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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 444

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444: Porque eu acredito nela 444: Porque eu acredito nela [FLASHBACK]
“Senhorita Bennet, é verdade que você faz parte desse grande esquema…?”

“Qual é o envolvimento dos seus irmãos nisso tudo?”

“Senhorita Bennet, por que você fez tal coisa? Você não se envergonha do que fez com sua família?”

Repórteres cercaram os policiais que escoltavam Penny até a delegacia. Penny se encolheu com os flashes das câmeras e os microfones sendo empurrados em seu rosto. Embora a polícia tentasse contê-los, só podiam fazer muito.

“Senhorita Penelope!”

“Senhorita Bennet!”

“Por que você faria tal coisa?”

“Seu irmão, o soldado, também estava envolvido?”

“Slater Bennet é seu irmão, Senhorita Bennet—ele tem algo a dizer sobre isso?!”

“O Grupo Prime fazia parte desse esquema… é assim que sua família acumulou sua riqueza?!”

Todas as vozes e perguntas se misturavam no ar, tornando difícil para Penny se concentrar em quem estava falando. Com os empurrões, os gritos e a intensidade da multidão, quase a sufocavam.

‘Estou tonta,’ ela pensou, apertando os olhos contra as luzes. Ela se sentia zonza. Ela não sabia se era pelo ar sufocante ou pelo fato de não ter comido nas últimas vinte e quatro horas.

A polícia havia aparecido no momento mais inesperado do dia. Justo quando Penny estava decidindo se comia ou dormia, exausta de trabalhar incessantemente pela última semana. Ou seria a falta de sono? Ela também não tinha tido muito disso.

“Senhorita Penelope!”

“Senhorita—”
Os pensamentos vagos de Penny pararam quando algo atingiu o lado de sua cabeça. Suas sobrancelhas se arquearam, o cheiro pungente de ovo podre invadiu suas narinas.

“Você traidora!” a voz de um homem ecoou repentinamente no ar. Seu surto assustou tanto Penny quanto os repórteres.

Por um momento, silêncio tomou conta do cenario até que o homem furioso, de meia-idade, gritou novamente.

“Você traidora!” Seu rosto estava vermelho, seus olhos injetados de sangue. “Você matou minha filha! Por sua causa, minha filha está morta!”

Os repórteres cercaram ele como abelhas em uma flor. Alguns ficaram com Penny, mas suas perguntas se tornaram mais agressivas com menos concorrência.

Penny, por sua vez, estava confusa. Era como se sua mente tivesse ficado em branco por um momento.

“O que…” ela murmurou, sem terminar, justo quando outro ovo atingiu o outro lado de sua cabeça.

“Traidora!”

Então outro ovo a atingiu. “Mulher gananciosa! Você é uma assassina!”

Um a um, uma multidão enfurecida—antes pensada como meros espectadores—começou a expressar sua dor e raiva. Eles lançaram ovos, tomates podres e o que mais pudessem encontrar na direção de Penny.

Penny levou um momento para processar o que estava acontecendo.

Ela olhou ao redor para os rostos furiosos de pessoas que nem conhecia, ouvindo-os chamá-la de todos os nomes vis imagináveis. Os repórteres filmavam e questionavam impiedosamente, preocupados apenas com sua próxima grande história. Os policiais, embora protegendo Penny, pareciam mais preocupados em se proteger dos objetos voando em sua direção.

Era um caos.

Enquanto os policiais arrastavam Penny em direção à delegacia, outro objeto veio voando em sua direção—desta vez, uma pedrinha. Embora pequena, a fez parar.

Penny parou novamente, baixando a cabeça. Ela tocou sua têmpora com as mãos algemadas e notou o sangue em seus dedos.

O que a surpreendeu mais? O sangue? Ou o fato de que tudo isso era real? A prisão, a polícia e a situação—era tudo real.

O rosto de Penny ficou pálido, seus olhos arregalados de choque. Lentamente, ela levantou a cabeça para absorver completamente a cena, e desta vez, sua mente não se atreveu a vagar.

“Senhorita Penelope, por favor, diga algo!”

“Sua assassina!”

“O mundo é melhor sem você!”

Justo quando Penny pensou que havia se acostumado a receber ódio injustificável, ela percebeu que estava errada. Lágrimas começaram a se formar lentamente em seus olhos, e os cantos vermelhos.

“Não,” ela sussurrou, balançando a cabeça. “Eu não… eu não fiz isso…”

“Senhorita Penelope, você está dizendo alguma coisa?!”

“Senhorita Bennet, você está admitindo culpa?!”

Os repórteres empurraram seus microfones tão perto que quase tocavam seu rosto. A polícia teve que arrastar Penny pelo meio da multidão conforme a energia deles aumentava.

Mas finalmente…
“Eu não fiz isso!” Penny gritou em pânico, virando a cabeça enquanto tentava se defender. “Não sou eu! Eu não fiz isso! Por favor! Eu não fiz! Não sou eu! Eu não fiz!”

Ela repetia as palavras muitas vezes, sua voz cheia de desespero, lágrimas escorrendo pelo seu rosto enquanto ela olhava nos olhos de seus acusadores.

“Eu não fiz isso! Por favor! Não sou eu! Por favor acreditem em mim—eu não fiz isso! Por favor… acreditem em mim! Ajudem-me, eu sou inocente!”

Penny gritava essas palavras repetidamente, quase implorando, até chegarem à delegacia, onde os repórteres não podiam seguir.

—
* * *
“Eu não fiz isso! Por favor! Não sou eu! Por favor acreditem em mim—eu não fiz isso! Por favor… acreditem em mim! Ajudem-me, eu sou inocente!”

Zoren estava sentado em uma poltrona, assistindo às notícias enquanto esperava por alguém. Sua expressão permaneceu neutra, tornando difícil para qualquer um adivinhar o que ele estava pensando.

“Senhor,” Mark chamou baixinho enquanto se aproximava de Zoren pelo lado. Ele se inclinou e sussurrou, “Senhor, parece que William Pierson sofreu um acidente. Ele não poderá comparecer.”

Zoren balançou a cabeça levemente. “Dean já acha que ele é inútil?”

Mark se endireitou, escolhendo não responder. Ele não precisava; Zoren já sabia a resposta.

Zoren se levantou do braço da poltrona e estava prestes a sair quando de repente parou.

Mark franzia a testa, observando seu chefe, apenas para perceber que Zoren estava olhando para a grande televisão. Penny ainda estava na tela, suplicando sua inocência enquanto a multidão a cercava.

“Mark,” Zoren disse baixinho, chamando sua atenção.

“Sim, senhor?”

“Investigue o caso dela.”

“O quê?” As sobrancelhas de Mark se juntaram em confusão. Ele olhou para a TV e depois para Zoren, que ainda estava fixado na tela.

“Eu não fiz isso! Por favor, não sou eu! Por favor… acredite em mim!” A voz desesperada de Penny ecoava pela sala.

“Senhor, por que o interesse repentino neste caso?” Mark perguntou, perplexo. “Acho que não lhe diz respeito. Além disso, você tem muito o que fazer, especialmente com Dean Pierson tomando medidas.”

“Está bem,” Zoren disse, seu olhar inabalável na tela.

“Posso saber por quê?”

Zoren não respondeu imediatamente. Ele observou a transmissão até o apresentador de notícias aparecer e então se virou para sair. “Porque…” ele começou, retomando seus passos, “eu acredito nela.”

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