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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 456

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  3. Capítulo 456 - 456 Você me odeia 456 Você me odeia Como prometido Atlas não
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456: Você me odeia? 456: Você me odeia? Como prometido, Atlas não disse nada quando chegaram em casa naquele dia. Contudo, assim que chegaram, ele imediatamente pediu ao Mordomo Jen para esconder todas as bebidas alcoólicas que tinham em estoque. O Mordomo Jen ficou um pouco confuso com o pedido, mas acatou pelo bem de todos.

O Mordomo Jen nem teve chance de perguntar onde Penny tinha ido na noite anterior, pois as coisas ficaram agitadas. Além disso, Penny correu direto para o seu quarto após cumprimentar a todos brevemente.

Atlas observou enquanto a equipe escondia todo o vinho que estava pronto para ser servido, movendo-o para um lugar seguro.

Enquanto isso acontecia, Hugo voltava para casa depois de passar a manhã jogando basquete com seus antigos colegas de equipe.

“O que está acontecendo aqui?” ele perguntou ao entrar na sala de jantar, notando as empregadas indo e vindo. Seus olhos pousaram imediatamente em Atlas. “Primeiro Irmão, o que é isso?”

O Mordomo Jen, parado ao lado de Atlas, deu a Hugo um sorriso constrangido. “O Senhor Atlas quer todas as bebidas e vinhos fora da vista.”

“Ah.” Hugo assentiu, depois perguntou: “Mas por quê?”

O Mordomo Jen deu de ombros, enquanto Atlas permaneceu em silêncio, sem se dar ao trabalho de explicar. Hugo olhou para o perfil de Atlas, já imaginando a expressão no rosto de seu pai Charles quando ele chegasse em casa.

“Bem, Primeiro Irmão, boa sorte com esse debate com o Pai,” Hugo disse, apertando o ombro de Atlas antes de se virar para sair.

Hugo não demorou e foi direto para o segundo andar. Mas, justo quando alcançou o mezanino, ele parou e virou-se na direção oposta ao seu quarto.

Lá, saindo para o mezanino, estava Penny.

“Penny!” Hugo a chamou, parando-a no meio do caminho. “Aonde você vai?”

Penny piscou e sorriu para ele. “Apenas dar uma caminhada… ou talvez uma corrida. Quem sabe?”

“Com essa roupa?” ele perguntou, olhando-a de cima a baixo. Embora ela estivesse de tênis, a roupa era muito casual comparada às suas vestimentas usuais para exercícios.

“Bem,” Penny deu de ombros, “eu estava com um pouco de preguiça de trocar. Provavelmente vou apenas caminhar para clarear a mente.”

“Ahh…” Hugo assentiu, a observando dar um passo antes de pará-la com outra pergunta. “Onde você foi ontem à noite?”

“Hmm?” Penny parou e olhou para trás para ele. “Como assim, Segundo Irmão?”

“Ontem à noite, você saiu de casa, não foi?”

“Ahh.” Penny assentiu e riu sem graça. “Você quer dizer que eu saí escondido?”

Hugo riu. “Sim. Onde você foi?”

“Apenas…” Ela hesitou em dar-lhe uma resposta aleatória, sabendo que Hugo estava ciente de seu relacionamento com Zoren. “Fui ver o Renren.”

“Ah.” Hugo assentiu, ciente. Penny o estudou por um momento, percebendo sua aparência relaxada — camiseta solta, shorts confortáveis e uma bolsa de ginástica pendurada no ombro. Isso a fez lembrar do visual habitual de Hugo quando eram crianças. Ela não precisou perguntar onde ele havia estado; ela já sabia.

“De qualquer forma, vou sair agora,” ela disse. “Você deveria se lavar. O Primeiro Irmão e o Terceiro Irmão têm se preocupado com o seu odor corporal em desenvolvimento.”

Era uma piada para aliviar o clima, e Penny pensou que faria ambos rirem. Ela acenou e virou-se para ir embora.

Mas Hugo, que normalmente ria de tais piadas ou respondia com sarcasmo, não riu — nem um pouco. Ele manteve seus olhos em Penny, lembrando por que havia pedido a seus ex-colegas de equipe para jogar basquete com ele naquela manhã.

“Penny,” ele a chamou justo quando ela pôs o pé na escada, observando-a olhar para trás. “Podemos conversar?”

Penny franziu a testa, hesitante antes de subir novamente para o mezanino para enfrentá-lo. Ela estava confusa, mas também curiosa sobre o que seu segundo irmão queria discutir.

Isso não era sobre Hugo já saber que ela estava casada, certo?

Por um momento, eles ficaram em silêncio, olhando um para o outro. As sobrancelhas franzidas de Penny se aprofundaram com o olhar intenso no rosto de Hugo. O que havia de errado com ele?

“Segundo Irmão?” ela chamou, fazendo-o sair de seus pensamentos. “O que você quer conversar?”

Hugo piscou e estudou a expressão dela novamente. ‘Não parecia ser como na noite passada,’ ele pensou. Embora Penny parecesse a mesma hoje, algo sobre ela na noite passada havia sido diferente. Sua irmã nunca tinha carregado tanto ódio e tristeza desde que retornou à Mansão Bennet doze anos atrás.

Mas a noite passada foi diferente — e chocante.

“Penny,” Hugo a chamou novamente, desta vez mais suavemente, “posso te fazer uma pergunta?”

Penny quase riu do pedido incomum. “Claro, Segundo Irmão,” ela riu. “Desde quando você pede permissão para me fazer uma pergunta?”

“Você me odeia?”

“Huh?” O sorriso no rosto dela desapareceu enquanto suas sobrancelhas se erguiam em confusão. “Segundo Irmão, que tipo de pergunta é essa?”

“Só quero saber se eu fiz algo para que você me odiasse,” ele explicou. “Se eu fiz, eu apreciaria se você me contasse para que eu possa me desculpar e corrigir.”

Penny franziu o cenho, achando a pergunta desnecessária. Mas, vendo o olhar sério no rosto dele, ela limpou a garganta e balançou a cabeça.

“Segundo Irmão, se você alguma vez disse ou fez algo que não me caiu bem, eu teria lhe dito,” ela respondeu com conhecimento de causa. “Não é da minha natureza ficar quieta quando estou ofendida ou quando tenho uma opinião diferente.”

“Você está certa.”

“Por que você está me perguntando isso, porém?” ela perguntou, agora um pouco curiosa. “Aconteceu alguma coisa?”

“Ontem à noite…” Hugo apertou os olhos levemente. “… Você se lembra?”

“Lembrar do quê? De sair escondida?”

“Sim.”

“Eu me lembro disso,” ela mentiu.

“Se você se lembra, então você se lembra do que me disse antes de sair acelerando?”

As sobrancelhas de Penny se juntaram. Seu silêncio lhe disse que ela não se lembrava. Hugo decidiu adicionar mais detalhes, esperando que isso ativasse a memória dela.

“Ontem à noite, na garagem, antes de você sair acelerando, você me disse… para continuar morto,” ele lembrou, fixando seus olhos nos dela. “Você se lembra disso?”

“Huh?” Penny franziu a testa, prestes a questionar a audição de Hugo quando um som agudo súbito soou em seus ouvidos. Ela estremeceu, tocando a orelha, antes de ouvir sua própria voz ecoar em sua cabeça:
“Hugo, continue morto.”

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