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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1600

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Capítulo 1600: Where… this picture came from?

Quando Penny chegou ao laboratório, ela não perdeu tempo — começou a trabalhar imediatamente.

Mas, alas…

Ela congelou assim que chegou ao seu lugar. Seus olhos caíram nos inúmeros livros abertos e notas espalhadas diante dela, e depois nos quadros brancos cobertos de rabiscos. Ela não precisava adivinhar de quem era a letra, nem quem tinha o hábito de deixar essa bagunça. Bem, comparado a ela, essa bagunça não era nada. Ela até considerava uma escrita limpa.

“Eu disse a ele para não enfiar o nariz nos meus assuntos,” ela resmungou em voz baixa.

Ainda assim, ela se inclinou mais perto e estudou as equações no quadro branco. Para os outros, isso não passava de escritos aleatórios, mas para ela, era um processo de pensamento coerente por escrito.

Seu maxilar apertou como um torno. Ela não gostava do que aquelas equações estavam lhe dizendo. A maioria delas eram teorias com as quais havia brincado durante as madrugadas, mas que não havia registrado aqui. Movendo-se para os cadernos abertos, ela notou as outras teorias — as notas de Dean.

“Quando ele fez tudo isso?” ela sussurrou, folheando as páginas.

Quanto mais ela lia, mais sombria sua expressão se tornava. Depois de alguns minutos, apenas uma conclusão se formou em sua mente.

“Ele está dizendo… que não há antídoto?” ela murmurou, franzindo a testa. “Como isso é possível?”

Seus lábios se curvaram para baixo enquanto ela olhava para os livros no balcão. Relutante em aceitar a teoria de Dean, ela começou a verificar o restante. Ainda que toda solução que considerasse já tinha sido testada por Dean. Ainda assim, ela persistiu.

Não é que ela não confiasse em Dean — era apenas que ela não podia aceitar nada até ver por si mesma.

Com esse pensamento em mente, Penny começou a trabalhar. Ela começou a rabiscar algumas de suas próprias ideias em um novo bloco de notas, determinada a testá-las. No entanto, antes que pudesse terminar de escrever, a porta voou aberta repentinamente do lado de fora.

“Espere um segundo!”

Penny sobressaltou-se, olhos voltados para a entrada. Dean entrou apressadamente, parando à sua frente.

“Dean, que diabos?” ela sussurrou, imediatamente percebendo as olheiras ao redor dos olhos dele e seu tom de pele pálido. “Você parece um lixo! Você sequer dormiu?”

Dean a ignorou e alcançou um dos cadernos próximos. Penny arqueou uma sobrancelha.

“E agora? Você acabou de concluir que não há antídoto.”

Ainda assim, ele não respondeu.

Dean folheou as páginas até parar em uma. Ele a escaneou silenciosamente, mas atentamente.

Penny, surpreendentemente, ficou em silêncio. “Você encontrou alguma coisa?”

“…Não deveríamos estar trabalhando nisso de forma alguma,” Dean finalmente disse, levantando o olhar. “Não quando faz anos que nenhum de nós desenvolve uma droga.”

Com isso, ele arrastou um banco e se sentou à frente dela, devolvendo a nota para ela.

“Olhe para esta teoria,” ele disse, apontando para ela. “Ela não compartilha das mesmas propriedades da Droga Milagrosa. Estamos perdendo outro componente, quase indistinguível. Mas com este aditivo — se combinarmos corretamente — ele torna o veneno eficaz. Essa mesma propriedade pode ser a chave.”

Sua voz carregava um vislumbre de empolgação.

Dean não havia considerado a ideia até mais cedo, quando distraiu todos do escândalo Zoren-Atlas desviando a atenção para ele mesmo e Atlas. Assim como esta droga — suas propriedades conhecidas enganaram outros, focando-os na solução errada.

“Oh, meu Deus…” Os olhos de Penny se arregalaram enquanto ela se virava para ele. “Você é um gênio!”

“Vamos trabalhar e ver se estamos certos.”

E então, pela primeira vez em muito tempo, Dean e Penny trabalharam juntos em um antídoto. Eles não discutiram. Não trocaram observações sarcásticas ou comentários mordazes.

Eles apenas trabalharam—em silêncio, sincronizados—como se nada mais importasse além dos resultados.

O momento os lembrou de um tempo há muito perdido. Um passado mais tranquilo, onde Penny era uma menina baixinha e gordinha, e Dean um adolescente alto, de olhos afiados. Na época em que brincavam com produtos químicos como se fosse um jogo.

—

[MANSÃO BENNET]

Charles desceu a escada e avistou o Mordomo Jen e alguns ajudantes empacotando as coisas do Slater. Slater iria se mudar no final de semana, e o pessoal da casa já estava ajudando a tornar a transição mais suave.

Alguém poderia questionar se isso era apenas pura ajuda, ou se essa ação era fruto de entusiasmo.

“Está saindo de novo, senhor?” perguntou o Mordomo Jen quando viu Charles se aproximar.

Charles fez um aceno casual. “Voltarei mais tarde, só peguei algumas coisas que esqueci esta manhã. Haines vai me matar.”

“Duvido que ele faria isso.” O Mordomo Jen sorriu e abaixou a cabeça respeitosamente.

Charles parou perto dele, seus olhos nos engradados sendo levados para fora. Vários já estavam empilhados na entrada, prontos para os carregadores.

“Você não deveria estar carregando tudo isso,” comentou Charles, lançando a Jen um olhar de desaprovação. “Slater é quem está se mudando—ele deveria fazer isso sozinho.”

O Mordomo Jen riu. “É o mínimo que podemos fazer pelo Terceiro Jovem Mestre. Estamos felizes em ajudar.”

“Tch. É por isso que ele é tão mimado,” Charles murmurou, clicando a língua. Seus olhos varreram a área, notando alguns itens que haviam caído de uma das caixas. “Estou indo.”

“Sim, Mestre.”

Charles acenou para ele e caminhou despreocupadamente em direção à porta. Mas, assim que chegou à entrada, parou.

“Hmm?”

Sua sobrancelha levantou, os olhos voltaram para os engradados. No chão, perto de um deles, estava uma pequena foto—com as bordas gastas, a imagem quase desbotada. Algo nela o fez parar.

Profundas rugas apareceram em sua testa. Um estranho instinto o dizia para ir embora. Mas algo puxava sua atenção.

A foto não pertencia à sua esposa—Charles conhecia todos os retratos dela de cor, antigos e novos. Era de outra pessoa.

Movido pela curiosidade, ele deu alguns passos para trás. Suas costas protestaram levemente quando ele se inclinou para pegá-la—mas antes que seus dedos pudessem tocá-la, ele parou.

“Senhor?” A voz do Mordomo Jen veio de trás. Ele franziu a testa, preocupado com a postura congelada de Charles. “Mestre, está tudo bem?”

Ele inclinou a cabeça, tentando ver a expressão de Charles.

Quando viu, a preocupação de Jen aumentou.

O rosto de Charles estava inexpressivo. Pálido. Como se ele tivesse acabado de ver um fantasma.

Lentamente, o Mordomo Jen seguiu seu olhar e viu a fotografia que Charles quase pegou, mas não conseguiu.

“…Mordomo Jen,” disse Charles finalmente, sua voz baixa e fria. “De onde… veio esta foto?”

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