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MIMADA PELOS MEUS TRÊS IRMÃOS: O RETORNO DA HERDEIRA ESQUECIDA - Capítulo 1392

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Capítulo 1392: As habilidades de espionagem de Atlas

[Corporação Pierson]

Jonathan esticou o pescoço de um lado para o outro, massageando-o enquanto arrastava os pés do elevador para o estacionamento. Sua gravata já estava afrouxada, e o paletó pendia aberto, oferecendo algum conforto enquanto finalmente se dirigia para casa. Como de costume, o dia havia sido exaustivo, conciliando qualquer tarefa que Dean jogasse sobre ele enquanto também lidava com o trabalho real.

Foi um incômodo. Um verdadeiro incômodo.

No entanto, esta era a última semana que Jonathan trabalharia sob Dean. Ainda assim, ele nem estava ansioso para transferir-se para o Escritório do Atlas. Se Dean já havia se mostrado um completo idiota, então Atlas certamente dobraria a dose.

“Droga,” ele resmungou, estalando a língua enquanto pescava as chaves e se acomodava no assento do motorista. Ele jogou a pasta no assento do passageiro e ajustou o retrovisor—quase pulando de susto.

Seus olhos se abriram de horror.

“…” Lentamente, ele se virou para olhar a pessoa sentada no banco de trás. “O que diabos você está fazendo no meu carro, Atlas?”

Atlas, parecendo completamente despreocupado, encontrou seu olhar de forma preguiçosa. Sua boca se abriu ligeiramente como se fosse responder, mas então fechou novamente, parecendo ter mudado de ideia.

Jonathan fez cara feia. “Você está no meu carro.” Ele bufou, girando o corpo para olhar melhor o banco de trás. “Pelo menos me dê uma razão para você estar invadindo minha propriedade.”

Atlas suspirou e desviou o olhar. “Muito barulho. Apenas dirija.”

“!!!” Jonathan quase engasgou com o ar.

Em primeiro lugar, Atlas não tinha o direito de agir como se Jonathan fosse o que havia entrado no carro errado. Este era o carro dele. E se Atlas ia simplesmente sentar ali, o mínimo que poderia fazer era oferecer uma explicação adequada. Ao invés disso, ele agia como se tivesse todo o direito de estar ali.

Além disso—por que o banco de trás? Ele achava que Jonathan era seu motorista? Ou… isso era algum tipo de prévia do especial de horror da próxima semana?

“Haa!” Jonathan debochou, segurando o volante. “Atlas, eu sei que vou trabalhar sob seu comando na próxima semana. Na próxima semana. Mas me desculpe, você não tem o direito de estar no meu carro só porque será meu chefe direto. O expediente acabou.”

Ele forçou um sorriso. “E eu não vou te levar para casa.”

“Quem disse que estou indo para casa?”

“Eu não vou dirigir—para onde quer que você queira ir.”

“Quem disse que quero que você me leve a algum lugar?” Atlas piscou, parecendo levemente entediado. “Apenas dirija.”

Jonathan franziu a testa, olhando o homem através do retrovisor. “Se você não quer que eu te leve a lugar algum, então vou dirigir para casa.”

Atlas assentiu. “Faça como quiser.”

“…” Jonathan abriu e fechou a boca, muito surpreso para responder. Sua cabeça doía. Ele já estava exausto, e agora Atlas só estava piorando as coisas.

“Deus me livre…” ele resmungou, beliscando o nariz. “O dia todo, tenho que lidar com aquele idiota do Dean Pierson, e agora…”

Jonathan se contorceu de frustração. Como ele deveria dirigir para casa com esse passageiro indesejado? Mais importante, por que Atlas estava bem com ele indo direto para casa?

‘Ele não está—’ Jonathan olhou para Atlas e quase arfou. “Você não está pensando em ficar na minha casa, está?”

“Dirija.”

“Atlas Bennet.”

“Eu não estava pensando nisso quando entrei, mas agora que você mencionou…” Atlas murmurou como se estivesse refletindo. “Talvez eu reconsidere. Obrigado.”

“…” Jonathan pressionou os lábios em uma linha fina. Ele percebeu algo: quanto mais falava, mais Atlas distorcia tudo para se adequar à sua própria narrativa. Então, ele fechou a boca, balançou a cabeça e zombou de incredulidade.

“Deixa pra lá.” Ele murmurou, apertando o volante. “Não me culpe por nada.”

Atlas não respondeu, se acomodando no banco de trás. Ele apoiou o cotovelo na janela, descansando o maxilar nos punhos enquanto olhava para fora. Estava tão imóvel e focado na paisagem que passava que Jonathan se pegou olhando para ele através do retrovisor.

‘Não me diga que ele está no meu carro só para… fazer turismo?’ ele pensou antes de balançar a cabeça. ‘Impossível. Estava pensando?’

Se sim, o que estava acontecendo na mente do Atlas agora?

Atlas era o tipo de pessoa que fazia os outros questionarem seu processo de pensamento. Ele era um empresário brilhante, aparentemente nascido para o papel, mas havia aspectos de sua mente que deixavam as pessoas intrigadas. Ele era inteligente, mas ao mesmo tempo—estranho.

Mal sabia Jonathan, a razão de Atlas estar em seu carro era simples: ele estava espionando.

Atlas havia estado com Penny e Dean quando eles seguiram Jonathan antes, mas ele não havia entendido algo completamente. Não era melhor espionar de perto? Além disso, Penny e Zoren estavam ocupados investigando certas questões sobre Jonathan. Atlas achou que poderia muito bem ganhar tempo para eles.

Afinal, Jonathan não ousaria fazer nada suspeito com Atlas presente. Se ele recebesse uma ligação, não atenderia—não quando o sistema de Bluetooth do carro conectaria a chamada ao painel. Ele não arriscaria Atlas ouvir algo importante.

Uma hora de atraso ainda era um atraso.

Depois de cinco minutos completos de silêncio, Jonathan clareou a garganta.

“Ei.”

Atlas não reagiu.

“Você não está pensando em me estrangular por trás, está?”

“Não fale comigo,” Atlas respondeu friamente. “Estou pensando em como minha irmã pode evitar a prisão se ela me matar.”

Jonathan suspirou, exasperado. “Você ainda está nisso?”

Seu rosto azedou. Ele nunca entenderia a bizarra “ligação” entre Penny e Atlas. Se isso era algum tipo de exercício mental, então ambos tinham imaginações insanas.

“Aparentemente, estou,” murmurou Atlas, como se genuinamente perturbado pela logística. “Uma morte horrível… sem ser pego. Um crime perfeito.”

Jonathan sorriu, soltando uma risada seca. “Não há crime perfeito.”

Atlas levantou uma sobrancelha, intrigado.

“Se ela te matar, ela será pega. Principalmente porque vou garantir que ela seja pega.” Jonathan zombou. “Eu odeio sua irmã e seu marido.”

Atlas permaneceu em silêncio.

“Mesmo que eu não estivesse envolvido, ela ainda seria pega,” continuou Jonathan, a zombaria em sua voz suavizando ligeiramente. “Não há crime perfeito. Ela pode tentar encobrir o quanto quiser, mas isso a alcançará mais rápido do que ela espera.”

Seu rosto se fechou, um vislumbre de algo ilegível cruzando seus olhos. “Então, ou ela te mata e vai para a prisão… ou lida com ser sua irmã. De qualquer forma, a melhor opção pode ser você atirar em si mesmo e dar a todos a paz que merecem.”

Atlas nem sequer piscou. “Eu não sou um gênio. Não realizo desejos.”

Jonathan se contorceu. Ele lançou o olhar para o retrovisor—Atlas estava de volta a observar pela janela.

Balançando a cabeça, Jonathan clicou a língua e decidiu nunca mais falar com aquele homem para preservar sua própria sanidade.

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