Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 101
- Home
- Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia
- Capítulo 101 - 101 Isso Não É O Verdadeiro Você 101 Isso Não É O Verdadeiro
101: Isso Não É O Verdadeiro Você? 101: Isso Não É O Verdadeiro Você? Embora às vezes ela sentisse que César talvez a amasse, ela sabia que ele não amava. Era impossível.
César se apaixonaria um dia e ela seria deixada de lado, então ela não se atrevia a pensar muito à frente, não quando este homem por quem ela estava tão atraída — tão ligada, não sentia o mesmo por ela.
Suspirando, Adeline fechou os olhos, respirando fundo. “César, eu-”
Suas pupilas se abriram no instante em que sentiu um par de dentes morderem seu ombro. Era ardente.
“César!” Seu aperto em seu ombro se intensificou. “Isso dói.” Ela se moveu para sair de cima dele, mas César a segurou no lugar.
“Fique quieta.” César gemeu para ela, segurando-a firmemente. Seu cheiro estava saindo dela, e ele precisava marcá-la com seu aroma novamente. Se ele não fizesse isso, ela certamente ficaria doente novamente, e ele não permitiria que isso acontecesse. Não quando ele conseguira suprimir isso até agora.
Adeline encostou a testa em seu ombro, mordendo o lábio inferior e tirando sangue. “Por que sempre tem que doer?” ela perguntou, sem nem mesmo ter certeza do que estava acontecendo.
Toda vez que ele mordia aquela parte específica de seu ombro, sempre doía terrivelmente, e ela não tinha certeza do porquê. Ela sempre assumiu que ele estava deixando algum tipo de marca ou algo assim porque ele gostava, mas não, isso era claramente uma mordida intencional feita com um propósito.
O que estava acontecendo?
“Doi muito?” César lamiu o sangue escorrendo pelo seu ombro e recuou para olhá-la com os lábios ensanguentados.
Adeline pestanejou, engolindo em seco. “César, você realmente me mordeu? Quero dizer, me mordeu profundamente?” Ela pudo ver o sangue em seus lábios e isso levantava tantas perguntas em sua mente.
César não tinha desculpas, então ele simplesmente acenou com a cabeça. “Eu mordi.”
“P-por quê? Isso doeu.” Adeline o encarou confusa. Era algum tipo de fetiche?
César afastou alguns fios de cabelo dela atrás de sua orelha, dizendo, “Eu tinha meus motivos, boneca.”
Mas Adeline não estava feliz.
“Não faça isso novamente,” ela disse. “Eu não gosto.”
“Não, farei novamente.” César balançou a cabeça para ela. “Mas serei mais gentil da próxima vez. Não machucarei você.” Ele lambeu o sangue de seus lábios e a levantou para que ela ficasse de pé no chão frio.
Adeline estava apenas perdida e perplexa. Às vezes, ela não conseguia deixar de pensar em algumas das coisas que ele fazia e dizia. Ele era verdadeiramente bizarro às vezes, e era realmente perplexo.
Até mesmo se ela perguntasse por que ele faria isso novamente, ele definitivamente não lhe diria o motivo. Recentemente, ela sentia que havia algo que ele estava escondendo dela. Era um palpite, e isso a deixava inquieta.
Levantando a mão, ela tocou a parte de sua carne onde ele havia mordido. “César, há algo que eu preciso saber?”
O coração de César pulou um pouco, e ele parou por um segundo. “Como assim?” Ele saiu da cama, pairando sobre ela.
Adeline inclinou a cabeça para cima para poder olhar para ele.
“Eu não sei. Apenas sinto que há algo que eu preciso saber e você não está me contando. Eu posso sentir.”
“E por que seria isso?” César perguntou, curiosamente inclinando a cabeça.
Adeline acariciou sua bochecha, perdida em pensamentos. “Bem, para começar, você ronrona às vezes como um gato. Por quê? Quem faz isso?”
“Também não vejo razão para você gostar de me morder. Além disso, por que diabos seus dentes são tão afiados?” Ela estava seriamente intrigada.
Havia muitas coisas incompreensíveis sobre César, e ela adoraria entendê-las — descobrir os motivos. “Seus olhos também … por que são tão verdes?”
“Eles não parecem ser lentes, ou são?” Ela exclamou.
César a encarou e de repente jogou a cabeça para trás, explodindo em gargalhadas.
“Adeline.” Ele olhou para ela, curvando-se e se inclinando mais perto, de modo que seu rosto estava perto do dela. “Não são lentes, são meus olhos reais. Eu adoraria mostrar algo mais, mas se eu fizesse isso, você me questionaria mais, e eu não quero isso. Eu não tenho respostas.”
Ele acariciou a área abaixo do olho dela com o polegar. “Quanto a por que eu gosto de te morder e por que meus dentes são afiados… eu não posso te dar uma resposta para isso ainda. Mas em breve, talvez. Apenas seja um pouco paciente comigo, está bem?”
Adeline olhou para ele, impotente. “Por que você de repente parece um estranho?” ela perguntou inconscientemente.
“Isso machuca meus sentimentos, boneca,” César respondeu à pergunta dela, o desprazer evidente em seu tom. “Não diga coisas assim para mim. Eu não sou um estranho, e nunca serei. Não para você,” ele corrigiu, beijando a ponta do nariz dela. “Apenas não tente fugir de mim quando você finalmente me conhecer completamente…”
“O que eu sou,” ele acrescentou, endireitando-se.
“Tome um banho. Eu virei te buscar em alguns minutos.” Com isso, ele procedeu para deixar o quarto.
Mas!
“Então, você está escondendo o verdadeiro você de mim?” Adeline o questionou e cruzou os braços.
César parou e lançou um olhar para ela por cima do ombro. “Você é uma gata curiosa, minha boneca.”
“Me diga, César. Isso não é o verdadeiro você?” Adeline estreitou o olhar sobre ele. “Porque se não for, então você realmente é um estranho.” Ela estava determinada a fazê-lo revelar o que estava escondendo dela.
Um suspiro suave escapou do nariz de César. “Este é o verdadeiro eu, Adeline. Cada centímetro de mim que você vê. Você simplesmente não me conhece completamente, é tudo isso.”
“Ah?” Adeline inclinou a cabeça, sorrindo com uma sobrancelha arqueada. “Então o hábito de me morder é apenas você sendo esquisito então?”
César recuou a cabeça, franzindo a testa com as palavras dela. Um sorriso lento se formou em seus lábios, e com uma passada rápida, ele caminhou de volta para ficar bem na frente dela.
Adeline encarou seus olhos, nada intimidada por ele. “Vá em frente, responda-me.”
“Explique para mim e me faça entender. Estou ouvindo.” Um sorriso esperançoso estava estampado em seu rosto.