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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 251

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  3. Capítulo 251 - 251 Trava de objetivo 251 Trava de objetivo Há alguns minutos
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251: Trava de objetivo 251: Trava de objetivo Há alguns minutos, no elevador…

— Senhor, o senhor está bem? — perguntou o guarda-costas, percebendo Zoren massageando a parte superior da sua testa.

Zoren lançou um olhar aos seus guarda-costas e apertou os olhos.

— Sim, — ele manteve sua resposta curta, endireitando as costas. — Não se preocupem comigo. Estou bem.

O guarda-costas baixou a cabeça e deu um passo para trás, dando-lhe algum espaço. Quando o elevador chegou ao seu destino, mais guarda-costas já o esperavam do lado de fora.

Zoren não parou para ninguém, indo direto para a ala onde Dean estava. No entanto, apesar da fachada forte e estoica que ele mantinha, a visão de Zoren estava embaçando a cada segundo que passava. Sua cabeça doía desde o momento que acordou — provavelmente por causa do incidente não tão distante.

— Não estou ficando cego, estou? — ele se perguntou enquanto faziam uma curva no corredor.

Fixando o olhar à frente, ele viu uma mulher se apertando para o lado para dar passagem.

— Abra espaço, — disse ele, com uma voz mal audível para os homens ao seu redor. — O caminho não é só para nós.

Os guarda-costas lançaram um olhar para ele e depois perceberam a mulher à frente. Eles rapidamente se afastaram para o outro lado do corredor.

Quando Zoren se aproximou mais da ala privativa do Dean, uma dor aguda atingiu a lateral de sua cabeça. Seus passos diminuíram, mas ele não parou. A única vez que ele fez uma pausa foi quando chegou à porta da ala privada.

— Minha visão está ficando ainda mais turva, — ele pensou, inspirando superficialmente antes de expirar lentamente.

Apesar de tudo o que ocorria dentro dele, sua postura, pose e frente estoica não mudaram. Quando ele entrou na ala, só podia contar com os grandes movimentos e cores dentro do quarto.

— Tio, — Dean sorriu delicadamente, observando seu tio sentar-se. — Que surpresa! Eu não sabia que você visitaria hoje.

— Ben não lhe disse?

— Não.

— Provavelmente eu disse a ele mentalmente e esqueci de falar.

Dean balançou a cabeça e olhou para a porta, atrás de Zoren. — Você estava esperando lá fora?

— Por que eu esperaria lá fora?

— Ahh. Então você acabou de entrar, — Dean riu, sorrindo. — Não é nada, Tio. Só pensei que tinha feito você esperar.

— Por quê? Teve uma visita?

As sobrancelhas de Dean se ergueram levemente com a pergunta antes de ele sorrir amplamente. — Sim, mas parece que você perdeu a visita dela.

— Ela?

— Minha namorada, — ele riu. — Não te disse que estou saindo com alguém?

— Não. — Zoren se reclinou e descansou uma perna sobre a outra. — E também não estou interessado.

Dean gargalhou. — Claro. Você nunca se interessa por questões triviais.

Zoren piscou lentamente, sem dizer mais nada. Enquanto isso, Dean manteve seu sorriso, seu olhar se deslocando para alguém fora do quarto.

— Como você está, Tio? — Dean quebrou o silêncio, olhando para o pequeno curativo na têmpora de Zoren. — Fiquei sabendo que você também sofreu um acidente. É assustador viver nestes tempos. Depois do seu acidente, eu também sofri um.

— Mhm.

— Ouvi dizer que você quebrou um osso, mas você parece bem.

— Estou bem.

Dean piscou, estudando-o. — Tio, por que você está aqui?

— Para te mostrar que estou bem. — Zoren colocou as mãos no braço da cadeira e se levantou. Olhando para baixo, para seu sobrinho, ele disse indiferente: — Concordo que viver nestes tempos é assustador. Nunca se sabe quando você será mordido. Tenha cuidado da próxima vez, Dean.

O sorriso no rosto de Dean permaneceu, mas ele entendeu a ameaça nas palavras de seu tio. — Quando eu tiver tempo, irei visitá-lo, Tio.

— Vá para casa, — Zoren disse, olhando para o seu sobrinho como se o estudasse. — As contas do hospital são caras.

Diz aquele que está sempre no hospital.

Dean riu, concordando. — Irei.

Tendo dito isso, Zoren não demorou mais e saiu andando. Dean, por outro lado, fixou seus olhos na figura que se afastava de seu tio. Quando a porta se fechou, o sorriso em seu rosto desapareceu, substituído por uma expressão fria.

— Ele não a reconheceu? — ele sussurrou. — Ou será que ela tomou um caminho diferente?

Dean levantou lentamente a sobrancelha antes de apertar os olhos. — Tem algo errado com ele, — ele murmurou antes de o canto de seus lábios curvar-se em um sorriso zombeteiro. — Será que ele está escondendo outra doença agora?

*
*
Enquanto isso…

A paciência de Penny estava queimando agressiva e constantemente enquanto ela esperava notícias de Yugi. Então, quando o céu se aliou a ela hoje e ela viu seu marido, ela não queria perder a chance de coletar mais informações sobre ele.

Sentada no saguão do hospital, Penny posicionou-se em um dos sofás com uma revista sobre o rosto. Seus olhos permaneciam acima da revista, à espera de Zoren aparecer.

DING!

Quando ela ouviu o som fraco da campainha do elevador, ela se animou. Seus olhos brilharam assim que viu um grupo de homens fardados saindo. No segundo em que avistou aquela figura alta entre eles, Penny prendeu a respiração.

— É ele! É realmente ele! Esse desgraçado—! — Penny agarrou a revista com força, seu corpo inteiro tremendo de raiva.

Com esse pensamento em mente, Penny devagar colocou a revista de volta. Conforme o grupo se aproximava do ponto onde ela estava, ela se levantou e caminhou em direção a eles. Ela não podia simplesmente confrontá-lo e armar um escândalo; era melhor abordar com um coração diplomático.

Mas, infelizmente…

— Com licença— Penny mal havia entrado no território deles quando um guarda-costas se colocou na frente dela.

— Senhorita, precisa de algo? —
— Ah, sim. — Penny assentiu e apontou para a pessoa que eles estavam protegendo. — Preciso falar com ele.

Zoren diminuiu o passo enquanto olhava para trás, para ela.

Penny poderia jurar que seus olhares se encontraram, mas o homem a tratou como se ela fosse invisível. — !!!!

Esta era sua esposa aqui?!

— Sinto muito, Senhorita, mas não podemos permitir isso, — disse o guarda-costas, pensando que ela era apenas uma daquelas mulheres tentando se infiltrar na cama de um homem rico. Mesmo assim, ele manteve o tom educado. — Por favor, mantenha distância. Faça isso enquanto estamos pedindo educadamente.

Penny abriu e fechou a boca, surpreendida com a rapidez com que o guarda-costas chegou a conclusões. Ele não precisava dizer o que estava pensando; estava claro em seu rosto!

— Hah. — Ela riu debochada, observando os guarda-costas se afastarem cautelosamente enquanto mantinham um olho nela como se esperassem que ela corresse atrás deles e tentasse romper a formação.

Enquanto tudo isso acontecia, Zoren não parou e rapidamente entrou no carro que estava esperando por ele do lado de fora.

— Senhor, está tudo certo? — perguntou Benjamin da primeira fileira assim que Zoren entrou.

Zoren estava massageando a têmpora com os olhos fechados enquanto respondia, — Há uma mulher no saguão. Diga a ela que, se ela precisa de algo de mim, que marque um horário adequado. Eu a verei então.

— Ela provavelmente é alguém que seu tio enviou para seduzir você, — Benjamin supôs. — Não há necessidade de se incomodar com ela, senhor.

Zoren não respondeu, continuando a massagear a têmpora. Vendo isso, Benjamin não pôde deixar de levantar sua preocupação.

— Senhor, devemos cancelar seu próximo compromisso?

— Não. — Zoren espiou para a frente. — Mas ligue para o Doutor Tan para mim.

Benjamin apertou os lábios e baixou a cabeça, pensando que Zoren queria chamar um dos melhores médicos do mundo por outra preocupação de saúde. — Sim, senhor. Ele ainda está no país, então tenho certeza que ele pode encontrá-lo imediatamente.

Depois de tudo resolvido, eles partiram para o próximo “importante” compromisso de Zoren.

***
Ao mesmo tempo, Penny saiu do hospital e observou os carros se afastarem.

— Hah! — ela escarneceu. — Ah, não. Você não vai a lugar nenhum… até você me divorciar.

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