Meu Marido Acidental é Meu Parceiro de Vingança - Capítulo 303
- Home
- Meu Marido Acidental é Meu Parceiro de Vingança
- Capítulo 303 - 303 Finalize um Abate 303 Finalize um Abate Entretanto
303: Finalize um Abate 303: Finalize um Abate Entretanto, enquanto as meninas ainda estavam chocadas, se perguntando como escapariam dos homens até chegarem à linha de chegada sem que os caçadores tirassem sangue delas, Anastasia não parecia nem um pouco perturbada pela nova regra. Se havia algo, ela apenas parecia ansiosa para que o jogo começasse.
— Que comece o jogo! — Samantha incitou.
Os homens colocaram seus óculos de visão noturna e as meninas deviam correr para a floresta e se preparar para serem caçadas.
Elas foram dispersadas porque trabalhar em equipe ao lutar para sobreviver a noite sem serem mortas era estritamente proibido.
Anastasia correu à frente, pisando em pedras e folhas de árvores para que suas pegadas não ficassem no chão. Se ficassem, os óculos de visão noturna dos homens os detectariam.
Ela precisava chegar ao local onde Avery tinha informado que seria a rota de fuga delas. Estava longe de onde ela estava e ela sabia disso porque não estava vendo nenhuma barreira proibida que marcava que elas estavam começando a ultrapassar seus limites na floresta.
Anastasia dava alguns passos correndo e depois parava para preservar seu calor. Ela não fazia ideia se os óculos de visão noturna podiam detectar o calor de alguém, mas se fossem realmente avançados, ela não estava disposta a correr riscos.
Anastasia olhou para cima, tentando encontrar alguma câmera de segurança instalada nas árvores, mas não viu nenhuma. Parecia que Samantha e Xander estavam subestimando as meninas e as desafiaram a escapar. Mas eles sabiam que ninguém tinha coragem para isso.
Anastasia estava aliviada por não haver câmeras a vigiando, do contrário, teria sido difícil encontrar seu caminho até as áreas proibidas sem alertá-los.
De uma distância próxima, Anastasia conseguiu ver uma leve sombra graças ao luar. Ela não queria correr riscos esperando para ver se era uma menina, então rapidamente pulou em um galho próximo, seu coração batendo forte no peito enquanto agarrava o galho com força como se sua vida dependesse disso.
A pessoa por trás das sombras apareceu e Anastasia confirmou que era um dos caçadores. Seu coração quase afundou no peito enquanto ela silenciosamente rezava para que o homem deixasse aquele lugar.
Se ela escorregasse ou fizesse o menor ruído, estaria acabada. O homem a abateria até ela estar morta. Só a ideia de morrer quando estava perto de escapar fazia um arrepio de frio correr por sua espinha.
— Psiu, gatinha, gatinha, gatinha… — O homem cantarolava, confirmando que era um lunático. — Eu sei que você está aqui. Só se mostre para mim e eu não vou machucá-la.
Anastasia acreditava que o homem provavelmente pensava que estava falando com uma criança.
— Vamos lá, se mostre logo para mim.
Anastasia silenciosamente xingou. Sua mão no galho começava a afrouxar enquanto suor brilhava em sua testa. De repente, ela sentiu algo como um deslize sobre sua mão.
Seus olhos quase saltaram das órbitas quando ela viu a cobra deslizante, enrolada em sua mão que estava agarrada com força no galho. Ela de repente teve vontade de chorar enquanto as lágrimas se acumulavam em seus olhos. A cobra não fez nenhuma tentativa de mordê-la — estava apenas lá, e provavelmente não sentiu que ela poderia ser uma ameaça.
Anastasia olhou para baixo, para o homem que ainda cantava para que ela se mostrasse. Sua flecha estava puxada para trás, pronta para atirar em qualquer coisa que se mexesse.
Então ela ouviu o galho da árvore estalando um pouco — era suave, mas não alto o suficiente para o homem ouvir — e seu coração afundou ainda mais.
Sua flecha estava puxada ainda mais para trás quando ele pareceu ter ouvido passos, e no segundo seguinte, Anastasia viu Angelina parada em frente ao homem, seus olhos tremendo ao perceber que estava diante do caçador.
— Lá está você — o homem cantou, e embora Anastasia não pudesse ver seu rosto naquele momento, ela podia sentir o sorriso se esticando em seus lábios.
Angelina agora tremia sem tentar correr.
O galho estalou mais ainda, sinalizando que não aguentaria mais seu peso.
Anastasia decidiu intervir, ela não poderia ficar pendurada e assistir Angelina ser morta.
Ela se puxou para baixo com o galho, chamando a atenção deles. O homem ficou chocado por um segundo antes de tentar atirar as flechas em sua direção. Mas ela não deu a ele a chance de fazer isso.
Rapidamente, Anastasia pegou o galho e o atingiu na face, fazendo sangue jorrar dele. Depois, ela tapou sua boca antes que ele pudesse gritar.
Eles ouviram a cobra que tinha caído no chão sibilando antes de se aventurar mais para dentro da floresta.
— Sua merda!! — Ele xingou, pronto para empurrá-la, mas ela o atingiu na face novamente com o galho, desta vez, com mais força.
— Dizem para finalizar uma morte uma vez que você consegue tirar sangue. Seria sábio se eu seguisse essa regra, não acha, senhor? — Ela perguntou, atingindo-o mais uma vez na cabeça com o galho e ele caiu no chão, ainda consciente, mas seu aperto no arco e flecha havia se afrouxado.
Ela rapidamente pegou a arma, e puxou a flecha em sua direção enquanto ele tentava levantar-se.
Seus olhos se arregalaram de choque ao ver a flecha apontada para ele.
— O QUE—!! — Ele não teve chance de terminar a frase quando Anastasia o atirou com a flecha que entrou aguda em seu peito, matando-o imediatamente.
Angelina ofegou, com a mão sobre a boca enquanto Anastasia tirava uma aljava do homem morto depois de se recuperar do choque de ter matado alguém.
— Vamos ter problemas sérios quando descobrirem que matamos um dos caçadores.
Anastasia ficou um pouco emocionada quando Angelina disse Nós em vez de Você, mas não havia tempo para começar a se emocionar. Ela havia matado alguém porque precisava se proteger, caso contrário, estaria na mesma situação que sua vítima se não tivesse agido rápido.
— Vamos — ela disse.