Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 111

  1. Home
  2. Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia
  3. Capítulo 111 - 111 Eu Não Sou Humano Yuri 111 Eu Não Sou Humano Yuri Yuri
Anterior
Próximo

111: Eu Não Sou Humano, Yuri! 111: Eu Não Sou Humano, Yuri! Yuri baixou a cabeça.

“Eu sabia que o senhor não viria, senhor. Mas eu precisava que o senhor falasse com eles, senão, as coisas teriam escalado. Não temos certeza do que seu pai está planejando.”

“Esses malditos idiotas!” César praguejou. “Ficando com suas bundas preguiçosas enquanto eu garanto a segurança deles, e eles tiveram a audácia de até…” Ele se conteve, respirando fundo.

“Como diabos meu pai soube da Adeline?” Seu olhar passou de Yuri para Nikolai e voltou para Yuri. “Diga-me a verdade!” Ele sabia que eles sabiam de algo e simplesmente não estavam lhe dizendo. “Se eu descobrir por conta própria, Yuri, vou garantir que vocês dois paguem caro. Desembuche, agora!”

Yuri mordeu os lábios, lançando um olhar furtivo para Nikolai, que já estava engolindo em seco de medo.

“Senhor, por favor, se acalme. Não tenho certeza se consigo explicar para o senhor no estado em que está,” disse Yuri.

César arqueou uma sobrancelha para ele.

Com uma marcha de advertência lenta, começou a se aproximar dele. “Yuri, você tem desejado morrer recentemente?”

“Hã? S-senhor? O que quer dizer?” Yuri deu um passo para trás, engolindo em seco, sua garganta repentinamente seca.

César sorriu provocativamente para ele. “Desembuche! A menos que você precise que eu torne seu sonho realidade. Farei isso com prazer, e das maneiras mais dolorosas que você poderia imaginar.”

Os olhos de Yuri piscaram rapidamente, e ele deu outro passo para trás, respirando fundo. “Senhor, eu vou explicar. Por favor, se acalme.”

“Prossiga,” César incentivou, cruzando os braços.

Yuri respirou fundo. “Na semana passada, após o evento com os Petrovs, eu vi Arkadi.”

“Arkadi?” As sobrancelhas de César se franziram.

Yuri assentiu com a cabeça. “Sim, ele nos seguiu, e tenho certeza de que foi ele quem tirou aquelas fotos.”

“Por que você não me contou sobre isso?” César questionou, franzindo a testa para ele.

Yuri pediu desculpas, baixando a cabeça.

“Eu só queria ter certeza, senhor. Não gostaria que alguém fosse ferido injustamente. Mas confirmei, e Arkadi realmente estava nos seguindo.”

“Arkadi…” Os lábios de César se curvaram em um sorriso malicioso. “Entendi…”
“Posso dar uma sugestão, senhor?” Yuri se endireitou com uma expressão séria no rosto.

César lhe deu um olhar. “Prossiga,” ele permitiu.

“Acho que seria muito mais seguro se o senhor pudesse levar Adeline para longe. Não acho que ela esteja segura na propriedade. Arkadi pode já saber sobre a propriedade,” Yuri sugeriu, com um olhar preocupado no rosto.

César podia ver o ponto em suas palavras e concordou, assentindo com a cabeça. “Eu mataria se alguém encostasse a mão nela, Yuri,” ele disse com a voz mais calma, quase como se estivesse emitindo um aviso antecipado do que poderia possivelmente fazer.

“Entendo, senhor.” Yuri retribuiu com um meio sorriso.

Perder o companheiro não era brincadeira. Apenas ser rejeitado por si só já o havia devastado terrivelmente. Ele também havia visto como Nikolai ficou depois de perder sua companheira, então, honestamente, ele nem conseguia imaginar o quão insano César se tornaria se ele perdesse Adeline.

“Mas eu tenho mais uma sugestão, se o senhor não se importar,” ele acrescentou.

César estava atento. “O que é?”

Yuri estava relutante, não certo se deveria seguir em frente e dizer o que tinha em mente.

César ergueu uma sobrancelha para ele.

“O que é?” Ele estava ficando impaciente.

Um suspiro suave escapou pelo nariz de Yuri, e ele levantou o olhar para o rosto dele. “Senhor, o senhor não acha que é hora de deixar Adeline saber sobre o senhor? Sobre o que o senhor é e o que ela representa para o senhor?”

“Acho que assim seria mais fácil protegê-la. O que você acha que ela diria para você se você de repente decidisse mudá-la de lugar? Além disso, acredito que ela está começando a pensar demais, é evidente em seu rosto. Não acho justo mantê-la no escuro. Ela-”
“Não posso fazer isso, Yuri.” César balançou a cabeça, discordando. Ele se virou, caminhando em direção à sua mesa, de costas para eles.

“Mas por que, senhor? O que há de tão difícil em contar para ela?” Yuri andou até ficar em frente a ele. Ele era muito mais baixo que César, então teve que levantar a cabeça para encontrar seu olhar. “O que tanto o incomoda que-”
“Ela vai me deixar, Yuri!” César o interrompeu. “Você realmente não entende. Ela é humana! Uma humana, Yuri!”

“E daí? O senhor acha que pode mantê-la no escuro para sempre? Não acha que ela começaria a ficar com medo e desconfiada de você e talvez fugisse de você?” Yuri questionou, franzindo a testa para ele.

César rosnou, irritado. “Ela nunca fugiria de mim!” Ele soou provocado.

“E o que o deixa tão confiante? O que o senhor vai fazer? Trancá-la obsessivamente naquela propriedade e forçá-la a ficar com você. É isso que o senhor vai fazer?” Yuri não tinha medo nenhum de questioná-lo com honestidade.

César deu de ombros, desviando o olhar. “Você não me conhece nem sabe até onde eu iria, Yuri. Se eu tiver que trancá-la, eu farei, contanto que ela fique comigo. Não preciso de mais nada além dela estar comigo.”

“César!” Yuri largou completamente a formalidade, agarrando-o pela mão. “Você poderia nos dar um momento, Nikolai?” Ele olhou para Nikolai.

Nikolai fez uma reverência sem objeção, virando-se e saindo do escritório. Assim que ele saiu, Yuri voltou sua atenção para César.

“Vou falar com você como um amigo, então-”
“Nós não somos amigos.” César afastou sua mão, caminhando para se sentar na beira da mesa.

Yuri fechou os olhos, respirando fundo. “César, eu entendo que você está com medo, mas tem que manter seu relacionamento com ela saudável. Você não pode pressioná-la ao ponto de rejeitá-lo se ela descobrir que poderia. Ela parece realmente gostar de você, então porque não aproveita essa oportunidade para acertar as coisas? Faça-a entender!”

“E se ela não entender?” César perguntou, desta vez com um tom suave. “Eu não sou humano, Yuri, não importa o quanto pareça humano por fora. Quão certo você está de que ela não me deixaria? Como você pode garantir isso?”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter