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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1557

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Capítulo 1557: O homem mais sortudo

Um momento de silêncio caiu no velho armazém, pois nenhum deles falou por um tempo. Cada um tinha seus próprios motivos para o silêncio, com o refém se perguntando o que Hugo poderia fazer a seguir.

“Se há uma bomba, onde está agora?” Stephen finalmente quebrou o silêncio em uma voz sussurrada.

“Eu a desarmei quando o vi prendê-la embaixo do carro,” Hugo comentou casualmente, seus olhos fixos no homem. “Não é um explosivo improvisado complicado, então não há necessidade de um especialista.”

Stephen e o homem olharam para Hugo em descrença. Eles não deveriam ter se surpreendido, sabendo que Hugo estava equipado para a batalha com granadas. Ainda assim, foi chocante ouvir isso.

Especialmente para Stephen, que conhecia Hugo desde a infância.

Será que Charles sabia desses detalhes, ou era o destino de Stephen manter segredos sobre os filhos de Charles?

“Mas esse não é o ponto,” disse Hugo. “Já que é destinado a matar vocês dois, tio, as coisas podem se complicar se isso não acontecer.”

Stephen e o refém levantaram as sobrancelhas, intrigados.

“O que devemos fazer?” Pânico tingia a voz de Stephen. “Você não está considerando seriamente me matar, certo?”

“Tio, matá-lo apenas desviaria nossos planos,” Hugo respondeu calmamente. “É uma opção, mas não ideal.”

O refém ficou pálido, seus pensamentos se tornando mais sombrios. Eles realmente iam explodi-lo? Mas as próximas palavras de Hugo chamaram sua atenção.

“E para ele… ele não pode voltar para sua gangue sem uma boa explicação.”

“O quê?” Tanto o refém quanto Stephen olharam para Hugo em confusão.

Hugo inclinou-se para a frente, murmurando pensativamente.

“Hugo, o que você quer dizer—” Stephen começou, franzindo a testa. “Você não está planejando enviar esse cara de volta lá, está? Se ele inventar uma desculpa, eles apenas o enviarão para terminar o trabalho! Não podemos confiar nele!”

“Meu pai confiou em você quando não precisava, não foi?” Hugo retrucou, dando a Stephen um olhar significativo que fez Stephen parar.

“Tio, eu sei que você não gosta do cara que planejou matar você e a si mesmo, mas no quadro geral, ele pode nos ajudar,” Hugo continuou, oferecendo a Stephen um sorriso antes de se virar para o refém.

“Existem programas do governo que poderiam ajudá-lo. Eu sei que você pode não confiar no governo, mas nem todos são ruins. Existem aqueles que servem ao povo, não apenas a si mesmos,” ele tranquilizou. “Você cometeu crimes, independentemente dos seus motivos. Mas há maneiras de diminuir sua punição se você cooperar conosco.”

“Você quer que eu coopere com a polícia?” perguntou o refém, com a voz trêmula. Ele zombou da ideia. “Mesmo que eu ajude, o que impede a gangue de me matar?”

“Nada, realmente,” Hugo assentiu. “Mas não se não for sua culpa, certo?”

Novamente, o refém e Stephen trocaram olhares perplexos. Eles não tinham ideia do que Hugo estava planejando. Tudo o que puderam fazer foi olhar enquanto o sorriso de Hugo se ampliava, finalmente vendo uma maneira de amarrar todas as pontas soltas.

——

Duas horas depois, na casa de Stephen…

Stephen estava em seu escritório, observando Hugo beber o chá que deveria ser saboreado lentamente. Gotas de suor pontilhavam sua testa, e as pontas dos dedos tremiam.

“Hu—” Ele limpou a garganta. “Hugo, você tem certeza de que isso vai funcionar?”

Hugo sibilou, lambendo o canto da boca depois de esvaziar o copo inteiro.

“Isso é um saco.” Ele lançou seu olhar para o tio. “Claro que vai.”

Stephen não sentiu a menor sensação de alívio. Na verdade, sua ansiedade só aumentou.

“Como você pode ter tanta certeza?” perguntou. “É uma sorte que seu primo e sua tia não estão em casa, mas… ainda não confio no cara.”

“Você e eu não precisamos confiar nele—”

BOOM!

Antes que Hugo pudesse terminar, uma explosão ensurdecedora rugiu do lado de fora. Mesmo à distância, Stephen saltou da cadeira, caindo no chão com as mãos sobre os ouvidos.

A explosão foi como um trovão, aguda e estridente, alta o suficiente para alertar os vizinhos.

Hugo levantou-se lentamente da cadeira e caminhou até a janela. Ele semicerrava os olhos, observando um carro pegar fogo no meio da entrada—estrategicamente colocado para que ninguém se machucasse. Um sorriso satisfeito surgiu no canto dos seus lábios.

Stephen, ainda agachado, espiou por cima. Ao ver Hugo na janela, ele se obrigou a levantar. Seus joelhos tremiam e seu corpo inteiro estava abalado. Precisou se apoiar na mesa para se sustentar, percebendo com pavor que mal conseguia dar um passo.

“Hugo…” Stephen exalou, sua voz baixa e aguda. “É melhor que isso funcione.”

Hugo riu e olhou por cima do ombro. “Eu te disse, Tio—vai funcionar.”

“Como você pode ter tanta certeza?”

“Porque eu disse,” Hugo afirmou com uma calma confiança. “Nosso cara precisa voltar para a gangue dele, e já que ele não pode fazer isso enquanto você estiver vivo e bem, precisamos fazer parecer que a bomba realmente explodiu.”

Stephen estreitou os olhos. “Mesmo que eles não o matem por falhar, podem simplesmente mandá-lo de volta para terminar o trabalho!”

“É por isso que tivemos que detoná-la,” disse Hugo. “Tio, explodir seu carro não é por ele—é por você. Uma explosão real na sua própria garagem faz parecer que a bomba falhou, o que não é um problema novo na linha de trabalho deles.”

“Isso dá ao nosso cara uma saída e lança dúvida sobre toda a missão. Ao mesmo tempo, envia uma mensagem—alguém está atrás de você. Isso deve ser suficiente para fazer com que quem deu a ordem hesite.”

Suas sobrancelhas se moveram de forma travessa. “Eles não vão mandar mais ninguém para terminar o trabalho. Pelo menos por enquanto.”

Stephen prendeu a respiração, olhando fixamente para Hugo enquanto a compreensão surgia nele. Sua principal preocupação era que, mesmo que o refém voltasse para o seu grupo, eles poderiam simplesmente mandá-lo de volta para terminar o trabalho.

Então, fazer o carro explodir bem na casa de Stephen inevitavelmente envolveria a polícia. Com o envolvimento da polícia, eles concederiam proteção a Stephen até que a investigação fosse concluída. Quem quer que tivesse enviado aquele cara certamente daria um passo atrás, apenas uma medida de precaução.

“Hah…” Stephen exalou enquanto Hugo lentamente acenava para ele. “Entendo. Então, esse é o plano.”

“Esse é o nosso plano.” Hugo sorriu. “Tio, neste ponto, não posso deixar de pensar que você é realmente sortudo.”

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