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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1447

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Capítulo 1447: Por que não você?

O coração de Graça batia lenta e intensamente contra seu peito. Talvez fosse a brusquidão da situação que o fazia acelerar, ou talvez fosse o aperto firme em seu braço. Ou talvez fosse a distância entre ela e o rosto de Haines—ela podia sentir sua respiração quente enquanto acariciava seu lábio superior. Seus olhos brilhavam enquanto refletiam um ao outro.

Seus lábios se abriram levemente, atordoados em silêncio com a rapidez com que as coisas haviam escalado.

Haines exalou pesadamente, fitando-a de perto. Seu corpo estava queimando, e com a pele macia e delicada sob seu domínio, uma leve coceira surgiu nele—uma coceira que só poderia ser aliviada se ele deslizasse suas mãos sobre sua suavidade.

Lentamente, ele a puxou para mais perto… e mais perto, até seu rosto passar pelo dela, parando diante do seu ouvido. “Penny… é viciada?”

No segundo em que aquelas palavras escaparam de sua boca, elas romperam a tensão crescente entre eles. Graça, que havia assumido que este capítulo se transformaria em uma narrativa para maiores, não conseguiu evitar que seu rosto contraísse. Ela recuou a cabeça e olhou para ele.

“Acho que este é o momento em que finalmente temos nosso primeiro beijo,” ela observou, fazendo-o inclinar a cabeça para trás em confusão.

“Acho que estou drogado,” ele disse, fechando os olhos enquanto se abanava com sua camisa. “Estou pegando fogo, e preciso ir ao hospital. Penny deve ter colocado algo naquele bolo que ela nos deu.”

Linhas profundas apareceram entre as sobrancelhas de Graça enquanto ela o estudava. Sem dizer uma palavra, ela tocou sua testa com as costas da mão, fazendo-o pegar seu braço.

“Não,” ele respirou fundo, abrindo os olhos e encontrando os dela. “E estou um pouco sensível também.”

“Não acho que Penny te drogaria de forma que te fizesse sofrer assim.”

“Então esta é a primeira vez.”

“Haines—”

“Estou excitado,” ele interveio, como se fosse mais fácil para ele ser direto sobre isso. “É o que eu quis dizer com estar sensível, e se estou correto, qualquer droga que Penny tenha colocado no bolo tem algo a ver com isso.”

Apesar de estar solteiro por décadas, Haines finalmente entendeu o que estava acontecendo com ele. Graças à presença de Graça, ficou claro. Se ele fosse honesto consigo mesmo, ele queria Graça agora—ou para ser preciso, ele precisava dela.

Mas ele sabia que era apenas o efeito da droga, e não deixaria ela controlá-lo.

Graça franziu os lábios, suas sobrancelhas se levantando ligeiramente surpresas. “É um afrodisíaco?”

Desta vez, ele não respondeu. Ele simplesmente soltou seu braço.

“…” Por um segundo, Graça o estudou antes de tocar a parte de trás do pescoço. “Você quer que eu te ajude?”

“Não,” ele sussurrou. “Leve-me ao hospital mais próximo.”

“Tem certeza?”

“Sim.”

“Tudo bem. Então você terá que se arrastar para o outro lado.” Com isso, Graça se afastou dele e pulou para o banco da frente. Ela rapidamente foi para o lado do motorista, abrindo a porta, apenas para encontrá-lo ainda desmoronado no banco do motorista.

“Meu Deus,” ela murmurou, desafivelando seu cinto de segurança. “Vamos, Haines.”

Enquanto ela o ajudava, Haines parcialmente abriu os olhos e captou os traços de preocupação em seu rosto. Sua voz era gentil e paciente, não deixando ele ouvir o menor traço de preocupação. No entanto, por trás daqueles olhos, havia algo mais.

“Você pode se mover?” ela perguntou, encarando-o diretamente. “Vamos, eu te ajudo.”

Um breve sorriso se formou em seu rosto enquanto ela acenava com a cabeça de forma tranquilizadora. Embora houvesse um caminho mais fácil para ajudá-lo, ela também queria respeitar a si mesma e a ele.

“Desculpe,” ele suspirou, apenas para vê-la acenar para ele.

“Não é sua culpa.” Graça então o ajudou cuidadosamente até que ele conseguisse se acomodar no banco da frente do passageiro. Quando ele estava confortável, ela pulou para o banco do motorista e o ajudou com o cinto de segurança.

Nada foi dito entre eles enquanto ela se concentrava na tarefa em mãos enquanto ele apenas assistia impotente. Assim que ela garantiu que ele estava seguro, seus olhos o examinaram mais uma vez.

“Há uma clínica aqui perto. Vou te levar lá primeiro, ok?” Suas sobrancelhas se ergueram enquanto ela sorria. “Não se preocupe. Já estive nesta clínica antes, então tenho certeza de que eles podem ajudar com isso.”

Com isso, Graça girou a chave, mas parou quando ele segurou seu braço. Olhando para trás, seu sorriso se alargou um pouco.

“Só um momento,” ela disse, colocando cuidadosamente a mão dele para baixo antes de ligar o carro. Assim que ele começou a se mover, ela pegou a mão dele e a apertou.

Graça manteve os olhos na estrada, sua mão segurando a dele. Enquanto isso, Haines olhava para o perfil dela antes de seu olhar cair sobre as mãos unidas. Não era como se ela estivesse segurando a mão dele de forma romântica; ela estava segurando para tranquilizá-lo. Uma tentativa desesperada de transferir uma sensação de calma para evitar que ele surtasse.

Levantando seu olhar de volta para o perfil dela, uma respiração superficial escapou por suas narinas.

“Por que…” ele sussurrou, mas ela manteve o foco na estrada. “…eu?”

Graça lançou a ele um breve olhar antes de sorrir. “Por que não você?” ela respondeu, seus olhos voltando para a estrada. “Por que não eu, Haines?”

Por que não Graça?

Bem… porque ele sabia que ela iria partir seu coração.

—

[Curta Retrospectiva]

O jovem Haines olhava para o belo jardim que ele mesmo havia decorado. Ele passou um dia inteiro ajudando a fazer isso acontecer—arbustos e árvores envoltos com luzes quentes. O vento soprava suavemente em seu rosto, carregando o perfume das flores que preenchiam o ar.

No meio dessa cena mágica havia uma mesa para dois, arrumada com velas e flores para a mulher mais linda aos olhos dele.

“Está perfeito,” ele suspirou com satisfação, apenas para notar algo que não encaixava. Ele pegou uma pétala da grama e a colocou no bolso.

Haines olhou para seu relógio de pulso. Faltando ainda meia hora para ela chegar, ele passou o tempo aperfeiçoando o cenário já impecável. Dez minutos antes do horário combinado, Haines ajeitou a gola e limpou a garganta.

“Você vai—não, eu te amo. Quero passar o resto da minha vida com você. Quer se casar comigo?” Ele fez uma careta, pensando que suas palavras soaram muito insossas. Então, passou os minutos seguintes praticando suas falas.

Quando percebeu que faltava apenas um minuto para ela chegar, Haines se desesperou. Ele rapidamente ajustou o terno e pegou o buquê de flores. Ele endireitou as costas, checando a respiração. Não estava pronto, mas tinha que conseguir de alguma forma.

Então, ele ficou lá, esperando. Seu sorriso se alargou, ansioso para receber sua amada.

Mas o tempo passou—dois minutos, cinco, dez, trinta, uma hora—Haines esperou. E antes que percebesse, o sol estava nascendo.

Ela nunca veio.

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