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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 100

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  3. Capítulo 100 - 100 Você me ama César 100 Você me ama César O ódio de Adeline
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100: Você me ama, César? 100: Você me ama, César? O ódio de Adeline por ele não era exatamente a esse ponto quando eles haviam sido forçados a se casar, mas quanto mais ela acordava com ele todos os dias, mais ela o odiava. Ele não era diferente de seu pai. Eram o exemplo vivo da frase, ‘tal pai, tal filho’
Mas César… Com ele, tudo era diferente—um caso completamente distinto.

Quando ela fez um acordo com esse homem, ela não pensava que as coisas chegariam a esse ponto. Nunca imaginou que haveria um dia em que ela estaria na cama com ele, em seus braços, como se fossem um casal casado.

Os olhos de Adeline piscaram rapidamente ao pensar nisso, e ela parou de acariciar sua mandíbula. Seu rosto se contorceu em uma expressão incerta, e ela tentou retrair a mão, mas para sua surpresa, César a segurou, deixando-a sobressaltada.

Ele abriu os olhos, aqueles orbes verde-floresta olhando diretamente para ela. “Por que você parou?” foi sua primeira pergunta.

Adeline entreabriu os lábios suavemente, suas pestanas batendo em confusão. “Você… você estava acordado todo esse tempo?”

“Não exatamente,” César respondeu, puxando-a para cima da cama e a trazendo para sentar em sua barriga.

Adeline apoiou as mãos em seu peito largo para se sustentar e se sentou corretamente em seu estômago, um olhar perplexo brilhando em suas pupilas. “César, isso não é um pouco—”
“Você fica tão linda de manhã,” disse César, encostando-se ao cabeceira. “Seu cabelo está uma bagunça total, mas eu gosto. Ele falava sério. Ela parecia ainda melhor do que a última vez que ele tinha acordado com ela.

“Você acha?” Adeline levantou as pupilas, tentando espiar seu cabelo. Ela soprou a mecha que caía sobre seu olho.

César levantou uma sobrancelha com isso e riu, incapaz de resistir. “Você é bem fofa às vezes.”

“E nas outras vezes?” Adeline inclinou a cabeça para o lado, curiosa.

César a olhou pensativamente antes de estender a mão para segurar seu rosto na sua grande palma. “Você é assustadora, eu acho. Muitas vezes parece que vai morder qualquer coisa que chegue perto de você.”

Adeline franziu a testa com isso e bateu sua mão para longe.

“Isso não é verdade.”

“É sim.” César sorriu, acariciando sob seu olho. “Mas eu amo isso. Você é minha pequena tigresa. Apenas minha.”

Adeline arqueou uma sobrancelha com o apelido e respirou fundo. “César, eu fico aqui com você, e por quanto tempo tenho permissão?”

A expressão suave no rosto de César desapareceu, substituída por uma dura. “Como assim por quanto tempo?”

“Bom, eu eventualmente terei que sair.” Adeline começou a acariciar sua mandíbula, refletindo. “Eu não ficarei aqui para sempre e vivendo às suas custas.”

“Mas quem disse que você não estaria aqui comigo para sempre?” César perguntou, uma carranca fervendo entre suas sobrancelhas.

“Hã?” Adeline parecia confusa. “O que você quer dizer?”

“Quem te disse que você não estaria aqui para sempre?” César repetiu sua pergunta.

Adeline ainda estava perplexa. O que ele queria dizer com isso?

“Não seja tola, César.” Ela riu. “Eu não preciso que me digam. Como eu poderia possivelmente ficar aqui para sempre? Eu não sou sua esposa, haha.”

“Mas você é minha! Você é minha, Adeline.” César segurou seus braços. Ele já não estava mais de bom humor. “Você não disse que era ontem? Ou… você mentiu para mim?”

Adeline recuou a cabeça, franzindo a testa. “César, do que você está falando?”

César a puxou para mais perto de si, enterrando o rosto em seu ombro para inalar seu perfume intoxicante. “Você disse que era minha ontem, Adeline. Você não pode voltar atrás em sua palavra agora. Eu não vou permitir.”

Adeline ainda não achava que ele estava falando sério. Talvez ele estivesse brincando com ela como fazia às vezes.

Rindo, ela recuou para olhar seu rosto.

“César, você não deveria brincar assim.”

“Pareço estar brincando?” Não havia nenhum brilho de diversão em seus olhos. Ele estava morto de seriedade.

Isso fez o sorriso de Adeline desaparecer. “Você… está falando sério?”

“Eu sempre estive?” César perguntou, parecendo descontente. Como ela podia tomar suas palavras como uma piada? Ela achava que pertencia a alguém além dele?

Adeline soltou uma risada curta.

“Mas César, como eu poderia ser sua?” Ela estava genuinamente curiosa.

A carranca de César se aprofundou. “Como assim?”

“Você me ama, César?” Adeline perguntou.

César ficou surpreso com a pergunta.

Amor? Ele a amava? Pensando bem, ele nunca tinha realmente refletido sobre isso. O que exatamente era amor? Ele nunca tinha estado apaixonado antes, então ele não poderia nem dizer se a amava ou não. Ele nem mesmo saberia se o fazia.

“Adeline…” Ele tinha algo a dizer. Não, ele ia perguntar o que era amor. Talvez ela soubesse, mas isso não seria um pouco… não ok?

Adeline pôde ver a confusão girando em seus orbes verdes, e isso a fez dar uma gargalhada.

“Oh, César.” Ele não era apenas louco, mas também era completamente um homem sem noção. “Você não pode chamar alguém de seu se você nem sequer sente amor por eles. Alguém só pode ser seu se você os ama, e se talvez eles sentissem o mesmo, você entende?”

“Não importa.” César a encarou, descontente. “Você é apenas minha, Adeline,” ele rosnou, seus olhos queimando com seriedade.

Adeline piscou rapidamente e o encarou com os lábios entreabertos. Ela não tinha ideia do que dizer neste momento.

Ele não a amava ou algo assim, então por que ele continuava declarando que ela era dele? Ele tinha dito isso muitas vezes para ela, e ela sempre tinha tomado como uma piada—até hoje.

César estava malditamente sério, estava claro em seu olhar penetrante.

Por quê? Ele não queria se casar algum dia com alguém que ele pudesse eventualmente amar? O relacionamento deles não era nada mais do que uma situação.

Ela se sentia atraída por ele, sim, mas ela não pensava que o amava. E obviamente era o mesmo com César. No entanto, ao contrário dele, ela não o considerava dela de forma alguma porque sabia que ele não pertencia a ela.

…Um homem como César nunca poderia. Ela não era digna… dele.

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