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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 107

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  3. Capítulo 107 - 107 Tire as Luvas 107 Tire as Luvas Nunca Adeline permitira a
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107: Tire as Luvas 107: Tire as Luvas Nunca Adeline permitira a si mesma entregar tanto controle, mas era diferente—completamente diferente com César. Por mais confuso que fosse, cada parte dela sabia apenas que ele a completara. Ele era perfeito para ela—talvez tudo o que ela quisesse.

César mordiscou seu lábio inferior. “A cada vez, seus lábios têm um gosto ainda melhor.” Ele beijou seu pescoço, descendo pelo colo, e puxou a barra de sua camisa para tirá-la dela.

“Minha linda boneca,” ele murmurou ofegante, sua voz rouca e saturada de sedução. “Você nem imagina o quanto eu gostaria de te foder até você perder o sentido, Adeline, de ter você se contorcendo embaixo de mim. Você ficaria uma linda bagunça.”

Adeline mordeu firmemente seu lábio inferior, arqueando as costas em prazer. “E-então… então me foda como você quer, César.”

César congelou por um segundo, tomando um momento para olhar seu rosto ruborizado. Sua expressão surpresa mudou para uma maliciosa, e ele sorriu, levantando a mão para acariciar seu seio por cima do sutiã fino e sobreposto. “Por mais que eu gostaria de te preencher esta noite, não posso.”

“P-por que não?” Adeline perguntou trêmula, confusa. Ela não era atraente o suficiente para ele? Eles já tinham ido tão longe, e não era como se ela estivesse impedindo-o, então por que ele estava se segurando?

“Ia te machucar, bebê,” César sussurrou, mordendo o lóbulo de sua orelha. “Tenho meus motivos, então você terá que esperar um pouco mais antes que eu possa te dar o que você quer.”

Mas Adeline achava que ele estava mentindo para ela.

“Devo… devo não ser o seu tipo, certo?” Ela se afastou e franziu a testa. “Você não precisa mentir, César. Isso piora as coisas.”

César ergueu uma sobrancelha descontente, perplexo. “Adeline, por que você pensaria isso?’ Ele sorriu, segurando-a e impedindo-a de se afastar dele. “Você não entende. Pretendo te desconstruir, peça por peça, até que você esteja me implorando por isso, e não de qualquer maneira, mas como se pudesse morrer sem meu toque.”

“Não acha que vai ser bom? O arrepio de ter meu toque quando esse seu lindo corpo mais desejar?” Ele passou os dedos para cima e para baixo em sua barriga para agarrar seu pescoço.

Adeline engoliu, respirando fundo e longamente. “Eu-”
“Adeline, você está fazendo um pressuposto muito errado se acha que não é o meu tipo ou que não desejo você. Pelo amor de Deus, você não gostaria de saber sobre as coisas perversas que tenho em mente para fazer com você. Mas… eu também sou um homem paciente. Gosto que o que é meu sinta necessidade de mim.”

“Preciso que esse seu cérebrozinho saiba bem e profundamente que nenhum outro homem pode lidar com você como eu lidaria. Eles nunca seriam capazes de te dar o que eu posso. Você sabe o quanto está excitada?” O sorriso de César se alargou. “Suas emoções e aromas são tão doces e tão desordenados. Dê uma olhada aqui, boneca.”

Seus dedos longos traçaram o osso do quadril até sua fenda, coberta pela calça de seda. Estava completamente molhada, e só agora ela tinha se dado conta.

A vergonha espiralou pelas suas costas, para o calor embaraçado em suas orelhas. Ela desviou o olhar, sem vontade de encontrar o dele.

E isso fez César soltar uma risada rouca. “Adoro quão obediente seu corpo é para mim. Só para mim.”

Ele a beijou novamente, desta vez muito mais suave e apaixonadamente. Seus lábios estavam quentes e se fundiam em um deslizar pulsante.

Esse era o tipo de beijo que ela queria. Era tudo o que poderia enviar sua mente para o esquecimento.

César sorriu durante o beijo no segundo em que sentiu seus braços envolvendo seu pescoço, puxando para manter seus corpos mais próximos.

“Tão sedenta por isso, não é?” César mordeu seu lábio suavemente, seus olhos verdes sedutores fixos nos dela, embaçados pelo prazer. Ele estava provocando de maneira bastante cruel, mas era também delicioso. “Uma humana tão linda, querendo ser preenchida e tocada por mim. Nunca estive tão fascinado.”

“Você era toda para mim, princesa, desde o momento em que surgiu.”

“César…” As costas de Adeline se arquearam e seus quadris se inclinaram para frente quando uma mão se ajeitou sobre sua região úmida. “T-tire as luvas.”

“Hm?” César a sentiu por cima e massageou, seus dentes mordiscando gentilmente sua orelha. “Você quer que eu tire as luvas?”

Adeline assentiu furiosamente, suas coxas tremendo e se apertando.

“Com prazer.” César tirou as luvas, jogando-as na cama. “Agora, onde eu estava?”

“Me diga o que você quer hoje, boneca. Devo te trazer êxtase como da última vez? Ou melhor ainda?” ele rosnou contra seus lábios.

O sutiã de Adeline saiu com seu incentivo. A brisa fria percorreu seu peito nu, e ela gemeu quando lábios quentes traçaram seu pescoço e seu colo até alcançarem um de seus mamilos rosados.

César lambeu ansiosamente o mamilo que tinha endurecido com a mudança de temperatura.

Isso enviou arrepios pela espinha de Adeline, e ela entrelaçou seus dedos em seu cabelo, virando-se adequadamente para que ele tivesse todo o possível controle sobre ela.

Seus sussurros suaves e gemidos provocaram uma reação fervorosa em César. “Você é linda de todas as maneiras, Adeline. Eu não poderia ter pedido mais.”

Adeline se contorceu com seus elogios e apertou sua pegada no momento em que César segurou o outro mamilo livre, guiando-a por muito mais prazer. Ele torceu a pele fofa e sensível com as pontas dos dedos.

“Mm!” As mãos de Adeline se cravaram em seus ombros. “César… meu Deus.”

“Me diga, Adeline. Quanto você já se tocou? Já pensou em mim enquanto se tocava aqui?” César sabia, ele tinha plena consciência de que ela tinha, mas, senhor, como era divertido provocá-la. Tudo isso valia a pena.

Adeline assentiu delirantemente. Ela estava perto, ela podia sentir. Só precisava de mais um pouco, e ela afundaria em tanta bem-aventurança.

“Que travessura sua, Adeline.” Oh, ele adorava isso. Ela o deixava louco— muito mais do que ele jamais poderia estar são. Só ela era capaz de mover ele. Ela tinha tanto controle sobre ele quanto ele tinha sobre ela.

Mas…

…Adeline só precisava aprender a usar ele para o desejo de seu coração.

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