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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 434

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  3. Capítulo 434 - 434 A única esperança do Anjo 434 A única esperança do Anjo
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434: A única esperança do Anjo 434: A única esperança do Anjo “… Vou ter que te obrigar.”

O silêncio tomou conta da cozinha enquanto nenhum dos dois falava por um momento. Penny esticou cuidadosamente os dedos em direção aos armários sob o balcão, com a palma da mão descansando na borda da pia. Com as costas voltadas para Mark, ela tomou cuidado para não alertá-lo.

‘Ele é diferente dos outros que enfrentei,’ ela pensou, percebendo que este homem não a deixaria ir a menos que estivesse morto. ‘Já encontrei tantos como ele.’
Penny já tinha se deparado com a morte inúmeras vezes, e ela sentiu essa mesma aura vindo de Mark. Ela sabia que ele a mataria — essa luta não acabaria com um simples ferimento.

O sentimento era mútuo para Mark.

Analisando sua pequena estatura, era difícil acreditar que alguém como ela tinha causado tanto dano aos seus homens. Embora Renny parecesse ficar ao lado dela por razões que ele não conseguia compreender, Mark tinha que dar crédito a ela — nenhum dos homens com quem ela lutou eram guarda-costas ou lutadores comuns.

‘Ela não é uma pessoa comum,’ ele pensou, segurando a respiração, pronto para atacar se sentisse qualquer movimento dela. ‘Não posso baixar a guarda.’
Quando o pensamento cruzou sua mente, cada instinto em seu corpo gritou um aviso. Mark rapidamente ergueu sua pistola e atirou, apenas para ouvir um clangor quando a bala atingiu uma faca que voava em sua direção. Surpreso por sua rápida reação, ele prendeu a respiração ao vê-la deslizar por baixo do balcão.

BANG! BANG!

Mais dois tiros soaram, destinados a impedi-la em vez de matá-la. Ele não estava tentando acabar com a vida dela — ainda. Mas os movimentos dela eram muito rápidos, forçando Mark a recuar. Ela chutou um banco em sua direção, e ele teve que desviar.

Essa breve distração deu a ela tempo suficiente para mover-se para debaixo da mesa, virando-a para usar como escudo.

“Droga…” ele murmurou, cerrando os dentes enquanto disparava mais tiros, criando buracos na mesa. Desta vez, ele não se importava se ela acabasse morta. Ele tinha visto o caos que ela causou na mansão, e ele não podia arriscar que ela chegasse até Zoren. Especialmente agora que ele estava lutando com ela.

Mark podia dizer que ela realmente não era uma pessoa simples.

BANG! BANG! CLACK!

A arma clicou vazia. Mark recarregou rapidamente, mas enquanto isso, ele notou algo vermelho pingando da borda da mesa.

‘Eu a acertei?’ ele se perguntou, aproximando-se cautelosamente. Mesmo que parecesse que ela estava caída, ele não era do tipo que baixava a guarda.

O silêncio rapidamente tomou conta, com apenas os ecos dos tiros ressoando em cada canto das paredes. O ar também parecia mais denso que o usual, forçando-o a ouvir seu próprio coração acelerado e respirações profundas.

A um passo da mesa, ele olhou por cima para verificar. Suas sobrancelhas se franziram profundamente quando viu que a fonte do líquido vermelho era de um galão de ketchup que tinha derramado.

Ela não estava atrás da mesa. O que significava…
Antes que Mark pudesse processar o que estava acontecendo, seu corpo reagiu instintivamente. Ele girou, braços erguidos, justo a tempo de bloquear um soco de sua mão esquerda. Infelizmente, não importava quão rápido ele reagisse, ele não conseguia parar o cotovelo que se chocou contra seu queixo.

“Ack!” Mark cambaleou, chocado com a força do golpe. Seu queixo latejava, sentindo quase deslocado pelo impacto.

Agindo por reflexo, ele apontou sua arma para a perna dela, mas Penny foi muito rápida. Ela desferiu um chute circular, derrubando a arma de sua mão. Ela se chocou contra o chão, deixando-o indefeso.

As costas de Mark bateram na prateleira, fazendo os condimentos caírem no chão. Levantando a cabeça, ele viu o brilho assassino nos olhos dela. Era tão intenso que eles quase pareciam brilhar vermelhos.

“Hah,” ele zombou, seu orgulho ferido mas ao mesmo tempo, uma emoção surgindo em seu coração. “Faz tempo que alguém me obriga a entrar em uma luta corporal.”

Penny sorriu. “Eu não costumo matar pessoas com os punhos… mas para você, eu farei uma exceção.”

Mark se afastou da prateleira, não se incomodando com os cacos espalhados no chão. Ele cerrou os punhos, os olhos fixos nos dela.

“Beleza,” ele murmurou. “Vamos lutar.”

Penny não respondeu. Ela apenas assumiu sua posição, os olhos nunca deixando-o. “Espero que você não se importe em machucar uma mulher.”

“Mulheres, homens, crianças, idosos… contanto que sejam meus inimigos, não me importo.”

“Muito bem,” Penny concordou. “O sentimento é mútuo.”

Neste ponto de sua vida, Penny acreditava que só tinha a si mesma… e a seu amado pantera. Antes da prisão, ela pode não ter sido a pessoa mais íntegra, mas ela obedecia à lei, nunca sequer ultrapassando o limite de velocidade.

A prisão a mudou — ou melhor, o motivo pelo qual ela acabou lá mudou sua perspectiva. Era para melhor? No fundo, Penny sabia que não. Ela frequentemente pensava que deveria ter sido executada porque esta era a pessoa que ela nunca quis se tornar.

Alguém sem consideração por moralidades, incontrolável, consumido por raiva e amargura. Ela não se importava mais com sua própria vida.

Mark e Penny se encaravam em silêncio, nenhum dos dois se movendo enquanto estudavam o adversário, esperando pelo primeiro sinal de ataque. Então, num piscar de olhos, ambos se moveram simultaneamente, colidindo ferozmente, transformando a cozinha em um campo de batalha.

Era uma luta pela sobrevivência.

—
Enquanto isso, em algum lugar na mansão, Anjo mancava pelos corredores, procurando por Penny. Tudo o que ele havia encontrado até agora eram corpos inconscientes e buracos de bala nas paredes. Ele parou, passando a mão sobre uma bala cravada na parede, cerrando os dentes.

“Esses caras…” ele murmurou, embora não estivesse completamente convencido de que os homens de Zoren eram os únicos responsáveis. Afinal, Penny estava fora de controle.

“Eu tenho que encontrá-la…” ele hesitou. “Não, eu preciso avisar o Sr. Pierson.”

Parecia que Zoren era a única pessoa que podia impedir seus homens de atacar Penny, impedir Renny de causar estragos, e controlar sua esposa incontrolável. Anjo sabia que não poderia parar Penny sozinho sem lutar até a morte. Sua única esperança agora era Zoren — e o poder do amor.

Com esse pensamento, Anjo mancou em direção à residência principal.

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