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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1412

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Capítulo 1412: Compareça amanhã

Em um lugar pequeno e antigo como este, uma simples limpeza não mudaria muito. Havia muito o que consertar, e o primeiro problema era o vazamento no teto. Querendo esquecer tudo o que aconteceu hoje, Teddy arrumou o lugar, reunindo os papéis espalhados ao seu redor.

Ele vinha estudando o Grupo Prime e pesquisando sobre ele muito antes do anúncio de emprego ser publicado. Ele havia planejado se candidatar a qualquer posição— qualquer coisa que pudesse conseguir. Mas agora que havia sido contratado, havia mudado de ideia. Ou melhor, não era uma questão de mudar de ideia—era algo completamente diferente.

“Isso é muito papel,” ele murmurou enquanto amarrava uma sacola de lixo. Olhando ao redor do espaço apertado, não havia muito mais que pudesse fazer. Com isso, ele pegou a sacola junto com sua pequena mochila.

Depois de jogar o lixo na área de descarte, Teddy saiu para começar sua noite. Ele forçou um sorriso ao ver o dono de uma loja de conveniência próxima.

“Ei, você está aqui!” um homem velho chamou do corredor dos fundos. “Venha dar uma mão, garoto.”

“Sim, senhor!” Teddy correu, ajudando o homem velho com algumas caixas. Depois de terminar, ele foi para o depósito para vestir seu uniforme.

Esta era sua vida.

Pela manhã, ele vestia um terno que não era dele e impressionava os gerentes de contratação com seu charme e confiança. Mas à noite, ele era apenas um caixa em uma pequena loja de conveniência—uma em uma parte da cidade que, ironicamente, parecia mundos distante de sua riqueza e prestígio.

Enquanto a noite se aprofundava, Teddy passava o tempo lendo um livro. Tarde dessa forma, os clientes eram raros. Se alguém entrasse, geralmente não era nada notável.

Então o sino da entrada tocou.

Teddy não levantou o olhar, mantendo sua atenção em seu livro. O silêncio se instalou pela loja até uma sombra se estender sobre o balcão.

Erguendo uma sobrancelha, Teddy olhou para cima—apenas para ver uma única faixa de Band-Aid no balcão.

“Senhor, você não pode comprar só uma faixa de Band-Aid…” Sua voz se perdeu enquanto ele levantava o olhar e encontrava os olhos do cliente.

Yugi Cortez.

Yugi sorriu amplamente, mas Teddy sentiu seu estômago despencar.

“Então, vou levar a caixa inteira,” Yugi disse, colocando uma pequena caixa no balcão.

Teddy engoliu em seco e rapidamente abaixou a cabeça, escaneando o código de barras antes de colocar a compra na sacola. “Vai dar dois noventa e nove.”

Yugi colocou o valor exato que Teddy pegou silenciosamente. Depois de colocar no caixa, ele entregou a sacola para Yugi.

“Obrigado, Senhor Arthur,” Yugi comentou antes de se virar para sair.

Teddy congelou.

Quando o sino tocou novamente, ele saiu do transe. Ele se virou e viu Yugi se afastando.

“Senhor!” ele chamou, correndo de trás do balcão. “Senhor!”

Yugi, a poucos passos da entrada, parou e se virou. “Hein?” Ele levantou uma sobrancelha enquanto Teddy se aproximava. “O que foi, Senhor Arthur?”

Teddy juntou as mãos, seus ombros se curvando. A persona confiante que havia exibido em sua entrevista, a postura que havia ostentado no Grupo Prime— desaparecida.

Agora, diante de Yugi, ele parecia… patético.

Teddy encontrou os olhos de Yugi com uma mistura de desespero e desculpas. Ele sabia por que Yugi estava ali. Não havia como isso ser uma coincidência. Yugi havia descoberto. E ele havia vindo para avisar Teddy que sabia.

“Eu…” Teddy clareou a garganta, seus lábios empalidecendo. “Desculpe por te enganar.”

Então ele abaixou a cabeça. “Eu não tinha planejado aparecer amanhã, então, por favor… apenas deixe passar. Apenas desta vez.”

Yugi piscou. Então, inclinando levemente a cabeça, ele perguntou: “Por que você não vai aparecer amanhã?”

“Hã?” Teddy lentamente levantou a cabeça, captando a confusão genuína na expressão de Yugi. Mas ele não acreditou. “Porque… bem, como você pode ver… eu menti no meu currículo. As referências que eu listei são apenas números falsos que meu amigo possuía.”

Yugi piscou. “O quê?”

“O quê?” Teddy soltou.

Por um momento, eles se olharam, ambos parecendo igualmente perplexos.

“Senhor, você não veio aqui para me dizer que não devo aparecer amanhã?” Teddy perguntou hesitante. “Porque você descobriu que… eu sou uma fraude.”

“Não?” Yugi balançou a cabeça. “Eu sei que você é uma fraude, mas eu não vim aqui para te dizer para não aparecer amanhã. Eu moro aqui.”

“Hã?”

“Ali.” Yugi apontou para um prédio antigo nas proximidades. “Esse é o meu lugar.” — sua base, na verdade, porque ele sabia que havia certas coisas que ele havia feito para justificar uma emboscada de sua mãe.

Ao invés de clareza, Teddy apenas se sentiu mais confuso. Seus olhos se moveram entre Yugi e o prédio. De todas as coisas que ele esperava, Yugi vivendo nesse mesmo bairro decadente não era uma delas.

“Provavelmente você não vai me ver muito por aqui,” Yugi continuou. “Tenho virado noites por causa do concurso. Mas hey, é bom saber que somos vizinhos! Haha!”

Com isso, Yugi se virou para sair, mas depois de alguns passos, ele parou. Seu sorriso suavizou-se ligeiramente.

“Mesmo antes de um candidato entrar no Grupo Prime, já sabemos quem eles são,” ele disse, olhando para Teddy. “Agora, tenho certeza de que você entende que tipo de lugar é o Grupo Prime. Se você está com medo de que Penny transforme sua vida em um inferno assim que descobrir seu segredo, ela já sabe.”

Yugi sorriu. “Não é segredo se ela sabe, certo?”

“Todos os candidatos que passaram pela porta foram filtrados—não pelo histórico, pelas conquistas ou pela universidade. Eles foram escolhidos porque mostraram potencial.”

“De centenas, apenas quatro passaram. Eu diria que você é sortudo.” Yugi inclinou a cabeça. “Se eu fosse você, aproveitaria essa chance única na vida.”

Os lábios de Teddy se abriram ligeiramente. Ele encarou Yugi, quase incapaz de processar o que estava ouvindo.

“Vá amanhã,” Yugi acrescentou, olhando para a loja de conveniência. “Este não é o lugar a que um jovem brilhante como você pertence. E não abaixe os ombros desse jeito de novo. Eu gosto mais do cara confiante que conheci na entrevista.”

Com isso, ele se virou para sair novamente—mas parou mais uma vez.

“Ah, e aqueles caras que têm te impedido de conseguir um emprego? Eles não vão te tocar mais,” Yugi sorriu. “Eles não ousariam, nem tentariam. Você viu nosso chefe, então eles não vão incomodá-la.”

Yugi acenou com a mão. “Boa noite!”

E desta vez, ele não parou de andar.

Teddy, por outro lado, ficou ali, atordoado.

Quando as últimas palavras de Yugi foram totalmente processadas em sua mente, seu rosto se torceu ligeiramente. Sua visão ficou embaçada enquanto lágrimas silenciosas enchiam seus olhos.

“Eu… fui contratado…” ele sussurrou, emoções crescendo em seu peito.

Abaixando a cabeça, sua boca se estendeu em uma expressão entre um sorriso e um soluço. “Estou contratado… e desta vez… é permanente.”

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