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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 420

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420: Fique morto 420: Fique morto Parada do lado de fora da mansão, Penny levantou a mão até a testa e estreitou os olhos para o fim da entrada. Ela avistou uma silhueta caminhando em direção aos portões, indicando que ainda havia guardas ali.

“Droga,” ela sussurrou, encolhendo os ombros. “Ainda temos guardas? Uau. Deixa pra lá.”

Penny correu até a garagem, procurando pelo carro do Atlas. Quando chegou, linhas profundas apareceram entre suas sobrancelhas. A garagem abrigava vários carros, incluindo carros esportivos e motocicletas.

“Não estamos pobres agora?” ela sussurrou, ao notar duas motocicletas da mesma marca, mas modelos diferentes. Mais do que empolgada, ela estava confusa. “Como eles ainda têm carros esportivos? Eles estavam mentindo para mim?”

Ela franzia o nariz, convencida de que Atlas a havia enganado durante sua última visita. Isso não parecia que a vida deles estava desmoronando. Se estivesse, eles deveriam ter vendido esses carros desnecessários para pagar suas necessidades diárias.

“Qual deles é o dele, afinal?” ela murmurou, inspecionando as chaves. Não havia botões nelas, então seus olhos naturalmente se voltaram para as motocicletas. Um sorriso se espalhou no rosto dela enquanto ela montava em uma delas e inseria a chave.

“…,” ela franzia a testa quando a moto não pegava. Seu olhar se desviou para a outra moto. “Bem, essa é uma gata.”

Penny rapidamente desceu da primeira moto e subiu na segunda. Assim que inseriu a chave, os faróis iluminaram a garagem. Ela sorriu satisfeita e arqueou as sobrancelhas ao notar os capacetes no suporte.

“Segurança em primeiro lugar!” Ela saltou da moto para pegar um capacete. Depois de ajustá-lo, ela acelerou o motor e girou a moto com uma manobra afiada, mas estremeceu quando viu Hugo parado na entrada.

“Penny?” Hugo franziu a testa, observando-a dirigir lentamente até ele. “Você está sóbria agora? Para onde você está indo a esta hora?”

Penny virou lentamente a cabeça para onde seu segundo irmão estava parado. Ela estudou seu rosto e deu um suspiro superficial. Sua presença era um lembrete de sua culpa — Hugo, a quem ela acreditava estar morto, agora estava ali como uma lembrança assombrosa de como ela foi enganada por uma pessoa que ela pensava ser sua amiga.

“Hugo… continue morto,” ela murmurou friamente antes de baixar a viseira e acelerar.

“???” Hugo piscou, olhando-a partir. “Ela… ela acabou de me amaldiçoar?”

Ele abriu e fechou a boca, confuso, lembrando o olhar desafiador nos olhos dela. Embora ela ainda tivesse aquele olhar familiar, havia algo diferente nela naquela noite. Penny sempre olhava para ele assim, mas hoje à noite, um sentimento inexplicável invadiu seu coração quando seus olhos se encontraram.

[Ela é uma pessoa diferente quando está bêbada.]
As palavras do Atlas ressoaram na mente de Hugo, lembrando-o das preocupações de seu irmão não muito tempo atrás. Com isso em mente, Hugo correu de volta para a casa para pegar suas chaves. Mas, quando chegou à porta da frente, Penny já havia alcançado os portões.

Vendo os guardas correrem para abrir os portões, Hugo cerrou os dentes.

“Ah, não,” ele sibilou, correndo para dentro. Mas quando ele saiu, Penny já estava passando pelos portões levemente abertos. Sem pensar duas vezes, Hugo correu para a garagem, pulou em sua motocicleta e acelerou, determinado a seguir sua irmã.

Infelizmente, não importa o quão rápido ele dirigisse, Penny já havia desaparecido quando ele passou pelos portões.

“Onde diabos ela está indo nessa velocidade?”

Ela estava sóbria agora?

***
Para ser honesta, Penny não tinha ideia de onde queria ir naquele momento. Ela dirigia pela cidade sem rumo, como uma temerária sem respeito por limites de velocidade. Felizmente, era no meio da noite e as ruas estavam menos rigorosas.

“Para onde… estou indo?” ela se perguntou, fazendo outra curva imprudente sem diminuir a velocidade. Eventualmente, ela parou em frente a um ponto de ônibus perto da Prime Global Logistics.

Era o mesmo ponto de ônibus onde ela conheceu Nathaniel pela primeira vez. Foi o lugar onde começou sua chamada amizade com Nathaniel; a própria fundação de sua amizade imprudente.

Levantando a viseira, um brilho assassino cintilou em seus olhos enquanto ela os estreitava. “Foi aqui que tudo começou,” ela sussurrou. “Mas não é aqui que isso vai acabar.”

Na linha do tempo correndo pela mente de Penny, ela havia sido liberada da prisão e agora estava caçando um homem chamado Nathaniel. Ele era o motivo dela ter acabado na prisão, onde ela tinha sido forçada a aprender lições duras. A prisão tinha sido uma sobrevivência do mais apto, e mesmo alguém tão obediente quanto Penny tinha sido presa tanto para os detentos quanto para os policiais. Para sobreviver, ela tinha abraçado sua loucura.

Graças a Deus, ela havia sobrevivido, mas sua mente nunca havia se recuperado completamente.

Ela estava melhor morta do que fora daquele lugar, porque agora que estava livre, ela estava determinada a derrubar todos eles. Todos eles, a partir daquele homem chamado Nathaniel.

“Eu vou encontrá-lo esta noite,” ela sussurrou, abaixando a viseira antes de acelerar.

Penny visitou todos os lugares onde Nathaniel costumava trabalhar. Afinal, o homem tinha uma vida dupla. Mas não havia nenhum rastro dele; ela sequer viu fragmentos da sombra dele.

A maioria das lojas já estava fechada a essa hora. Ainda assim, a energia de Penny permanecia em alta — a noite ainda era jovem, e ela tinha muita para gastar.

Já que não conseguia encontrar Nathaniel, Penny pensou em visitar a prisão. Havia uma detenta lá que ela tinha feito amizade e que poderia ajudá-la a encontrar ele. Essa detenta tinha conexões com o comércio ilegal de informações dentro da prisão e poderia fornecer uma dica de onde começar a procurar. Além disso, ela queria ver como Graça estava.

Essa garota não a preocupava, sabendo que Graça era uma garota incrível. Ela certamente dominaria a prisão mesmo sem Penny lá.

Com esse pensamento em mente, Penny seguiu em direção à prisão. No entanto, em vez de ir direto para a prisão estadual, ela se viu circulando por altos muros de concreto que, para seus olhos, pareciam paredes de prisão.

Não era a prisão estadual, mas sim o Skyline Plaza — a Casa de Zoren.

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