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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 430

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430: Ela estava bêbada? 430: Ela estava bêbada? Minutos atrás…

Penny destampou uma garrafa de vinho centenário e deu um gole direto da garrafa. Ela sibilou de satisfação, lambendo os lábios para saborear o gosto.

“Delicioso! O que é isso? Eu nunca provei nada igual!” ela divagou, verificando o rótulo antes de notar a pantera negra esperando por ela. Ela franziu os lábios e olhou para Renny, sorrindo. “Blacky, quer um pouco?”

A pantera negra inclinou a cabeça para o lado, fazendo-a rir.

“Brincadeirinha!” ela abraçou a garrafa. “Não é bom pra você. Não, não, você não pode beber isso.”

“…”

“Bem, enfim…” Penny desviou o olhar ao ouvir passos apressados se aproximando. Seus lábios se curvaram para baixo enquanto chamava Renny com um gesto de dedo para que se aproximasse.

“Fique aqui e fique quieto,” ela sussurrou enquanto caminhava até a porta e a fechava com cautela. Penny então desabou no chão, sentando ao lado de Renny. “Hehe. Vamos evitar a briga por enquanto. Hora de comemorar, porque o que eu aprendi depois de ficar na prisão é que a vida — a liberdade precisa ser celebrada.”

Ela ria e se escondia, aproveitando seu vinho enquanto escutava os homens se aproximando. Ela podia sentir os passos deles parando quando viram a cena diante deles.

“Ah, merda…” Angel, que havia chegado para resgatar seus homens após receber um relatório, arregalou os olhos. Ele rapidamente examinou os corpos inconscientes no chão, notando suas roupas rasgadas. Um olhar e ele soube que Renny havia rasgado suas roupas de maneira agressiva.

Angel cerrou os dentes e correu até o homem mais próximo que pôde alcançar. Ele rapidamente verificou seu pulso, suspirando aliviado ao encontrar um. Ele continuou verificando os outros, descobrindo que, felizmente, todos estavam inconscientes, mas não mortos.

“Graças a Deus,” Angel exalou, observando enquanto seus homens arrastavam o resto para se apoiarem sentados contra a parede.

“Ugh…” um dos homens, que havia enfrentado Penny e Renny, gemeu enquanto os movimentos ao seu redor o despertavam. Assim que viu Angel, ele entrou em pânico e quase o chutou, mas Angel pegou seu tornozelo rapidamente.

“Ei, sou eu!” Angel gritou, trazendo seu camarada de volta à realidade. “Ei!”

O homem estremeceu, saindo do seu estado semi-inconsciente. Seus olhos trêmulos se fixaram em Angel, e ele suspirou aliviado.

“Capitão!” o homem ofegou, agarrando o peito de Angel com força. “Ugh… Acho que quebrei minha perna.”

“O que aconteceu aqui?” Angel perguntou, mesmo já sabendo pelo relatório. Ele precisava confirmar se eram mesmo Penny e Renny.

Afinal, eles não tinham ideia de porque Penny os atacaria. Quanto à pantera, não seria surpresa se Penny a estivesse comandando. Renny só ouvia Zoren ou Penny — e às vezes até Chunchun.

“Senhorita Penny,” o homem disse com os dentes cerrados. “Ela fez tudo isso… ugh… droga. Dói. Acho que quebrei uma costela.”

Angel segurou o ombro do homem, puxando-o para mais perto. “Tem certeza de que foi ela?”

“S—sim!” o homem gemeu, encarando Angel. “Foi ela.”

“Por quê?”

“Eu não sei — argh! Capitão… meu ombro… está doendo…”

Angel soltou rapidamente o ombro do homem como se queimado, antes de avaliar sua condição. Embora não houvesse ferimentos fatais, o homem estava claramente machucado. Ainda assim, isso não parecia o estilo de Penny. Ela poderia ser impiedosa com seus inimigos, mas não machucaria seriamente seus próprios homens.

‘Ela deve ter mirado apenas para incapacitá-los,’ ele pensou, engolindo em seco enquanto olhava para os outros que também estavam feridos.

A expressão de Angel escureceu. Ele se virou para os outros homens que haviam vindo com ele. “Levem-nos e tratem seus ferimentos.”

“Sim, senhor!”

“Sobre a Penny…” Angel se voltou para o homem ferido novamente, que ainda se contorcia de dor. “Você sabe para onde ela foi?”

O homem balançou a cabeça. “Eu não sei! Mas ela perguntou… ugh…”

“O que ela perguntou?”

“Ela perguntou… ela perguntou onde ele estava.”

“Quem?”

“Eu não sei!” o homem gritou, sobrecarregado pela dor. “Eu ouvi ela falando sobre procurar alguém antes de eu desmaiar. É tudo o que sei! Ela está procurando um homem, e ela provavelmente foi para lá.”

Ele inclinou a cabeça na direção de onde Angel tinha vindo antes de cerrar os dentes de dor. Angel olhou para aquela direção, levantando-se enquanto deixava seus companheiros cuidarem dos feridos.

“Lá?” Angel sussurrou, dando um passo em direção à área para onde Penny poderia ter ido. No entanto, quando ele chegou à porta do depósito de vinhos, ele parou.

Angel espiou pela janela, vendo nada além de prateleiras de vinho. Ele franziu a testa e olhou para trás.

“Ei,” ele chamou um de seus homens no chão, cujo ombro estava sendo cuidado por outro companheiro. “Ei! Quando você encontrou a Penny, ela estava bêbada?”

“Ughh… hein?”

Angel bufou, enfatizando cada palavra desta vez. “Mais cedo, quando você lutou com ela, você notou algo estranho?”

O homem cerrou os dentes, frustrado pelas perguntas enquanto sentia dor, mas ele sabia que deviam ser importantes. Angel não perderia tempo de outra forma.

“S—sim! Acho!” o homem gritou, forçando-se a responder. “Eu acho que senti cheiro de álcool nela — ugh!”

Angel baixou a cabeça enquanto processava a informação. Seu rosto escureceu, os olhos se estreitando. Ele fixou o olhar em seus homens. “Tirem-nos daqui.”

“Hã?”

“Tratem deles em outro lugar,” Angel repetiu firmemente. “Agora.”

Os homens hesitaram por um momento, mas o olhar no rosto de Angel não deixava espaço para perguntas. Eles obedeceram rapidamente, carregando seus camaradas feridos em direção à saída mais próxima.

Enquanto os observava sair, Angel voltou seu olhar para a porta à sua frente. Afrouxando a gravata, ele a chutou, fazendo as dobradiças retinem.

Os homens, ainda a caminho da saída, pararam e olharam para trás. Tudo o que viram foi a pantera avançando em Angel, o jogando violentamente contra a parede.

CLANG!

“Argh—” Angel grunhiu, cerrando os dentes enquanto olhava para cima. Renny já havia corrido para longe, e uma figura estava saindo do depósito de vinhos.

Penny surgiu das sombras, sorrindo amplamente. Seu sorriso, embora brincalhão, instigou os homens perto da saída a se moverem mais rápido. Assim, os homens se apressaram, fechando a porta atrás deles, deixando Penny nas mãos de Angel… ou talvez o contrário.

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