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Meu Ex Marido Quer Voltar Comigo Após 3 Anos de Divórcio - Capítulo 231

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231: QUE TIPO DE ACORDO? 231: QUE TIPO DE ACORDO? “Cale a boca!” Mary exigiu com um rosto, vermelho de raiva. “Não acredito que eu tenho que chamar você de minha nora, você é tão repugnante”, continuou ela.

Felicia revirou os olhos de um jeito que passava a mensagem de que já estava cansada da conversa. “Se acabou de latir como um cachorro aqui, por favor me avise. Embora, eu não acho que eu ficarei aqui para esperar até então.”

Com isso, Felicia se afastou, mas não antes de olhar com raiva para Erika, que debochou dela.

Agora, só estavam Erika, a empregada, e Mary na sala de estar. Passando a mão suada em seu uniforme de empregada, Iza tentou ficar o mais quieta possível para não chamar a atenção para si mesma, já que acabara de presenciar a briga que ocorreu entre a sogra e a nora.

Percebendo o desconforto de Iza, Erika disse à garota, “Você deveria se acostumar, porque tenho a sensação de que essa não será a última vez que isso vai acontecer de novo.”

Erika não se preocupou em abaixar a voz e simplesmente cuspiu as palavras como se quisesse que Mary as ouvisse.

“Ainda tem mais por vir”, acrescentou ela, encarando intensamente Mary.

Depois de soltar um suspiro, Mary também se preparou para sair da cena, mas Erika a deteve. “Não me diga que você vai chorar quando chegar ao seu quarto, Mary”, ela zombou.

Algumas lágrimas estavam nos olhos de Mary, mostrando para quem quer que olhasse em seus olhos que ela estava prestes a soluçar. Mas por que ela choraria por algo tão frívolo? Ela ainda deveria se surpreender com as palavras e ações de Felicia? Erika se perguntou, com as sobrancelhas franzidas voltadas para Mary.

“É melhor você ficar calada! Você não sabe o que aconteceu”, retrucou Mary. Ela estaria mentindo se dissesse que as palavras de Felicia não a magoaram, mas a última coisa que ela queria naquele momento era deixar Erika ver através dela.

“Tenho certeza que ouvi o suficiente para saber que a Felicia, a sua nora perfeita, não te respeita mais. Quero dizer, olhe para a maneira como ela estava falando com você, tsk tsk tsk. Se fosse eu quando ainda era sua nora, tenho certeza que eu não teria ousado falar com você assim, mas olha só”, Erika continuou com um rosto de zombaria enquanto analisava Mary de cima a baixo. “Sabe, pensar que ela vinha fazendo tudo isso há tantos anos, só me faz me perguntar como você nunca descobriu até agora e também, quando foi revelado nas notícias, como sua filha preciosa, Juliet, não se preocupou em contar a você?” Ela acrescentou e, instantaneamente, viu os olhos arregalados de Mary. “Talvez as duas estejam trabalhando juntas para fazer de você uma tola.”

Depois de ouvir essas palavras, a cabeça de Mary se virou para Erika, dando-lhe um olhar como se dissesse que não ia acreditar em suas palavras.

“Sério agora Mary, pense nisso. Juliet deve ter visto as notícias quando te visitou na cadeia em algum momento, mas ela não te contou sobre isso. Isso não é suficiente para você pensar que talvez, as duas podem estar conspirando contra você?” Quando Mary não respondeu, Erika repentinamente fez uma expressão de espanto. “Talvez elas tenham estado planejando te mandar para a cadeia. Tenho certeza que Juliet ainda está com raiva de você por ter matado a avó dela.” Então ela riu, fazendo Mary se sentir ainda mais envergonhada do que já estava. “Você acha que sua filha te perdoou por isso? Tenho certeza que não”, Erika acrescentou com um tom seguro que abalou completamente Mary naquele momento.

Enquanto eu estiver aqui, vou garantir que vocês vão brigar, pensou Erika consigo mesma enquanto esboçava um sorriso malicioso.

Começando a pensar nas palavras de Erika, Mary não queria fazer nada do que Erika acabou de falar.

Erika encarou Mary, cuja mente já não era a mesma, enquanto tentava entender tudo.

“Isso é impossível”, murmurou Mary. “Minha filha não pode se voltar contra mim assim.”

“Sua nora já fez isso. E quanto a Juliet? Acho que você deveria reduzir suas expectativas a zero”, Erika zombou antes de acrescentar. “Iza, vamos embora. Acho que a Mary vai precisar de um pouco de espaço para pensar em algumas coisas.”

Com isso, Iza empurrou a cadeira de rodas de Erika e elas também saíram de lá e deixaram o quarto todo para Mary, que já não conseguia dizer mais uma palavra.

“Por mais que eu queira, não quero acreditar em nada do que Erika disse, mas e se tudo que ela está dizendo for verdade? E se…” ela começou, mas balançou a cabeça para afastar esses pensamentos. “É impossível. Minha filha não pode fazer uma coisa dessas comigo. Sou sua mãe. Mas e se…”
**
Erika chegou em seu quarto e instruiu Iza, “Você pode me deixar por enquanto. Se eu precisar de algo, te aviso”. E Iza assentiu. antes de sair do quarto.

Estar sozinha no quarto finalmente deu a Erika a chance de pensar sobre as poucas palavras que Viper havia dito a ela enquanto elas ainda estavam fora.

—
“Quem quer que tenha te dito isso deve estar mentindo para você”, concluiu Erika. Ela se virou para encarar Viper e perguntou, “Tenho certeza que foi Adrian que te contou isso, certo? Que eu estou feliz aqui com ele e que quero estar com ele ou talvez, que ainda o amo?” Viper não respondeu, mas, em vez disso, deixou que ela continuasse. Ela estava finalmente falando com ele sem restrições e ele queria ouvir mais das palavras dela. “Ele é um psicopata e provou isso hoje”, Erika acrescentou.

“Hmm…” Viper murmurou, nem concordando nem negando as palavras dela. “Eu tenho um acordo para te propor, se você quiser, mas não sei se você vai querer.”

Erika olhou para ele por alguns segundos e não pôde deixar de se perguntar que tipo de acordo ele queria propor.

“Que tipo de acordo?” Ela perguntou de qualquer maneira.

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