MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 422
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- Capítulo 422 - 422 Oba dia de jacar 422 Oba dia de jacar Ai Penny gritou
422: Oba, dia de jacar! 422: Oba, dia de jacar! “Ai!” Penny gritou quando bateu no chão com força, aterrisando violentamente no gramado. Ela se contorceu, amassada na grama, e começou a questionar suas escolhas de vida. “Ai… ai… foi uma queda muito ruim.”
Ela ficou ali por um momento, lamentando sua situação até que conseguiu se recuperar. Foi bom que sua mente, corpo e alma tivessem sido bem treinados na prisão. Afinal, ela costumava apanhar bastante quando era o que eles chamavam de “carne fresca”.
Embora Penny já tivesse sido treinada antes como uma mulher livre, inicialmente ela tentou não reagir, pensando que as surras eventualmente parariam. Ela rapidamente aprendeu que não funcionava assim quando quase foi morta em seu sono. Foi quando ela aprendeu a revidar. Ainda assim, ela não era imortal, e não tinha superpoderes para torná-la imune à dor e aos ferimentos de todos os golpes e cortes que recebia nas lutas.
“Ai…” ela sussurrou, desta vez mais calmamente, enquanto jazia na grama. Ela olhou para o dossel acima dela e sorriu. “Estou bem agora!”
Penny estava prestes a pular quando ouviu vozes de homens por perto. Imediatamente, ela rolou de bruços e engatinhou para trás até se esconder atrás dos arbustos.
“Hã?” Ela franziu o nariz quando uma folha roçou suas narinas. “Que diabos?”
Ela afastou a folha, puxando a cabeça para trás. “Desde quando têm plantas aqui?”
Pelo menos ela tinha um lugar para se esconder.
Penny olhou cautelosamente por cima do arbusto, avistando alguns homens uniformizados fumando e conversando.
“Quem são eles?” ela murmurou, franzindo a testa. “Eles subornaram os oficiais para entrar?”
Ter visitantes naquele inferno não era incomum, e Penny sabia disso muito bem. Ela tinha visto muitos deles antes. Olhando ao redor para seus arredores, ela absorveu a vasta extensão e a mansão que se erguia ao longe.
“Hã?” Ela piscou, e então piscou com mais força. Quando ela abriu os olhos novamente, sua mente tentou corrigir o que estava vendo.
A mansão agora parecia uma prisão. As casas de hóspedes espalhadas pareciam diferentes departamentos da prisão. Até a estufa havia se transformado, em sua mente, em um prédio fortificado. Lentamente, tudo se transformou na maneira como ela lembrava da prisão estadual.
“Ahh…” ela assentiu para si mesma. “Ok. São só meus olhos.”
Penny permaneceu em seu lugar até notar os guardas — aqueles mesmos guardas que ela havia enviado para Zoren — começarem a se mover. Olhando de novo, ela percebeu que eles não estavam saindo; eles estavam ajudando mais alguém. Uma carranca profunda se formou enquanto ela olhava para eles.
“Eles estão arrastando alguém…” ela sussurrou, apertando os olhos enquanto se concentrava nos homens carregando um homem inconsciente pelos ombros.
Os joelhos se arrastavam pelo chão, e embora ele estivesse vestindo calças jeans, isso tinha que doer.
“Ainda bem que ele está inconsciente…” ela murmurou, erguendo uma sobrancelha quando notou os cabelos frisados do homem. Ela apertou ainda mais os olhos para ter uma melhor visão do perfil dele quando um dos homens uniformizados se afastou.
Nathaniel.
Um brilho assassino cintilou nos olhos de Penny. Ela passou a língua por dentro da bochecha, e um sorriso malicioso curvou seus lábios, fazendo-a parecer sinistra.
“Finalmente encontrei você,” ela sussurrou sombriamente. “Deve ser minha noite de sorte.”
Com certeza, os céus estavam ao seu lado, apresentando a pessoa que ela mais queria ver bem diante dela. Penny lambeu os lábios, a raiva reprimida em seu coração transbordando de excitação. Antes mesmo de tocar nele, ela já estava imaginando cem maneiras de fazê-lo sofrer.
Até mil cortes não seriam suficientes para saciar sua ira.
Aquele homem era a razão de tudo.
Agora, era hora de olho por olho.
Penny observou enquanto os homens o arrastavam para dentro da residência principal, sorrindo para si mesma. Embora a área estivesse cheia de pessoas, ela encontraria um jeito de entrar lá. Tudo o que tinha que fazer era evitar ser pega — embora, se fosse, ela não se importaria de brigar.
Ela não tinha problema com isso.
“Então, eles vão manter aquele idiota lá dentro.” Penny se levantou lentamente, permanecendo nas sombras escuras da residência. “Muito bem. Hora de quebrar umas…”
Ela parou quando sentiu algo grande se aproximando. Virando a cabeça, tudo o que viu foi uma grande figura preta saltando em sua direção.
Thud!
Mais uma vez, Penny se viu rolando no chão.
“Ack—!” ela ofegou, gemendo sob o peso impossível que caiu em cima dela. Parecia que uma casa inteira havia desabado sobre ela. A dor, no entanto, rapidamente se aliviou quando Renny começou a lamber seu rosto.
Penny fez uma careta levemente, mas espiou para o pantera negra cutucando e lambendo suas bochechas.
“Hehe,” ela riu, mas logo sua risada se transformou em gargalhadas alegres. “Ei, ei! Espera—ai—para!”
Sentindo a urgência em sua voz, Renny deu um passo para trás. Ele não tinha percebido que estava pisando em seu peito enquanto a cobria de carinho.
“Aish… minha nossa!” Penny se sentou, encarando a imensa pantera diante dela. Ela piscou algumas vezes, olhando nos olhos de Renny, que refletiam seu próprio reflexo.
Quando caiu a ficha do que era, sua respiração desacelerou, seus olhos se arregalaram e sua boca se abriu. Renny inclinou a cabeça para o lado, se perguntando por que sua mãe parecia tão chocada. Um segundo depois, ele entendeu que tinha chegado a uma conclusão errada.
Depois de um momento, a expressão de surpresa no rosto de Penny foi substituída por um sorriso animado.
“Um gatinho!” ela exclamou, muito feliz. “Tão fofo~!”
Sem medo, Penny abriu os braços e abraçou Renny. Era como se ela estivesse abraçando um gatinho pequeno, embora Renny pudesse facilmente morder sua cabeça — não que ele faria isso, não com sua amada mãe.
“Awww, tão fofo, tão fofo~ você é tão fofo~ quero te morder~” Penny falava carinhosamente, sem conter sua excitação enquanto Renny felizmente deixava que ela o enchesse de carinho. Ela o abraçou com força, como se a presença de Renny tivesse curado seu coração ferido.
Quando Penny finalmente o soltou, ela sorriu de orelha a orelha.
“Ei,” ela chamou, mas pausou, percebendo que não sabia seu nome. Então, ela inventou um. “Blacky, você quer vir comigo?”
Renny a observou em silêncio, observando enquanto ela apontava em uma direção.
“Eu preciso ir lá,” ela riu. “Vem comigo. Vou te ensinar a se divertir!”
Renny: “Oba! Dia de trapaça!”