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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1598

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  3. Capítulo 1598 - Capítulo 1598: Penny, se você procura lealdade, ela está bem aqui!
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Capítulo 1598: Penny, se você procura lealdade, ela está bem aqui!

“Em alguns casos, essa abordagem funciona. Nem todos com um distintivo fazem seu trabalho corretamente. Mas os detetives envolvidos neste caso fizeram um trabalho minucioso. Verifique o relatório—você verá que Cassandra Smith esteve sob vigilância por meses antes de sua prisão.”

Kiara e Hugo levantaram as sobrancelhas antes que a primeira pegasse o relatório. Eles o folhearam; ambos eram experientes o suficiente para entender o que estavam lendo.

Enquanto isso, Graça os observava em silêncio. Vendo que ambos—especialmente Kiara—pareciam compreender o relatório, ela assentiu com satisfação. Isso lhe poupou o tempo de explicar tudo mais detalhadamente.

“Isso mesmo,” continuou Graça. “É exatamente por isso que o recurso foi rejeitado. Nossa única opção agora é levar ao tribunal superior.”

Lentamente, Kiara ergueu o olhar para ela. Seus olhos brilhavam de confusão e preocupação.

“O que fazemos?” ela perguntou. “Parece que ficamos sem base para recurso com tudo que está nesses arquivos. Não quero ser rude, mas isso significa que teremos que esperar até o julgamento dela terminar para tirá-la de lá?”

Graça pressionou os lábios numa linha fina e deu de ombros. “Essa é uma opção, mas há outro jeito.”

Assim que disse isso, o canto de sua boca se curvou em um sorriso conhecedor. Suas sobrancelhas mexeram-se com uma ligeira travessura. Kiara e Hugo franziram as sobrancelhas, intrigados. Até mesmo Hugo sabia que provavelmente era tarde demais para conseguir fiança para Cassandra.

Eles trocaram olhares confusos antes de voltar a atenção para Graça. No entanto, o sorriso no rosto de Graça ainda estava lá.

—

[GRUPO PRIME]

Toc, toc…

Penny olhou para ver Patricia espiando através da porta. Esta última sorriu, enquanto Penny soltou um suspiro profundo.

“O que é agora, Patricia?” Penny perguntou cansada. “Se for sobre comida, apenas sirva e deixe na mesa. Estou ocupada.”

Patricia mordeu o lábio, as mãos entrelaçadas atrás das costas. “Penny.”

“O quê?”

“Aquela foto de ontem… posso vê-la de novo?”

As sobrancelhas de Penny se franziram. “Que foto?”

“A de tamanho carteira!” ela esclareceu. “Só quero dar outra olhada.”

“Não.” O tom de Penny era seco.

“Por favor?”

“Não,” ela repetiu, desta vez ainda mais fria.

“Mas por que não?”

“Porque saber mais, às vezes, pode levar a consequências destrutivas. Você, mais do que ninguém, deveria entender isso,” Penny disse com firmeza. “Aquela foto não é algo que você deveria sequer ter visto. Você não deveria falar sobre isso também. Se quer saber, deveria esquecer completamente.”

Ela fez uma pausa. “Você vai me agradecer depois.”

O sorriso de Patricia desapareceu. “Mas—”

“Patricia, por favor.” Penny abaixou ligeiramente o olhar, seus olhos penetrantes. “Não mencione isso de novo. Eu deixo muitas coisas passarem, mas estou ocupada. Como minha assistente, você deveria saber que não deve tratar meu trabalho levianamente.”

“Está bem…” Patricia suspirou, os ombros caindo. Quando ela se virou para sair, olhou para trás. “Mesmo apenas uma olhada, Penny. Eu juro que não mencionarei isso de novo.”

“Não.”

“Por favor?”

Penny se recostou na cadeira giratória. Mais do que irritada, ela se sentia impotente.

Patricia voltou para ela e ficou ao lado da mesa.

“Eu juro que não contei a ninguém sobre isso!” ela ergueu uma mão sinceramente. “Eu só preciso ver de novo, assim paro de bisbilhotar onde não devo!”

Penny ficou impassível. “Por que você quer ver isso, afinal?”

“Porque—” Patricia mordeu a língua no meio da sentença e inflou as bochechas, hesitando.

‘Não posso dizer a Penny que a mulher na foto se parece um pouco com nossa nova empregada… não enquanto eu ainda não tiver certeza disso. E não quando eu não sei por que Penny tem essa foto.’

“Por que?” Penny arqueou uma sobrancelha, esperando.

“Bem, porque você disse que ela é aparentemente sua mãe!” Patricia soltou – não era uma mentira completa, mas também não era toda a verdade. “Eu só quero dar mais uma olhada. Você já me mostrou ontem! Eu prometo, não vou te incomodar de novo depois disso.”

Penny a encarou, se perguntando novamente por que a tinha contratado.

Ela deve ter tido razões além de apenas tomar conta.

“Tá bom,” Penny cedeu, raciocinando que não havia problema em mostrar mais uma vez. Ela abriu uma gaveta e jogou a foto na mesa. “Olhe o quanto quiser. Talvez até tire uma foto enquanto está nisso.”

CLICK!

Patricia já estava tirando uma foto antes que Penny terminasse de falar. Ela puxou o retrato para mais perto, estreitando os olhos como se estivesse memorizando todos os detalhes.

Penny apenas balançou a cabeça. “Já basta. Devolva.”

Patricia suspirou e devolveu a foto sem resistência. “Isso não parece com sua mãe. Ela é bonita, mas sua mãe é mais bonita. Ainda assim, algo nessa mulher me parece familiar.”

Penny abriu a boca mas decidiu não responder. Isso era privado. E enquanto assistentes deviam ser confiáveis, ela não achava que Patricia estava pronta para essa verdade ainda.

“Não é minha mãe – eu só disse que, aparentemente, ela deveria ser,” Penny respondeu, recuperando o retrato. “Agora que você conseguiu o que queria, pode ir.”

“Ok!”

“Ah, e Patricia. Se você vir aquele rosto em outro lugar, me avise. Caso contrário, não diga uma palavra sobre isso a ninguém.” Ela pausou. “Posso confiar em você para isso?”

“Penny, se você está procurando lealdade, está bem aqui!” Patricia apontou para si mesma. “Nunca traí ninguém – é sempre ao contrário, né?”

Com isso, ela se virou para sair. Mas, quando chegou à porta, virou-se de volta com um sorriso. “A propósito, trouxe comida hoje. Está na despensa. Vou te servir daqui a pouco.”

E assim, ela saiu — com o sorriso triunfante de alguém que conseguiu o que queria de novo.

Lá fora, ela parou e virou-se para Mark. Ele arqueou uma sobrancelha com sua expressão presunçosa enquanto ela voltava para seu posto.

‘Qual é o motivo desse olhar presunçoso?’ ele se perguntou, antes de deixar pra lá.

—

De volta ao escritório de Penny…

Penny olhou para a porta e assentiu levemente. Com um dar de ombros, ela murmurou:

“Ela tem razão. Nunca ouvi falar de Patricia traindo ninguém do lado dela. É sempre ao contrário.”

Considere aquela vez quando eram crianças, por exemplo—Patricia acreditou em Nina até que Nina a jogou debaixo do ônibus.

“Ah, bem,” Penny murmurou novamente, afastando o pensamento enquanto voltava para suas tarefas antes de seguir para o laboratório.

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