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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1441

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Capítulo 1441: Duro como pedra

Quando Penny voltou para dentro de casa, parou ao ver Atlas parado na sala de estar. Ele estava massageando as têmporas, sem mostrar sinais de que iria embora tão cedo. Quando ela desviou o olhar para o outro lado, seu rosto se contorceu.

Lá, Hugo estava fazendo flexões intensas — tão rápidas que Penny nem duvidou dos números que ele estava contando.

“O que há de errado com vocês?” Penny resmungou, pronta para confrontá-los. No entanto, Hugo a ignorou, enquanto Atlas apenas espiou.

“Primeiro Irmão, eu sei que você veio aqui para me perguntar sobre o sistema de segurança. Desde que você parece ter esse plano maligno de substituir pessoas por automação.”

“Às vezes, sistemas assim são mais eficientes do que ter pessoas extras paradas na empresa,” Atlas respondeu, seu tom tão sem vida como sempre. “Mas não me fale sobre isso. Minha cabeça está doendo, e também — por que está tão quente aqui?”

“Quente?” Penny franziu o nariz. “Se ficarmos aqui por mais uma hora, posso acabar me enrolando em cobertores.”

“O AC desta casa está quebrado. Do que você está falando?” Hugo murmurou entre dentes cerrados, ainda fazendo flexões. “Parece um forno aqui.”

“Isso é porque você está se exercitando!” Penny gritou antes de apertar a ponte do nariz.

Foi então que ela percebeu que Slater e Zoren não estavam à vista. Olhando ao redor, não encontrou nenhum sinal deles.

“Onde estão Terceiro Irmão e Renren?”

Atlas deu de ombros, ainda pressionando as têmporas. “Slater disse que esta casa parece o inferno, então foi tomar banho. Quanto ao seu marido, ele disse que ia checar seus animais de estimação gordos.”

“Eles não são gordos!” Penny bufou. “Blacky e Chunchun estão apenas… sem exercício!”

“Tanto faz.” Atlas acenou com desdém. “Saia da minha vista.”

O rosto de Penny se contorceu, completamente confusa com sua atitude. Mas antes que ela pudesse pensar nisso, Hugo estava ofegante.

“Penny, você pode me trazer um copo de água gelada, por favor?” Ele pediu entre respirações profundas. “Estou me sentindo como se fosse derreter.”

Penny franziu a testa. “Sério. O que há de errado com vocês?” Ela murmurou, balançando a cabeça. “Certo. Vou te trazer um copo de água bem gelada.”

“Eu também,” Atlas acrescentou, tirando a gravata. “E onde fica o banheiro extra? Acho que preciso de um banho frio.”

“Gosh… é ali,” ela apontou e balançou a cabeça. “Vou te trazer água primeiro.”

Algo definitivamente estava errado. Penny notou a cor avermelhada no rosto de seus irmãos — em Zoren e Haines também. Não era apenas o calor. Eles estavam agindo estranhamente.

“Céus,” ela resmungou enquanto pegava uma jarra e um pouco de gelo. Ao colocá-los na bancada da cozinha, não conseguia parar de se perguntar o que poderia estar fazendo eles se sentirem tão quentes. A casa estava praticamente congelando.

“Eles não pareciam bravos por esperar, mas estão todos superaquecendo, com sede e — ahh!” Penny gritou enquanto uma mão de repente cobria sua boca.

Seus olhos se arregalaram, mas ela imediatamente reconheceu o cheiro atrás de si.

Zoren.

“Penny,” Zoren sussurrou perto de seu ouvido, sua respiração quente acariciando o lado de seu pescoço enquanto seu braço apertava sua cintura. “Vamos fazer isso.”

“Hã?!” Suas sobrancelhas se levantaram em choque. Ela balançou a cabeça, tentando tirar a mão dele da sua boca, mas antes que pudesse, Zoren já havia começado a cobrir seu pescoço com beijos quentes, sua outra mão segurando seu seio.

Penny ofegou horrorizada. Quanto mais ela lutava, mais forte seu aperto se tornava, pressionando-a contra ele para que ela pudesse sentir sua excitação.

“Só uma vez.” Sua respiração era rápida e superficial, seu corpo inteiro tremendo de emoção e desespero. “Eu serei rápido. Eu prometo. Tenho me controlado desde que você chegou—você simplesmente não sabe.”

“…” Penny estava congelada de choque enquanto seu marido praticamente fazia amor com sua bochecha, mandíbula, lábios e pescoço. Suas mãos percorriam seu corpo, sua frente pressionando contra ela.

“Espera—espere!” ela gaguejou, tentando sair do abraço dele. Mas Zoren foi rápido, prendendo-a ao colocar as mãos de cada lado dela, descansando-as sobre o balcão.

Penny se inclinou para trás até quase sentar no balcão. “Renren, o que está acontecendo?”

“Eu quero você,” ele exalou, inclinando-se para reivindicar seus lábios.

“Espere—!” Penny empurrou levemente seus ombros. “Meus irmãos estão bem lá fora!”

“Eu não me importo—” Zoren tentou novamente.

O céu sabia que no momento em que viu sua esposa mais cedo, tudo que ele queria era despí-la. Cada sensação de fazer amor com ela ressurgiu em sua mente, tornando suas calças insuportavelmente apertadas. Foi por isso que ele evitou olhá-la ou tocá-la.

Porque no segundo que fizesse, seria um show ao vivo para todos verem.

“Espere!” Penny o empurrou novamente, fazendo-o franzir. Seus olhos escureceram ao trancar os olhares com ela.

Ela o estudou em descrença. Claro, ela às vezes gostava de sua agressividade, desses ataques surpresa. Mas enquanto Zoren estava sempre em calor, ele não era imprudente. Ele nunca arriscaria fazer mais do que beijar, especialmente quando os irmãos dela poderiam entrar a qualquer momento.

“Renren, o que está acontecendo?” ela perguntou, segurando seu rosto e tocando sua testa. “Você está queimando.”

“Porque estou excitado,” ele murmurou sob sua respiração. “E sinto que vou explodir, Penny.”

Zoren pegou sua mão e a guiou até sua masculinidade. Os olhos de Penny se arregalaram enquanto ele a encarava, como se sua vida dependesse disso.

“Você está… duro.”

“Duro como uma pedra,” ele esclareceu com um aceno de cabeça.

Penny piscou em confusão, tentando processar. Se ela jogasse junto, poderia fazer ele terminar rápido. Afinal, em seu estado, não demoraria muito. Mas antes que pudesse concordar em levar isso para outro lugar, algo vermelho chamou sua atenção.

Lentamente, ela virou a cabeça em direção ao escorredor de pratos. Seu rosto se contorceu enquanto encarava o recipiente de sopa vermelha que havia sido lavado.

“Renren…” ela olhou para ele novamente, com os olhos marejados, temendo a resposta que estava prestes a ouvir. “Você… você disse que vocês tomaram sopa mais cedo?”

Zoren franziu a testa impacientemente. “O que isso tem a ver com esse dilema?”

“Eu acho…” ela hesitou, seu coração afundando. “… Vocês acabaram de tomar aquela sopa que a Vovó deu.”

Ela apontou para o escorredor de pratos. “Aquela que você disse que não precisava porque pode ‘sempre performar.'”

Zoren e Penny viraram a cabeça em uníssono, olhando fixamente para o recipiente de sopa vermelha.

E naquele momento, ambos sentiram como se um balde de gelo tivesse sido jogado sobre eles.

Eles haviam sido drogados.

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