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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1531

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Capítulo 1531: Casou com ele por dinheiro?

Enquanto isso…

Hugo e Menta trocaram um olhar silencioso, como se desafiando um ao outro a falar primeiro. Por alguma razão, eles acabaram na mesma ala depois que Atlas transferiu os dois. Mas dividir um quarto não era realmente o problema.

“Certo!” Menta bufou, revirando os olhos. “Eu vou perguntar então. Pare de me encarar como se estivesse esperando que eu dissesse algo.”

Ela clareou a garganta, o inchaço no rosto começando a diminuir. “Quem diabos é esse?!”

Ela apontou não para o paciente em coma, mas para a figura escondida desajeitadamente no canto da sala.

“Eles são nosso almoço grátis,” Hugo disse orgulhosamente, sorrindo. “Eu estava preocupado que ninguém estivesse cuidando deles, então os trouxe para cá. Agora, a proteção policial deles e a sua proteção policial são a mesma coisa. Estamos oficialmente intocáveis, Menta.”

Menta manteve o rosto inexpressivo. “Não me importo com isso. Estou perguntando sobre aquele cara. Por que ele está se escondendo?!”

“Ele é um criminoso—heh.” Hugo riu desajeitadamente, depois voltou os olhos para o homem. “Ei, pare de se esconder! Você está se tornando ainda mais suspeito!”

O homem espiando de trás da cama ofereceu a Menta um sorriso sem graça e levantou a mão ligeiramente em saudação.

“Você está protegendo um criminoso agora?” Menta perguntou, olhando para Hugo de forma suspeita.

“Estou protegendo uma testemunha, para sua informação,” Hugo corrigiu. “Lembra daquela invasão que sua equipe liderou? Esse é o chefe—o original. E esse cara aqui? Ele é um membro que achou que eu tinha sequestrado o chefe dele, então tentou resgatá-lo. Quase se matou no processo.”

“Ah…” Menta assentiu lentamente.

Durante a invasão, a maioria dos presos mantiveram a boca fechada. Aqueles que estavam dispostos a falar acabaram mortos na prisão. Menta lembrava claramente que o Centro de Informação que eles invadiram supostamente estava sob um líder diferente—pelo menos de acordo com os dados. Pior ainda, enquanto a invasão foi bem-sucedida, os grandes responsáveis por trás disso não foram pegos—nem o chefe anterior, nem o atual.

“Suspeitamos de algum tipo de luta pelo poder,” ela murmurou. “É por isso que a liderança mudou.”

“Impossível!” o homem exclamou, apenas para morder a língua quando Menta lançou-lhe um olhar.

Hugo assentiu. “Não é apenas discórdia interna, Menta. É mais complicado. Por que você não conta para ela?” Ele gesticulou para o homem falar.

“Ahem.” O homem clareou a garganta e subiu em uma cadeira. “O Centro de Informação pode ter vendido dados sensíveis—coisas que poderiam arruinar reputações—mas não éramos o que as autoridades nos fizeram parecer.”

Seu rosto escureceu com amargura.

“Não estou dizendo que o que fizemos estava certo, mas era tudo apenas negócios. E mesmo assim, nosso chefe nunca vendeu Anteca para ninguém. Negociávamos informações, não assassinatos.”

Ele olhou para baixo, a voz mais baixa. “Mas então nosso chefe ficou obcecado por uma certa informação, e foi quando as coisas começaram a desmoronar. Ele foi atacado… felizmente, o Senhor Hugo estava lá.”

Ele olhou para o paciente em coma. “Ele pode estar em coma agora, mas pelo menos ainda há esperança de que ele acorde. Isso é melhor do que ele estar morto.”

Hugo virou-se para Menta. “Esse cara achou que eu era quem machucou o chefe dele, então ele tentou resgatá-lo daqui. Também foi atacado. Não posso dizer ‘felizmente’, mas… esse mal-entendido o manteve por perto.”

“Quantos outros ainda acreditam nessa história?” Menta perguntou, seus olhos avermelhados se estreitando. “Se ele pensa que você é o inimigo, pode haver outros apenas esperando o momento certo.”

Hugo sorriu. “Não se preocupe. Eu não sou apenas um personagem secundário nesta história.”

Preciso de mais tempo de tela, ele pensou com um sorriso.

Menta o estudou por um instante antes de acenar com a cabeça. “Só perguntando, só por precaução.”

“Obrigado.” Hugo se reclinou. “Mas essa é a história. Tenho certeza de que você já sabe de parte disso — Segurança Interna recebe mais informações da Inteligência Central, certo?”

“Confie em mim, eles nem sempre ajudam quando realmente importa.” Menta se recostou e lançou um olhar ao homem. “Então, ele está preso aqui desde que tentou tirar seu chefe, só pra ser atacado?”

“Basicamente, sim.” Hugo acenou com a cabeça. “Mas ei, alguém tem que cuidar da nossa bela adormecida.”

“Por que você os transferiu para cá, então?” Menta lançou a ele um olhar de lado. “Se eles já estavam sob proteção da polícia, qual é o problema?”

“Eu te disse — refeições grátis!” Hugo franziu a testa. “Menta, as porções que servem aqui são minúsculas. Preciso de pelo menos duas para me sentir ligeiramente satisfeito.”

“Droga!” ela xingou em voz baixa. “Eu te invejo.”

Ela fez uma careta ao tocar seu rosto inchado. Comer se tornara uma tarefa dolorosa, e suas lesões basicamente a colocaram de dieta. Hugo, por outro lado, parecia perfeitamente bem. Ela estreitou os olhos.

“Segundo Irmão, por que seu rosto não está machucado?”

“Que pergunta esquisita, Menta.” Hugo piscou inocentemente. “Eu tenho hematomas, só não no rosto. Em uma briga, por que visariam o rosto quando há um corpo inteiro para acertar?”

“Uh… porque acertar seu rosto seria fatal?”

“Eles são burros,” ele disse com ar de superioridade. “E eu protejo meu rosto porque Penny choraria se me visse parecido com você.”

Menta franziu a testa. “Por que ela não chorou quando me viu então?”

“Por que ela choraria?” Hugo riu. “Menta, para de sonhar. Seu trabalho é perigoso, você está quebrado, e toma péssimas decisões financeiras. Minha irmã ama dinheiro. Se você quer roubá-la do Zoren, é melhor ser tão rico quanto.”

“Você está dizendo que ela se casou com ele por dinheiro?”

“Não, mas acho que ela está ficando por causa do Renny, Chunchun… e sim, pelo dinheiro.”

Menta cerrou as mandíbulas e fechou os punhos. “Depois desse caso, vou me tornar o homem mais rico do mundo e pedir ela em casamento de novo!”

“Boa sorte com isso!” Hugo torceu por ele, sorrindo amplamente. Não porque odiava Zoren, mas porque ver Menta perseguir sua irmã sempre era divertido.

“A propósito, Menta,” Hugo disse, limpando a garganta. “Já que você está preso aqui até se recuperar, pode ficar de olho nesses dois?”

Ele gesticulou em direção ao paciente em coma e ao guardião. Menta levantou as sobrancelhas.

“Estou recebendo alta amanhã,” ele explicou. “Conhecendo minha irmã e meus irmãos, eles definitivamente vão pegar o caso que deixei para trás. Não gosto da ideia de eles fuçando em lugares perigosos.”

Seu sorriso suavizou. “Não se preocupe com o Ben também. Vou continuar cuidando dele, mesmo que o Zoren já esteja.”

Menta o observou por um momento e então exalou, acenando levemente. “Acho que preciso mesmo me recuperar rápido também.”

Afinal, esse trabalho era feito para ela e Hugo. Eles foram treinados para isso. Carregaram fardos que outros não ousariam, seguraram vidas e testemunharam mortes. Talvez não tivessem o dinheiro para consertar tudo, mas tinham o coração e a força para suportar o que a maioria não poderia, não faria e não deveria.

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