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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 102

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  3. Capítulo 102 - 102 Para você sim eu sou 102 Para você sim eu sou Oh Adeline…
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102: Para você, sim, eu sou 102: Para você, sim, eu sou Oh, Adeline….

Se ao menos ela soubesse que ninguém jamais ousou falar com esse homem da maneira como ela falava com ele.

Um suspiro pesado e profundo.

César segurou o queixo dela, puxando sua cabeça para cima para fazê-la encarar seus olhos. Ele se inclinou, curvando-se um pouco, de modo que seus rostos ficassem a apenas uma polegada de distância.

“E você, princesa?” ele perguntou.

Adeline franziu as sobrancelhas para ele. “O quê?”

César soltou uma risada rouca. “Claro, eu gosto muito de mordê-la, na verdade. Mas por que você está tão confortável com isso?”

Adeline piscou, surpresa. “O-o que você quer dizer-”
“Agora, minha querida, isso machuca, mas você não me impede. Qual é o motivo? Você poderia me pedir para parar, e eu pararia imediatamente, mas você nunca faz isso. Você deixa. Por quê? Você deve gostar, não é?” César levantou uma sobrancelha maliciosa para ela, começando a se aproximar.

Adeline começou a recuar e acabou caindo na cama acidentalmente com um grito de susto.

César pairava sobre ela, mãos pressionadas na cama de cada lado de sua cabeça. “Você ama quando eu te toco, não é? Não importa o que eu faça com você, você apenas aprecia porque eu te faço sentir bem. Não é isso?”

“C-César…” A respiração de Adeline falhou, sem palavras.

Ele estava… certo? Por que ela não o impedia nem uma vez? Ela não poderia chamar isso de estranho se gostasse, mesmo que doesse bastante. Era como dor misturada com prazer, e ela não conseguia entender isso.

“Eu…” Ela engoliu em seco, desviando o olhar com as orelhas e bochechas tingidas de vermelho profundo de constrangimento. “Eu não sei, César. Eu não entendo o quê-”
César afastou suas pernas, ajustando-se adequadamente entre as coxas dela. Ele segurou seu queixo, fazendo-a olhar para ele.

Com um sorriso, ele disse, “Você sabe, Adeline, você sabe muito bem.”

“Embora possa doer, metade de você desfruta da mistura de prazer que vem com isso. Você se submete completamente a mim porque nenhum outro homem neste mundo pode fazer você sentir o que eu te dou. Eu sou o único ao qual seu corpo responde, o único que pode fazer você sentir o nível de prazer que você nunca obteria de outro homem.” César respirou contra o ombro dela, suspirando suavemente.

Oh, ela estava ficando excitada. Ele podia dizer pelo cheiro dela e, porra, como era doce.

Nenhum cheiro poderia comparar, nem mesmo o de um ômega. Ele estava viciado, completamente dominado por isso.

Adeline tapou a boca com a mão, virando a cabeça para a esquerda. “I-isso não é verdade.”

“Então, o que você quer dizer com isso, princesa?” César questionou.

Adeline respondeu, “Você não pode ter tanta certeza de que outro homem não pode me fazer sentir como você faz. Eu só nunca estive com mais ninguém, então não assuma.”

A expressão de César caiu, seus olhos se escureceram com irritação. “Você acha que existe outro homem como eu?”

Adeline assentiu, sem ousar olhar em seus olhos.

César sorriu em irritação, inclinando a cabeça para olhá-la. “Porra, Adeline, se tal homem existisse, eu já o teria feito desaparecer.”

“Mas, claro, eu não posso ter tanta certeza, como você diz.” Ele se inclinou, beijando a testa dela. “No entanto, não pense em ficar com nenhum homem além de mim. Eles não viveriam para ver outro dia, eu prometo a você, bebê. Você pertence a mim e nenhum outro homem jamais seria digno de você.”

“Eu sou o único que pode te dar tudo, não importa o que você possa algum dia pedir. Eu existo para você, e você existe para mim. Você me ouve, bebê?”

Adeline fungou baixinho, seu braço ainda sobre a boca. “Você é louco, César.”

“Por você, sim, eu sou.” César sorriu contra o pescoço dela e se levantou. “Quando chegar a hora, você saberá quem eu realmente sou. Então, até lá…” Ele não completou suas palavras, mas virou-se, deixando o quarto.

Adeline se ergueu na cama para olhar pela porta pela qual ele saíra.

O que eu realmente sou?

O que ele quis dizer com isso? César não era o próximo líder do grupo máfia Kuznetsov? Ele era realmente muito mais do que isso? Ele não estava apenas brincando com ela?

Adeline coçou a cabeça freneticamente, frustrada.

Que tipo de tortura ele estava impondo a ela? Por que ele simplesmente não poderia ser direto e dizer o que ela queria saber? Por que ele não respondia à sua pergunta?

Será que ele poderia ter outra identidade além da que ela conhecia?

Ela respirou fundo, esfregando as têmporas estressada. Não seria possível descobrir nada ficando ali parada e pensando demais. Ela teria que perguntar e descobrir, talvez por alguém que conhecesse César.

Pessoas como Nikolai e Yuri.

Oh, sim, ela poderia perguntar a eles. Mas isso seria até que ela os encontrasse novamente.

César Romanovich Kuznetsov — um homem que era mais do que aparentava. Quem ele era, realmente?

Rangendo os dentes sem pistas, Adeline saiu para o banheiro tomar seu banho.

…
César fechou a porta do seu quarto, seu rosto contorcido em angústia. Agora isso o deixava ainda mais receoso.

Ele estava com medo. Sim, ele estava com medo. Ela certamente o deixaria uma vez que descobrisse o que ele era.

Mas o problema era que ele nunca estaria disposto a deixá-la ir. Ele poderia até trancá-la com ele, se isso significasse mantê-la. Ele não poderia perder Adeline, ela era como cada respiração profunda para ele.

Sua existência inteira precisava e desejava ela. Uma vida onde ela não existia nem era imaginável para ele.

Ela não o deixaria — ela não pode deixá-lo.

César balançou a cabeça para si mesmo, indo para o banheiro.

“Se eu pudesse te contar, eu contaria, Adeline. Mas… você é humana, no final. Você fugiria de mim, e eu não posso permitir isso. Você tem que ficar comigo, sempre. Só eu,” ele refletiu, abrindo a porta do box para tomar banho.

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