Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 113
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113: Vá em Frente, Assine 113: Vá em Frente, Assine Abotoando sua camisa, Adeline deixou seu quarto, descendo de elevador até o último andar. Ela caminhou direto para o escritório de César no prédio e abriu a porta devagar, colocando a cabeça para dentro.
Seus olhos vasculharam o ambiente, pousando em César, que estava lendo e carimbando documentos um após o outro. Havia um par de óculos repousando na ponte de seu nariz, e seu cabelo, como de costume, estava preso em um coque, desta vez um pouco desarrumado. Mas era agradável.
“César…?” ela chamou, erguendo uma sobrancelha para ele.
Ao som de sua voz, César imediatamente levantou a cabeça, encontrando seu olhar. “Adeline.” Ele tirou os óculos, levantando-se da cadeira.
Adeline fechou a porta do escritório e se aproximou dele.
“Há algo errado?” ela perguntou, inclinando a cabeça.
Antes de responder a pergunta dela, César se abaixou até a altura dela, envolvendo seus braços ao redor dela e puxando-a para um abraço apertado. Era meio… necessitado, e ela não conseguia entender o motivo.
Isso tornava tudo ainda mais confuso. Havia algum problema?
César pegou a mão dela, sentando-a no sofá. Então ele puxou um banquinho mais para perto, sentou-se em frente a ela, e cruzou as pernas. “Leia isto,” ele disse, entregando um documento para ela.
Adeline relutantemente o recebeu. Ela leu rapidamente, seus olhos gradualmente se arregalando a cada palavra que lia.
“Um… documento de divórcio?” Um suspiro curto escapou de sua boca, e ela levantou a cabeça para olhar para César. “César, isso é-”
“Não te disse que te libertaria, princesa?” César perguntou, estendendo sua mão enluvada para acariciar seu cabelo escuro.
Adeline se deixou levar pelo carinho de sua mão por um momento, fechando os olhos. “Eu não… eu não sabia que você falava sério.”
“Por que, boneca?” César passou os dedos para o queixo dela, segurando-o. Ele inclinou a cabeça dela para cima para que ela o olhasse e inclinou a cabeça para o lado com uma expressão interrogativa. “Você achava que nunca estaria livre do Dimitri e dos Petrovs como um todo?”
Mesmo que Adeline gostasse de negar, a resposta era sim. Ela chegou a aceitar isso em algum momento, acreditando que nunca seria livre deles. Mas ainda assim, tudo o que ela queria era se vingar. Não importava se eles a mantivessem acorrentada, relutantes em libertá-la.
“Eu… é só que…” Adeline suspirou, baixando a cabeça para olhar para os documentos. “Isso… isso é real?” ela perguntou, a voz falhando entre as últimas palavras.
César franzia o rosto, perguntando por que ela parecia um pouco… triste.
“Bonequinha?” Ele levantou a cabeça dela para vislumbrar seu rosto. Sua sobrancelha subiu ao ver a bolha de lágrimas que se formara em seus olhos. “Você está chorando?”
“NÃO!” Adeline rapidamente enxugou as lágrimas, balançando a cabeça. “Entrou algo nos meus olhos, só isso!”
Ela começou a olhar em volta, procurando por uma caneta. “Onde posso pegar uma caneta? Eu-eu-eu preciso assinar, certo? Onde você-”
“Adeline!” César a interrompeu, segurando seu rosto com as palmas das mãos. “Calma,” ele disse.
Adeline respirava pesadamente, olhando para ele. César não entenderia o quanto isso parecia um sonho. Se ao menos ele soubesse o que ela havia passado durante a vida com aquelas pessoas. A terrível humilhação que ela teve que suportar constantemente de Dimitri.
A pior parte de tudo foi quando ela chegou a aceitar que nunca poderia ser livre ou fugir deles. Isso significava absolutamente sua morte. Ela estava acorrentada.
Mas agora, essa não era mais a situação. Esse homem a havia salvo, e aqui, ela segurava um documento de divórcio—algo que ela nunca pensou que teria em mãos.
“César, é só que… eu só-”
“Shhhh.” César passou o polegar pelo lábio inferior dela e inclinou-se, beijando-a. “Você está comigo agora,” ele disse contra seus lábios. “Ninguém pode te machucar e ninguém pode te levar embora. Ninguém sequer ousaria arrancar um único cabelo do seu cabelo. Eu faria eles deixarem de existir. Você precisa saber disso.”
Adeline engoliu e observou enquanto ele se afastava, respirações suaves saindo de seu nariz.
“Vá em frente, assine. Quanto ao Dimitri, deixe comigo.” O sorriso de César era cruel enquanto ele mudava seu olhar para o documento.
Adeline recebeu uma caneta dele e assinou. Aos poucos, um sorriso brotou em seus lábios, e um suspiro profundo de alívio saiu de seu nariz.
César sorriu. “Como você se sente?”
Adeline desviou o olhar para ele. Ela encolheu os ombros, dando de ombros. “Eu realmente não sei. Parece real e irreal ao mesmo tempo. Eu nunca pensei que um dia não estaria mais casada com Dimitri. Eu pensei que estava acabada.”
“Mas é tudo graças a-”
César agarrou a mão dela, puxando-a do sofá para seus braços. Ele a abraçou, apertando-a tão fortemente como se nunca pudesse ter o suficiente. “Você é minha, Princesa. Somente minha. Você entende?”
“César…?” Adeline estava preocupada, perguntando-se por que seu humor havia mudado repentinamente. “César, há algo errado?”
“Adeline, você é toda minha, está bem? Eu nunca deixaria ninguém te ter, nem mesmo se eu estivesse morto,” César sussurrou para ela, enterrando o rosto na curva de seu pescoço. Ele respirou contra seu pescoço, seus olhos lentamente mudando para um tom de dourado.
Eles eram frios e cruéis. Mas Adeline não pegou nem mesmo um vislumbre deles.
Eu mataria qualquer um que ousasse tirar você de mim, não importa quem seja. Mesmo se você me odiasse… Eu nunca deixaria você ir. É isso o quanto você significa para mim. Você realmente não precisa me aceitar, mas tudo o que você precisa fazer é ficar comigo.
…Minha…Adeline
———
Já fazem mais de duas semanas, e Dimitri finalmente conseguiu se mover livremente novamente. Embora ele não estivesse completamente curado, já que sua lesão era crítica, ficar no hospital já não era mais extremamente necessário.
Entretanto, seu pai, Sr. Petrov, ainda não havia acordado de seu coma. Adeline o prejudicou demais, até afetou sua cabeça, foi o que disseram.
Pode até levar até três meses ou talvez… mais.