
César sorriu para si mesmo, seus olhos se enrugando graciosamente. “O que você quer, princesa?”
“O que eu quero? Eu não entendo. Algo como o quê?”
“Qualquer coisa. Diga-me o que você quer, e eu vou conseguir para você. Mesmo se for algo que você queira comer,” disse César, respondendo.
“Oh?” Ele podia ouvir Adeline começar a murmurar pensativamente do outro lado da linha. Mas ele era paciente — apenas por ela. Ele esperaria quanto tempo fosse necessário, apenas para ouvir dela o que ela queria. “Hum, eu quero… Bem, eu quero um pirozhok.”
“Então eu vou conseguir para você. Muitos deles.” César inspirou um fôlego suave e aliviado, encerrando a chamada com um sorriso gentil em seus lábios.
Que sentimento louco era esse? Ele queria voltar para casa para ela rapidamente. Era como se ele sentisse uma falta insana dela. Ele precisava estar lá quase imediatamente.
Oh, isso era. Sim, ele sentia a falta dela. Sua companheira… sua Adeline.
César virou a direção, pegando um caminho diferente para parar em um lugar onde compraria o petisco ‘Pirozhok’. Um lanche bem conhecido na Rússia. Sempre havia sido o único e preferido de Adeline desde que ela era criança, sua escolha imediata.
——
Adeline, que estava esperando há um tempo desde a ligação com César, levantou-se do sofá, deslizando os pés para dentro das suas pantufas.
Ela não tinha ideia de onde ele tinha ido ou por que ele ainda não tinha retornado, mesmo depois de trinta minutos de ter ligado para ela. Um fôlego suave escapou de seu nariz, e ela girou a maçaneta da porta para sair do quarto, mas bateu com a testa contra um peito musculoso, bloqueando-a de dar um passo adiante.
Um sibilo escapou do seu nariz, e ela levantou a cabeça apenas para encontrar os olhos de César, que estava acima dela, seus olhos verdes penetrantes.
“Aonde você está indo?” César perguntou, sorrindo.
Adeline piscou freneticamente, surpresa. “César!” Ela não esperava esbarrar nele assim.
César, que segurava duas sacolas de pirozhok, envolveu seus braços ao redor dela, puxando-a para um abraço de urso. “Eu não podia esperar para voltar para você, Adeline.”
Adeline, completamente enterrada em seu abraço, espiou para ver seu rosto pintado de sorrisos.
“Você demorou tanto? O que aconteceu?”
“Eu tinha algo para resolver, princesa. Você ficou preocupada?” César perguntou.
Adeline desviou o olhar dele, seus lábios fazendo bico. “Um pouco.” Ela manteve uma expressão vazia.
César deu uma risada com isso. Ele agarrou seu queixo, puxando sua atenção de volta para ele.
Adeline bateu os cílios, confusa. “O quê?” ela perguntou. “Por que você está me olhando assim-”
César pressionou os lábios contra os dela, beijando-a. Era apenas um beijo suave como se ele apenas quisesse ter um gosto — um pouquinho.
Adeline soltou um pequeno suspiro e o observou enquanto ele pressionava o polegar contra seu lábio inferior, esfregando-o. “Você fica mais doce a cada vez.”
“Vem.” Ele fechou a porta, segurou a mão dela e a guiou até o sofá.
Adeline só podia segui-lo obedientemente, sem saber exatamente o que estava acontecendo.
César sentou-a no sofá, tirou o documento do bolso e entregou para ela. “Dê uma olhada. Eu tenho algo para você.”