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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1574

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Capítulo 1574: Deixe Comigo

“Você está com fome?”

Ver Hugo pausar e depois acenar com a cabeça fez o rosto de Kiara se contorcer levemente.

Será que ela era uma máquina de salgadinhos para ele agora?

Kiara franziu a testa, seu coração afundando ao começar a ver Hugo como uma versão mais jovem de Stephen. Mas, ao contrário de Stephen, que não parava de falar, esse parecia querer brincar de adivinhação com ela.

Ela suspirou em derrota. “Ainda tenho alguns lanches no escritório. Provavelmente vou preparar algo de lá.”

“Tch.” Hugo clicou a língua e levantou o visor, olhando para ela com uma expressão impassível. “Estou com fome, sim, mas não estou pedindo para você me alimentar. Embora isso seja gentil da sua parte, e eu não me importaria se você fizesse isso.”

“Oh.”

“Sobe aí,” ele disse, alcançando seu visor novamente. “Graça ligou e me disse para levar você ao escritório dela. Ela está assumindo o caso, mas também precisa…”

Hugo parou, olhando para trás lentamente enquanto Kiara, de alguma forma, magicamente apareceu no banco de trás dele.

“Isso foi… rápido.”

“Vamos,” ela insistiu, puxando a barra da jaqueta dele. “Eu farei o que ela precisar. Qualquer coisa.”

“Hah.” Ele soltou uma risada curta e superficial antes de tirar o capacete extra preso em seu braço e passá-lo para ela. “Eu sei que você faria. Aqui.”

Surpresa, ela olhou para o capacete menor que ele entregou a ela. Um pequeno sorriso surgiu em seu rosto antes que ela o pegasse e colocasse. A agradável fragrância do capacete — uma mistura de xampu floral e um perfume feminino suave — rapidamente preencheu seus sentidos.

Esse é o capacete de outra pessoa?

Seus pensamentos foram interrompidos quando Hugo falou.

“Você está pronta?”

“Uh, sim.”

“Segure firme,” ele gritou. Mas com o capacete, a voz dele parecia abafada. Kiara mal teve tempo de se preparar quando ele deu partida na moto e a tirou do suporte.

Kiara se agarrou a qualquer coisa que pudesse para evitar cair. Ainda bem que ela estava acostumada com sua scooter, então andar em uma moto maior não era um grande problema. Mas, ainda assim, com a rapidez com que ele partiu, ela percebeu uma coisa:

Ela nunca tinha andado com sua scooter tão rápido assim antes.

Talvez, ela não estivesse tão acostumada a andar em um veículo de duas rodas como pensava estar.

****

Quando Kiara e Hugo chegaram ao escritório de advocacia no coração da cidade, suas pernas estavam trêmulas enquanto ela quase rastejava para sair da moto, sua alma ainda a meio caminho fora do corpo.

“Eu juro… geralmente leva cerca de meia hora para chegar aqui do armazém.” Seu rosto empalideceu enquanto ela tirava o capacete, lançando-lhe um olhar amargo. Por um segundo, ela realmente acreditou que não conseguiriam.

A viagem de trinta minutos em uma velocidade normal havia se transformado em quinze minutos. E ainda era de manhã!

Hugo sorriu, levantando um pouco o visor apenas para dizer, “Eu tinha uma emergência.”

“…”

Ela bufou, guardando seus pensamentos para si mesma. Quando tentou devolver o capacete para ele, Hugo suavemente empurrou-o de volta para ela.

“Fique com ele,” ele disse. “Eu volto.”

Com isso, ele saiu rapidamente sem mais explicações — sua “emergência” parecia envolver uma visita desesperada ao banheiro.

Kiara, no entanto, só podia se perguntar que tipo de emergência poderia justificar dirigir daquele jeito.

“Eu quero pensar que é a chamada da natureza, mas isso é rude,” ela murmurou, abraçando o capacete contra o peito enquanto balançava a cabeça. Lentamente, ela se virou e olhou para a entrada sofisticada do escritório.

Tudo, do térreo ao último andar, era feito de vidro, permitindo que a luz do sol inundasse o ambiente. Ela já tinha ouvido falar deste escritório de advocacia antes — ou pelo menos do seu nome anterior, antes de o escritório ter mudado de sócios.

Kiara, afinal, era filha de um advogado conhecido e de um juiz respeitável. Ela estava bem ciente do maior concorrente de seus pais no setor.

Pressionando os lábios em uma linha fina, Kiara assentiu para si mesma.

“Isso não é sobre mim,” ela sussurrou. “Hugo confia nela, então tenho certeza de que ela pode ajudar. Pelo menos, é o que quero acreditar.”

Sem hesitar mais, ela entrou no prédio para procurar por Graça.

Sua confiança em Graça não era exatamente sólida como uma rocha. Graça era uma advogada corporativa; esse tipo de caso geralmente não estava dentro de sua especialidade. Mesmo assim, ela era a única corajosa disposta a aceitá-lo.

Kiara só podia esperar que pudessem negociar uma taxa razoável.

****

Encontrar o escritório de Graça não foi difícil. Todos pareciam saber quem ela era, e Graça já havia informado as pessoas certas sobre a chegada de Kiara. Uma das assistentes de Graça a conduziu a um escritório de canto.

“É só entrar,” a assistente disse com um sorriso gentil. “Ela está esperando lá dentro.”

Kiara retribuiu o sorriso e assentiu. “Obrigada.”

“De nada.”

A assistente voltou para seu cubículo logo fora do escritório.

Respirando fundo, Kiara virou-se para a porta. Juntou coragem e bateu duas vezes. Quando ouviu um leve “Entre,” ela cuidadosamente empurrou a porta aberta.

Espiando com a cabeça, ela entrou, examinando o cômodo iluminado. Ela viu Graça no canto, ajustando um vaso cheio de girassóis.

“Ah, você está aqui!” A voz de Graça era casual, olhando por cima do ombro e fazendo sinal para Kiara se sentar. “Sente-se.”

Kiara forçou um sorriso e cuidadosamente se sentou, observando Graça arrumar o vaso uma última vez antes de cruzar a sala até sua mesa.

“Eu sei que Hugo já te disse que estou assumindo o caso,” Graça disse, pegando um punhado de papéis da mesa e sentando-se à sua frente. Os papéis pousaram na mesa com um leve baque.

“Mas aceitar o caso não é o problema,” continuou Graça. “Preciso que você convença Cassandra Smith a demitir seu advogado atual e me contratar.”

Kiara engoliu em seco e acenou com a cabeça. “Posso fazer isso.”

“Bom.” Graça assentiu aprovada. “Assim que ela me contratar, vou me encontrar com ela. Mas tenho algumas condições.”

“Advogada, se isso é sobre a taxa—”

“Estou aceitando o caso pro bono,” Graça a interrompeu, levantando levemente a mão.

As sobrancelhas de Kiara se levantaram de surpresa. “Pro bono?”

“Sim,” Graça disse, assentindo. “Mas não me agradeça. Essa decisão não é pela bondade do meu coração. É estratégica. Esse caso é enorme. A última coisa que quero é ser acusada de ganhar algo com isso.”

Ela manteve o tom firme enquanto acrescentava, “E com isso, você também precisa convencer sua amiga a tratar minhas palavras como sua bíblia. Assim que ela me contratar, deve cortar relações com o Senador Smith e toda a família Smith. Se você conseguir convencê-la a fazer isso, assumirei o caso e podemos discutir a estratégia.”

Kiara engoliu em seco. Graça era direta como sempre. Mas ela entendeu o raciocínio de Graça sem precisar de mais explicações. Cortar relações com os Smiths poderia significar muitas coisas: implicá-los, transferir a culpa para eles, ou simplesmente romper os laços políticos ligados ao caso.

De qualquer forma, isso não era preocupação de Kiara.

“Posso convencê-la,” Kiara disse firmemente, seus olhos cheios de determinação. “Deixe comigo.”

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