Meu Ex Marido Quer Voltar Comigo Após 3 Anos de Divórcio - Capítulo 105
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105: MANÍACO 105: MANÍACO “Ah, você está falando deste? É apenas um pequeno presente que preparei para você”, respondeu Erika animada, com um sorriso assustador nos lábios. Mas Mary tinha uma sensação de que o presente que Erika tinha nas mãos não seria nada bom. “Mas antes de te entregar, gostaria de fazer uma pergunta”.
“O que é isso?” Mary perguntou para Erika, usando agora um tom muito mais suave de voz.
“Por que você matou a vovó Elizabeth?” O sorriso de seu rosto tinha completamente desaparecido, substituído por uma expressão fria e distante.
Mary sentiu como se uma tempestade estivesse acima de sua cabeça. De repente, a temperatura no armazém caiu, sua testa brilhava de suor e a garganta secou. Ela tentou engolir saliva, mas parecia que ela poderia se engasgar a qualquer momento.
“O… o quê? Qu…quem te disse is…isso?” Ela gaguejou, tentando evitar o contato visual com Erika, que não estava satisfeita com sua resposta.
“Ninguém me disse, eu descobri por mim mesma. Agora responda,” Ela ordenou. “Se você não responder, vou injetar este meu pequeno presente no seu sistema do corpo”, cantarolou Erika.
Ocupando um assento noutra cadeira disponível, ela esperou que Mary começasse a falar.
“Eu não matei a Sra. Hart. Ela é a minha sogra, pelo amor de Deus. Por que eu mataria uma mulher velha que não me fez mal algum?” Mary negou, tentando parecer inocente.
“Essa é exatamente a minha pergunta, por que você matou uma mulher velha que não te fez mal algum?”
O coração de Mary acelerou de medo. Ela não sabia como Erika conseguiu chegar a uma acusação tão certeira. Olhando nos olhos azuis de Erika, que pareciam ter um toque de vermelho, Mary percebeu que estava em perigo.
Sentindo suas bochechas ardendo devido aos tapas fortes que Erika lhe deu, e os guardas do corpo cujas auras estavam a sufocando até a morte, Mary se perguntava se conseguiria sair dali.
“Eu já te disse que não matei ninguém!” Gritou Mary, esperando que alguém a ouvisse e viesse ajudá-la.
Erika entendeu imediatamente seus truques, “Você viu alguém quando estava vindo para cá?”
Mary balançou a cabeça, mesmo sem saber por que Erika perguntou aquilo.
“Então, como acha que alguém ouviria seus gritos patéticos?” Ela a questionou com um olhar severo, mas Mary não sabia o que dizer, pois seu coração pulou de medo. “Talvez eu esteja sendo boazinha demais com você”, levantou-se da cadeira onde estava sentada, caminhou em direção a Mary, que recuou em seu assento. “Talvez se eu te der meu pequeno presente, você estará disposta a falar”.
Mary entrou em pânico. Ela não sabia que substância estava naquela seringa, mas sabia que não seria boa para ela. Começou a lutar, tentando puxar a cadeira consigo e provavelmente fugir, mas esqueceu que suas pernas também estavam amarradas.
Erika segurou Mary com suas mãos fortes e injetou a substância em seu sistema sanguíneo.
“Sua cadela, o que você injetou no meu corpo?” Mary praguejou contra ela.
“Eu realmente não tenho ideia, deixa eu te mostrar o que é. Talvez você saiba algo sobre isso”, Erika inocentemente voltou para a caixa e tirou uma garrafa.
Os olhos de Mary se arregalaram de choque ao olhar para a garrafa familiar. A mesma garrafa que ela vinha procurando.
“Sua cadela, isso é veneno!” Ela exclamou, tanto com raiva quanto com medo de que fosse morrer em breve. “Você está planejando me matar?”
Erika soltou um grito de surpresa enquanto cobria a boca com a mão. “Veneno? Eu não sabia que era veneno”, ela negou. “Como você sabia que era veneno? Já viu essa garrafa antes?”
Mary engoliu sua saliva com medo de ter dito algo que não deveria.
“N…não, eu não s…sei se é v…veneno. Eu apenas s…supus”, Mary gaguejou, mas pelo olhar no rosto de Erika, ela obviamente não acreditou na sua história.
“Você só supôs, né? Bem, então deixa eu te mostrar outra coisa”, Erika tirou outra seringa que tinha uma substância diferente, porque a cor havia mudado.
Mary ficou curiosa quando viu a outra seringa. “O que é isso?” Ela perguntou.
“Este é o antídoto para o veneno que acabei de injetar no seu corpo, mas só vou te dar depois que você confessar todos os seus crimes”, Erika disse. Mary olhava para a seringa na mão de Erika como se seus olhos pudessem atraí-la para si.
“Vamos parar com esses jogos, Mary. Confesse que você é a que matou a vovó Elizabeth com a mesma substância que injetei no seu corpo, que talvez eu tenha pena de você e te dê o antídoto”, falou Erika ao se sentar novamente na cadeira.
Mary ponderou se deveria confessar ou não. Sua vida era muito importante para ela e ela queria viver, mas se confessasse, Erika poderia denunciá-la à polícia. Muitos pensamentos invadiam sua mente.
“Fiquei sabendo pelo meu irmão que você começaria a suar muito como um sinal de que o veneno começou a fazer efeito e depois disso, você começaria a vomitar”, Erika a informou enquanto brincava com a seringa na mão. “E olhe para você, já começou a suar e logo a paralisia vai atingir”.
Só quando Erika mencionou isso foi que Mary percebeu que tinha começado a suar. Sentindo vontade de vomitar, Mary virou-se para o outro lado e vomitou.
“Erika, por favor, me dê o antídoto”, ela pediu com desespero nos olhos.
“Você só vai receber depois que confessar.
“E se eu não confessar até que você me dê o antídoto?” Mary tentou manipulá-la.
“Então você vai morrer, será enterrada e o Adão ficará com todo o seu dinheiro”.
Sem outra opção à vista, Mary decidiu confessar.
“Sim, eu sou a que matou a falecida matriarca da família Hart e só o fiz para que parte de seus bens fosse para o meu nome…”
PAK!!! Mary sentiu suas bochechas ficarem dormentes.
Por mais que Erika já soubesse a verdade, não conseguiu conter sua raiva ao bater na mulher malvada.